<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543</id><updated>2011-07-28T04:39:31.346-07:00</updated><title type='text'>União Ibérica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-4871833339811138455</id><published>2009-10-27T04:45:00.000-07:00</published><updated>2009-10-27T04:55:31.289-07:00</updated><title type='text'>O PRESENTE E O FUTURO DE PORTUGAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; (*) Fuschini, Augusto                                                                                                              1843-1911&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ora, a Espanha é, como nós, uma nação moribunda…&lt;br /&gt;Esta semelhança de situação e a previsão dos futuros destinos dos dois povos peninsulares devem fazer pensar os seus estadistas no erro e nas consequências de fantasia guerreira, ou de desatino conquistador.&lt;br /&gt;Se a desgraça e os perigos aproximam os homens, também podem aproximar e reunir as nações…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois, o equilíbrio europeu existe, sendo cada vez maiores as ambições das grandes potências, que não consentiriam, em caso algum, a absorção do nosso território continental englobado por qualquer das nações vivas e, muito menos, a formação violenta no ocidente da Europa de forte nacionalidade, defendida pelo mar e pelos elevados Pirinéus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, eu penso que se esta organização houver de realizar-se um dia, os dois povos da península terão de desenvolver a melhor e mais decidida vontade contra as pressões adversas das grandes potências europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constituição da unidade nacional ibérica, seja qual for a fórmula política, não resultará da conquista, nem será imposta pelas armas, pelo contrário, as relações amigáveis dos povos peninsulares, as comuns desgraças e as exigências da própria defesa, poderão facilitar e apressar, direi até tornar necessária, esta importante transformação na carta política da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os perigos que nos ameaçam nascem, pois, de outras origens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A parte mais importante do nosso domínio colonial está apertada entre as colónias das nações poderosíssimas, ou é ambicionada pelas que pretendem alargar ou criar vastos empórios desta natureza.&lt;br /&gt;É necessário não esquecer a frase de Bismarck:&lt;br /&gt;«há países sem colónias e com colonos, a Alemanha; com colónias e sem colonos, a França; enfim com colónias e colonos, a Inglaterra»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, para todas estas grandes nações, o direito internacional, professado nas altas chancelarias, tem por compêndio e norma a doutrina do precedente capítulo, expressa pelo estadista inglês.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eis o primeiro perigo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No domínio continental, se as naturais condições geográficas e a situação política da Europa nos dão fundadas esperanças de nos não vermos, um dia, simples feitoria, ou província anexada de nação estranha, os nossos erros e vícios, as nossas leviandades e imprevidências, poderão criar uma situação interna em que a influência dos estrangeiros absorva ou domine as funções soberanas da nação, reduzindo-a à fórmula moderna de países de protectorado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eis o segundo perigo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ora, se a invasão armada é quase impossível, esta absorção pelo protectorado, exercendo-se lentamente em nome de interesses internacionais apresentados com habilidade, poderia não conciliar rivalidades, se fosse feita em comum pelas nações interessadas, ou se alguma delas recebesse fortes compensações no desmembramento das nossas colónias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os dois processos combinados logicamente nos levariam a ser a sombra de uma nacionalidade, exercendo fictícia soberania nos restos desvalorizados do nosso domínio colonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esta acção de protectorado, directamente exercida pelas grandes potências, sem deixar de ferir a dignidade nacional, poderia, ainda assim, envolver algumas vantagens em nosso próprio benefício.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Grécia deve, talvez, à influência dessas potências haver escapado ao pesadelo e tirânico jugo do decadente império otomano; a ocupação inglesa no Egipto tem produzido, sem dúvida, a ordem na administração e o desenvolvimento de riqueza naquele desordenado e miserável país.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Trata-se de um estrato de um texto de Fuschini, gentilmente enviado por Ramalho Eanes, de acordo com o dinamismo que se continua a dar à UNIÃO IBÉRICA. Porto: Fronteira do Caos, 2005. pp. 71-73&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Mendonça Júnior, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mendoncajunior.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://mendoncajunior.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; – Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; – União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; – Liga de Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-4871833339811138455?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/4871833339811138455/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=4871833339811138455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/4871833339811138455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/4871833339811138455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2009/10/o-presente-e-o-futuro-de-portugal.html' title='O PRESENTE E O FUTURO DE PORTUGAL'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-9000356667342962579</id><published>2009-08-12T03:15:00.000-07:00</published><updated>2009-08-12T04:04:08.398-07:00</updated><title type='text'>BILDERBERG e a FEDERAÇÃO IBÉRICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SoKhkOs2mII/AAAAAAAAAZI/wBgWGJqWNO8/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369031349572638850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SoKhkOs2mII/AAAAAAAAAZI/wBgWGJqWNO8/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Acaba de me chegar às mãos, emprestado por uns escassos dias, um livro, “The Road to Tirany: Total Enslavement” da autoria de Daniel Estulin, traduzido em português em três edições – 1ª Novembro de 2005, 2ª Março de 2006, 3ª Março de 2007 – intitulado, “CLUBE BILDERBERG OS SENHORES DO MUNDO”, aqui já referido, em síntese, num dos meus quatro“blogues”, mas agora acrescido com os actais acontecimentos internacionais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O livro veio até mim através de um velho amigo que me disse que o tinha recebido, por empréstimo, de um outro seu amigo – não me disse quem era nem me interessei em perguntar – a título confidencial e insistente promessa de retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Limito-me a reproduzir o que despertou a minha atenção:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiro as sínteses da capa do livro:&lt;br /&gt;– Daniel Estulin, nasceu na Rússia&lt;/strong&gt; há 39anos e tem nacionalidade canadiana mas reside em Espanha. Jornalista e especialista em comunicação, investiga as actividades secretas do Clube Bilderberg há treze anos. Conquistou três prémios de investigação nos EUA e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Filho de um oficial do KGB soviético,&lt;/strong&gt; consultou inúmeras fontes e teve a colaboração dos colegas do seu pai e dos filhos destes, na sua missão monumental de documentar a história do Clube Bilderberg. El Universal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Um livro que revela os segredos dos mais poderosos do mundo…&lt;/strong&gt;Segundo o autor, o Clube Bilderberg prepara um Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo de Orwell, com um governo invisível, omnipotente, que actua a partir dos bastidores para controlar o governo dos Estados Unidos, a União Europeia, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e várias outras entidades. Univision.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Uma investigação aturada sobre o verdadeiro “governo mundial na sombra” &lt;/strong&gt;e as suas manobras para criar uma Nova Ordem planetária, dotada apenas de um mercado e de um exército. Yahoo! Notícias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Imagine um clube onde&lt;/strong&gt; presidentes, primeiros-ministros e banqueiros internacionais convivem, onde a realeza presente garante que todos se entendem, onde as pessoas que determinam as guerras, controlam os mercados e impõem as suas regras a todo o mundo dizem o que nunca ousariam dizer em público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;– Pois este clube existe e tem um nome, chama-se Clube Bilderberg:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Ao longo dos últimos cinquenta anos,&lt;/strong&gt; um grupo seleccionado de políticos, empresários, banqueiros e outros poderosos tem-se reunido em segredo para tomar as grandes decisões que afectam o mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Se quiser saber&lt;/strong&gt; quem mexe os cordelinhos nos bastidores dos organismos internacionais conhecidos, não hesite leia este livro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Não temendo pôr em risco a própria vida,&lt;/strong&gt; Daniel Estulin foi a única pessoa a conseguir romper o muro de silêncio que protege as reuniões do clube mais exclusivo e perigoso da história.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;– Fique a saber:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;* Porque se reúnem os cem mais poderosos do mundo todos os anos durante quatro dias.&lt;br /&gt;* O porquê do silêncio dos média em relação a estas reuniões.&lt;br /&gt;* Que vínculos existem entre o Clube Bilderberg e os serviços secretos ocidentais.&lt;br /&gt;* Quais os planos do Clube Bilderberg para o futuro da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A seguir folheei o conteúdo do livro:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em termos de forma&lt;/strong&gt; o livro tem 297 páginas: Prólogo, Introdução, quatro Capítulos, As Conclusões do Autor, três Anexos e Notas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em termos de fundo &lt;/strong&gt;o livro descreve e comenta as actividades do Clube Bilderberg desde a sua fundação em 1954 pelo Príncipe Bernard de Lippe Biesterfeld, já falecido, e ao qual se atribui a seguinte exclamação:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– «É difícil reeducar as pessoas que cresceram no nacionalismo para a ideia de renunciarem a parte da sua soberania em favor de um órgão supranacional».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;– Richard Salam, antigo presidente da CBS News acrescenta:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«A nossa missão não é darmos às pessoas o que querem, mas sim o que decidimos que devem ter».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estas duas declarações, aqui continuadas em &lt;em&gt;itálico,&lt;/em&gt; aguçaram a minha curiosidade ao ponto de saber se no livro se encontravam os objectivos do Clube Bilderberg. O que verifiquei constarem nas páginas 49 a 52 e que eram precedidas de um esclarecimento:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;«O Clube Bilderberg procura a era do pós-nacionalismo: quando não haverá países, mas sim apenas regiões da Terra e valores universais. Isto é, uma economia universal, um governo universal (nomeado e não eleito) e uma região universal. Para garantirem estes objectivos, os bilderbergers defendem “mais abordagem técnica e menos conhecimento por parte do público.&lt;br /&gt;Isto reduz as possibilidades de a população se inteirar do plano global dos senhores do mundo e criar uma resistência organizada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo o livro de Daniel Estulin,&lt;strong&gt; são 15 os objectivos do Clube Bilderberg&lt;/strong&gt;. Após as sínteses anteriores, no SENADO NEWS, e por razões de espaço, julgo ser suficiente apontar:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Um Governo Único Mundial com um único mercado globalizado, policiado por um exército mundial, uma moeda mundial única, regulada financeiramente por um banco Mundial».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O seu objectivo final é o controlo de absolutamente todo o mundo, em todos os sentidos da palavra. Actuam como se fossem Deus na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É evidente que:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– O cidadão comum acredita ou não&lt;/strong&gt; na tese defendida pelo Club Bilderberg.&lt;br /&gt;De igual modo:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– O cidadão comum acredita ou não&lt;/strong&gt; na tese defendida pela União Ibérica com o fim de se constituirem numa FEDERAÇÃO como já sucedeu noutros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, e sempre houve, os que baseiam a credibilidade no engenho humano – na criação e aproveitamento dos chamados Ventos da História… e os outros, os Velhos do Restelo, que sempre a contrariaram e obstinadamente a contrariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em resumo:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– Os bilderbergeres acreditam num Governo Único Mundial:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Como se fossem Deus na Terra».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– Os iberistas acreditam numa Federação Ibérica:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;«A melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, excepcional presença na união europeia e no mundo residirá numa união ibérica constituída por estados federados das suas regiões e ilhas».&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acredito que ambas as teses são passíveis de acontecer pela força evolutiva dos “Ventos da História”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Porém, no primeiro caso, parece ser mais credível aceitar um futuro para além do presente século, enquanto que o segundo caso se constituirá nas próximas décadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Mendonça Júnior, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mendoncajunior.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://mendoncajunior.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga de Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mailto:lale.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-9000356667342962579?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/9000356667342962579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=9000356667342962579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/9000356667342962579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/9000356667342962579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2009/08/bilderberg-e-federacao-iberica.html' title='BILDERBERG e a FEDERAÇÃO IBÉRICA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SoKhkOs2mII/AAAAAAAAAZI/wBgWGJqWNO8/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-8721385181667180165</id><published>2009-07-29T03:31:00.000-07:00</published><updated>2009-07-29T04:07:00.654-07:00</updated><title type='text'>ALGUMAS IDÉIAS SOBRE PORTUGAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SnAsmVD4WRI/AAAAAAAAAY4/tv5NTYBXF0M/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363836193198332178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SnAsmVD4WRI/AAAAAAAAAY4/tv5NTYBXF0M/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desde o final do século que tenho vindo a defender num dos meus quatro blogues, na UNIÃO IBÉRICA, uma tese sobre a sobrevivência de Portugal e o Futuro que aqui vou repetir em &lt;em&gt;itálico &lt;/em&gt;onde incluo, de igual modo, a transcrição de alguns meus e de outros comentários registados na internet nos principais órgãos da Comunicação Social do Continente.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – A tese é:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;«A melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – A sua posição na actual situação mundial:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;«A “grande crise” acabará por suceder a prazo.&lt;br /&gt;Na União Europeia, hoje, somos 27, outros juntar-se-ão.&lt;br /&gt;Os “Velhos do Restelo já morreram no início das descobertas marítimas.&lt;br /&gt;Entretanto os “Ventos da História continuarão a soprar, como sempre o fizeram, reduzindo Portugal e a Espanha à sua actual pequenez contrariamente a um passado quando dominavam o Mundo de Este e Oeste.&lt;br /&gt;Na Península Ibérica somos só dois com uma vontade imperiosa de viver… mas de costas voltadas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Portugal a constituir por regiões será um notável passo para que não fujam para as independências.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Açores já ameaçou.&lt;br /&gt;Madeira já há quem a admite.&lt;br /&gt;No Futuro um só poder governará o Mundo onde cada parcela existirá – ou não - &lt;strong&gt;conservando as suas culturas&lt;/strong&gt; de acordo com a sua hierárquica posição do seu potencial humano, dimensão territorial e recursos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Uma Federação Ibérica será um escudado passo para a sobrevivência dos seus povos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– União Ibérica:&lt;br /&gt;– site: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;– e-mail: &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;em&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; »&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;3 – A resposta a certos comentadores que são hoje cada vez menos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;«Obrigado por ter respondido da maneira habitual o que me não surpreendeu.&lt;br /&gt;Refiro-me ao futuro.&lt;br /&gt;Não aos Velhos do Restelo de hoje.&lt;br /&gt;Que daqui a dez anos já não estarão em condições de usar o computador.&lt;br /&gt;Que daqui quinze anos estarão acamados.&lt;br /&gt;Que aqui a vinte anos estarão mortos.&lt;br /&gt;Entretanto mais um Ano Bom para si&lt;br /&gt;Esta minha tese pode ser consultada em:&lt;br /&gt;– site: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://mendoncajunior.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;http://mendoncajunior.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;– e-mail: &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;em&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;em&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;– e-mail: &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;em&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; »&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 – O “nº3 Ibéria”, da crónica de Guta Moura Guedes, titulada como está nesta espígrafe, – no espaço OPINIÃO no COMPROMISSO PORTUGAL, e-mail « info@ compromissoportugal.pt » – que aqui transcrevo, com os melhores cumprimentos maior respeito e alta consideração, na parte que se enquadra na tese por mim defendida:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Passo a citar:»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«O desenvolvimento de Portugal&lt;/strong&gt; passa por uma análise rigorosa de alguns vectores fundamentais e por uma tomada de posição em relação a um quadro actual, que se afigura, a todos nós, como bastante difícil e, para alguns, algo desencorajador. Temos de saber, concretamente, onde estamos, onde é que errámos, o que fizemos bem, para a seguir desenhar o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Ibéria:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sabemos que esta é uma questão incontornável, &lt;strong&gt;das mais importantes nesta altura.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como é que nos &lt;strong&gt;relacionamos com Espanha?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não será necessário &lt;strong&gt;baixar algumas guardas mais preconceituosas&lt;/strong&gt; e pensar Espanha de modo distinto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar Espanha e Portugal num contexto ibérico, &lt;strong&gt;num mapa europeu?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não será melhor pensar profundamente nesta questão, – &lt;strong&gt;a de, por exemplo, uma geografia federada&lt;/strong&gt; – antecipá-la, jogar mais cedo, antes que ela se imponha como única alternativa possível, perdendo nós aí toda e qualquer capacidade de negociação e controlo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos pensar Atlântico, &lt;strong&gt;isolados?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Devemos identificar &lt;strong&gt;as nossas mais-valias&lt;/strong&gt; e burilá-las como diamantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos encarar esta questão &lt;strong&gt;de frente&lt;/strong&gt; e sermos nós a propor o seu perfil futuro».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Fim de citação.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;NOTA: Os &lt;strong&gt;negritos &lt;/strong&gt;são da minha responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Mendonça Júnior, e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga de Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-8721385181667180165?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/8721385181667180165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=8721385181667180165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8721385181667180165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8721385181667180165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2009/07/algumas-ideias-sobre-portugal.html' title='ALGUMAS IDÉIAS SOBRE PORTUGAL'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SnAsmVD4WRI/AAAAAAAAAY4/tv5NTYBXF0M/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-6106043780265392770</id><published>2009-01-06T04:49:00.000-08:00</published><updated>2009-01-06T05:37:28.354-08:00</updated><title type='text'>A MADEIRA QUER FEDERALISMO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SWNdqh_y-GI/AAAAAAAAAUA/Bp3qvkljX8k/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288173372724934754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SWNdqh_y-GI/AAAAAAAAAUA/Bp3qvkljX8k/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi com o título em epigrafe que o semanário EXPRESSO noticiou na edição da sua primeira pagina, em 3 de Janeiro de 2009 o que, com a devida vénia, transcrevemos alguns extractos em itálico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;«Ainda a polémica dos Açores não terminou já se avizinha uma nova. Jardim e César querem mais autonomia e já se fala em federação.&lt;br /&gt;O presidente da Assembleia Regional da Madeira assume que o objectivo é constituir uma federação.&lt;br /&gt;“Gostava de ver um Estado Federado para o tempo dos meus netos e não me sentiria menos português por isso” diz Miguel Mendonça, que todavia declara que o Governo da Região não quer discutir para já o estatuto da Madeira”.&lt;br /&gt;A ideia de uma federação, embora não perfilhada politicamente, também é defendida&lt;br /&gt;nos Açores e o seu principal teórico foi em tempos o presidente da Assembleia Regional».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe tenho vindo a publicar na internet no blogue da UNIÃO IBÉRICA um conjunto de 18 artigos intitulados Federação Ibérica com base no seguinte tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;«A melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas».&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto como já tenho vindo a referir na internet o processo terá de se desenvolver primeiramente na constituição de regiões portuguesas e espanholas para que não fujam &lt;strong&gt;para independências.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou perfeitamente ciente que a defesa desta tese será a raiz a consolidar,&lt;strong&gt; num futuro que não será muito próximo,&lt;/strong&gt; dada a sua complexidade político-sócio-económica. Mas se enquadra no adágio “Roma e Pavia não se fizeram num dia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do lado português&lt;/strong&gt;, os recentes acontecimentos entre Cavaco Silva e o Parlamento vieram empolar as regiões autónomas em termos federativos e relembrar a intenção de constituir regiões em Portugal Continental conforme já foi prometido por Sócrates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do lado espanhol&lt;/strong&gt; já existem regiões que se encontram em risco de se tornaram independentes o que Espanha pretende a todo o custo evitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Da união de todas essas regiões,&lt;/strong&gt; “a união faz a força”, nascerá uma Federação Ibérica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;– Mendonça Júnior, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://mendoncajunior.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://mendoncajunior.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-6106043780265392770?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/6106043780265392770/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=6106043780265392770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6106043780265392770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6106043780265392770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2009/01/madeira-quer-federalismo.html' title='A MADEIRA QUER FEDERALISMO'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SWNdqh_y-GI/AAAAAAAAAUA/Bp3qvkljX8k/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-2596373809840742743</id><published>2008-11-22T10:10:00.000-08:00</published><updated>2008-11-22T10:32:53.109-08:00</updated><title type='text'>UNIÃO DE PORTUGAL E ESPANHA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SShQNAd0ABI/AAAAAAAAASY/Fs6VVGdn_Ws/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271551548230729746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SShQNAd0ABI/AAAAAAAAASY/Fs6VVGdn_Ws/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Jornal de Notícias de 19 de Novembro de 2008 publicou uma crónica na Internet. Com a devida vénia, transcrevo alguns extractos em itálico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O escritor espanhol Arturo Pérez-Reverte defendeu a existência de uma Ibéria, um país único, sem fronteiras que separem Espanha e Portugal, porque é "um absurdo" que os dois países vivam “tão descontentes um do outro".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há uma Ibéria indiscutível que está entre os Pirinéus e o estreito de Gibraltar, com comida, raça, costumes, história em comum e as fronteiras são completamente artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Pérez-Reverte, o maior erro histórico de Filipe II, no século XVI, foi não ter escolhido Lisboa como capital do Império:"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Teria sido mais justo haver uma Ibéria, e a história do mundo teria sido diferente". &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;O escritor disse "que essa Ibéria não existe hoje administrativamente, mas qualquer espanhol que venha a Portugal sente-se em casa e qualquer português que vá a Espanha sente o mesmo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Houve dificuldades históricas que nos separaram, mas a Ibéria existe. Não é um mito de Saramago, nem dos historiadores romanos. É uma realidade incontestável que precisa de um empurrão social e não político para concretizar o projecto", disse.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim, disse que "é um absurdo que Portugal e Espanha vivam sempre tão separados, tão desconhecidos um do outro já que deviam olhar para a Europa como ibéricos, porque o mundo de hoje “é um lugar de grandes mudanças sociais”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;"O Ocidente como o entendemos está na sua etapa final", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;A publicação do Jornal de Notícias refere que recebeu 31 comentários na data em que foi emitida a crónica. Há para todos os gostos. Porém ainda dominam os negativistas que, diga-se de passagem, estão progressivamente a diminuir fazendo jus ao tema defendido no site da «União Ibérica»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Arturo Pérez Revert, 57 anos, é um dos escritores mais populares das letras espanholas da actualidade, com obra traduzida em quase trinta idiomas. Antigo repórter de guerra, dedica-se em exclusivo à escrita desde finais dos anos 1980, tendo editado romances como “O cemitério dos barcos sem nome”, “Território Comanche”, “O hussardo”, “ O pintor de batalhas” e os seis romances da série de aventuras “Capitão Alatriste”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Temas e Debates&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Mendonça Júnior, e-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-2596373809840742743?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/2596373809840742743/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=2596373809840742743' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/2596373809840742743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/2596373809840742743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2008/11/unio-de-portugal-e-espanha.html' title='UNIÃO DE PORTUGAL E ESPANHA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SShQNAd0ABI/AAAAAAAAASY/Fs6VVGdn_Ws/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-5573158840426496419</id><published>2008-05-12T03:50:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T09:27:58.873-07:00</updated><title type='text'>ESPANHA-O EXEMPLO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SCgj1u_6-6I/AAAAAAAAAJo/bxFG732Mzh4/s1600-h/Belmiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199445175855414178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SCgj1u_6-6I/AAAAAAAAAJo/bxFG732Mzh4/s200/Belmiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Belmiro Vieira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;A ESPANHA é o país da União Europeia onde se trabalha mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em termos concretos labora-se ali, em média, 39,6 horas por semana, enquanto nos demais países comunitários não se vai além das 36-37 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem faz esta revelação é a EUROSTAT, que chega mesmo a admitir que essa média possa em breve ser superada, como uma das formas para minimizar os efeitos da crise económica que, gerada pelo disparatado aumento do petróleo e pela escassez de bens alimentares, se avizinha ameaçando tudo e todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Espanha, sabem os que a conhecem minimamente, respeita-se muito a regra que lembra que um bom gestor é aquele que, perante dificuldades surgidas, procura aumentar as suas receitas não despedindo a mão de obra laboral ou reduzindo o tempo de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um bom gestor é aquele que procura aumentar os ganhos por via do empenho da força do trabalho disponível.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É esse apelo ao trabalho, que envolve não apenas os efectivos laborais mas também a gestão e o próprio capital que explica o facto de a Espanha ter sido nos últimos tempos – e ainda é – o país da Europa dos 27 com maiores índices de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só no apego ao trabalho que os nossos vizinhos dão exemplo.&lt;br /&gt;Com efeito, eles se empenham voluntariamente em tudo o que fazem, para que os resultados sejam os melhores possíveis.&lt;br /&gt;Pode-se mesmo afirmar que tem o gosto de estar sempre na primeira fila, como documentam actos do passado como do presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para melhor explicar essa sua propensão para o protagonismo, permitimo-nos recordar a seguir alguns factos, tanto do presente como do passado, que o documentam.&lt;br /&gt;Ei-los:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POLÍTICA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O segundo governo de José Maria Zapatero, constituido recentemente, dispõe de 18 ministros dos quais 9 são homens e 9 são mulheres.&lt;br /&gt;O que, como diz o Zé, é uma bofetada, sem mão, nos países que proclamam igualdade plena de direitos mas só no papel, já que em termos práticos as mulheres são sempre discriminadas.&lt;br /&gt;Ainda no capítulo da política importa igualmente destacar que uma das primeiras medidas tomadas pelo novo governo foi a baixa nos impostos, isto no preciso momento em que os demais governos europeus dizem não a menos impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LITERATURA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;CERVANTES ( autor do célebre “Don Quixote”, que tem servido de tema para muitos filmes e obras teatrais) assim como Miguel de Unamuno e Garcia Lorca são figuras de destaque na Literatura Europeia e Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTES PLÁSTICAS (PINTURA):&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Velasquez, Pablo Picasso (o re-inventor da pintura), Goya e Salvador Dali são nomes sonantes à escala mundial, tendo deixado obras que ilustram vários museus e suscitam disputas acesas e curiosas quando postas em hasta pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CANÇÃO E BELO CANTO:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Voz inolvidável, Júlio Iglésias foi e ainda é um autêntico rei da canção popular, enquanto no chamado belo canto, Plácido Domingo e José Carrera formam, com o italiano Pavarotti, o trio que ora domina o sector.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARQUITECTURA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quase todas as grandes cidades espanholas contem obras notáveis e dignas de serem apreciadas, mas e seguramente no domínio da chamada arquitectura religiosa que estão na primeira fila.&lt;br /&gt;Com efeito, monumentos de extraordinária beleza e imponência como são as catedrais de Leôn, Burgos, São Tiago de Compostela, Toledo e bem assim a sagrada família, que o génio de Antonio Gaudi, implantou em Barcelona, só encontram rivais na Itália.&lt;br /&gt;Isto a nível da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TURISMO:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mais de 40 milhões de turistas todos os anos são uma referência que faz da Espanha a capital europeia ou mesmo mundial do turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESPORTO:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Real Madrid e Barcelona estão entre os maiores clubes de futebol do Mundo; o espanhol Alonzo, recém-chegado às corridas automobilísticas da chamada fórmula I, é já bi-campeão; Daniel Pedrosa e Jorge Lourenço vêm disputando com o italiano Valentino Rossi a liderança do mundial de motociclismo na sua categoria rainha; Carlos Sains é um ralista que corre sempre na frente; no hóquei em patins a selecção espanhola é campeão permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TAUROMAQUIA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui o domínio dos compatriotas de Rodriguez Sanchez Manolete é total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACTIVIDADE RELIGIOSA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;País onde o catolicismo predomina, a Espanha não podia deixar de apresentar figuras e factos dignos de ser evocados como exemplos.&lt;br /&gt;Lembra-nos duas dessas figuras:&lt;br /&gt;– Tereza de Ávila, uma mulher, que fundou mais de uma quinzena de mosteiros e, sendo também escritora, escreveu 10 livros e 14.700 cartas das quais a maioria se extraviou restando apenas 1.200;&lt;br /&gt;– José Maria Escrivã de Balaguer, o fundador da “Opus Dei”, uma congregação religiosa, que merece respeito e admiração, sobretudo pelas obras que vem realizando, tanto no domínio da Religião como do Ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ESPANHA TAMBÉM SE DISTINGUE:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– Pela relação exemplar que tem mantido com as suas antigas colónias. Coisa que infelizmente não se verifica com outros países europeus que possuíram colónias.&lt;br /&gt;– Por um facto visível a olhos nús por qualquer um: a monarquia espanhola é um exemplo de que é possível uma convivência harmoniosa entre esse regime e a chamada democracia.&lt;br /&gt;– Pela convivência quotidiana que a Família Real (o rei D. Juan Carlos, a rainha Sofia, o príncipe Filipe e irmãos) vem mantendo com os cidadãos e que faz deles todos uns autênticos campeões de popularidade, como facilmente se pode documentar.&lt;br /&gt;– Pelo sentimento, &lt;strong&gt;de relevante amizade elevada ao mais alto grau,&lt;/strong&gt; do Rei de Espanha em relação a Portugal:&lt;br /&gt;«Espanha é a minha pátria, Portugal o meu país, disse o Rei Juan Carlos, – publicitando em 08/05/08, – que apesar de ter nascido em Roma e vivido na Suiça, foi Portugal que lhe ficou na alma».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Esta é a Espanha dos bons ventos…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(*) Jornalista&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Temas e Debates&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;– Mendonça Júnior, site: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://mendoncajunior.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://mendoncajunior.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-5573158840426496419?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/5573158840426496419/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=5573158840426496419' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/5573158840426496419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/5573158840426496419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2008/05/espanha-um-exemplo.html' title='ESPANHA-O EXEMPLO'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/SCgj1u_6-6I/AAAAAAAAAJo/bxFG732Mzh4/s72-c/Belmiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-526531983821885638</id><published>2008-02-04T05:16:00.000-08:00</published><updated>2008-10-06T09:37:05.148-07:00</updated><title type='text'>BILDERBERG e IBÉRIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R6cWFxoQLnI/AAAAAAAAAGw/AyDO2PB_AIo/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163119786280889970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R6cWFxoQLnI/AAAAAAAAAGw/AyDO2PB_AIo/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acaba de me chegar às mãos, emprestado por uns escassos dias, a tradução de uma das edições um livro – título original inglês: The Road to Tirany: Total Enslavement – de autoria de Daniel Estulin. Foi traduzido em português em três edições – 1ª Novembro de 2005, 2ª Março de 2006, 3ª Março de 2007 – intituladas: CLUBE BILDERBERG, OS SENHORES DO MUNDO.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Limito-me a reproduzir o que despertou a minha atenção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Primeiro as sínteses da capa do livro:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;– Daniel Estulin,&lt;/strong&gt; nasceu na Rússia há 39anos e tem nacionalidade canadiana mas reside em Espanha. Jornalista e especialista em comunicação, investiga as actividades secretas do Clube Bilderberg há treze anos. Conquistou três prémios de investigação nos EUA e no Canadá.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Filho de um oficial do KGB soviético&lt;/strong&gt;, consultou inúmeras fontes e teve a colaboração dos colegas do seu pai e dos filhos destes, na sua missão monumental de documentar a história do Clube Bilderberg. El Universal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Um livro que revela os segredos&lt;/strong&gt; dos mais poderosos do mundo…&lt;br /&gt;Segundo o autor, o Clube Bilderberg prepara um Estado Policial Global que ultrapassa o pior pesadelo de Orwell, com um governo invisível, omnipotente, que actua a partir dos bastidores para controlar o governo dos Estados Unidos, a União Europeia, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e várias outras entidades. Univision.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Uma investigação aturada&lt;/strong&gt; sobre o verdadeiro “governo mundial na sombra” e as suas manobras para criar uma Nova Ordem planetária, dotada apenas de um mercado e de um exército. Yahoo! Notícias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Imagine um clube&lt;/strong&gt; onde presidentes, primeiros-ministros e banqueiros internacionais convivem, onde a realeza presente garante que todos se entendem, onde as pessoas que determinam as guerras, controlam os mercados e impõem as suas regras a todo o mundo dizem o que nunca ousariam dizer em público.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;– Pois este clube existe e tem um nome, chama-se Clube Bilderberg.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;– Ao longo dos últimos cinquenta anos&lt;/strong&gt;, um grupo seleccionado de políticos, empresários, banqueiros e outros poderosos tem-se reunido em segredo para tomar as grandes decisões que afectam mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Se quiser saber&lt;/strong&gt; quem mexe os cordelinhos nos bastidores dos organismos internacionais conhecidos, não hesite leia este livro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Não temendo pôr em risco a própria vida,&lt;/strong&gt; Daniel Estulin foi a única pessoa a conseguir romper o muro de silêncio que protege as reuniões do clube mais exclusivo e perigoso da história.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Fique a saber:&lt;br /&gt;* Porque se reúnem&lt;/strong&gt; os cem mais poderosos do mundo todos os anos durante quatro dias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* O porquê do silêncio dos &lt;em&gt;média&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;em relação a estas reuniões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Que vínculos existem&lt;/strong&gt; entre o Clube Bilderberg e os serviços secretos ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Quais os planos do Clube Bilderberg para o futuro da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A seguir folheei o conteúdo do livro:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em termos de forma&lt;/strong&gt; o livro tem 297 páginas – Prólogo, Introdução, quatro Capítulos, As Conclusões do Autor, três Anexos e Notas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em termos de fundo&lt;/strong&gt; o livro descreve e comenta as actividades do Clube Bilderberg desde a sua fundação em 1954 pelo Príncipe Bernhard, já falecido, e ao qual se atribui a seguinte exclamação:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;– «É difícil reeducar as pessoas que cresceram no nacionalismo para a ideia de renunciarem a parte da sua soberania em favor de um órgão supranacional».&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;– Richard Salam, antigo presidente da CBS News acrescenta:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;«A nossa missão não é darmos às pessoas o que querem, mas sim o que decidimos que devem ter».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;– Estas duas declarações, aqui expressas em &lt;em&gt;itálico,&lt;/em&gt; aguçaram a minha curiosidade ao ponto de saber se no livro se encontravam os objectivos do Clube Bilderberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que verifiquei constarem nas páginas 49 a 52 e que eram precedidas de um esclarecimento:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;«O Clube Bilderberg procura a era do pós-nacionalismo: quando não haverá países, mas sim apenas regiões da Terra e valores universais. Isto é, uma economia universal, um governo universal (nomeado e não eleito) e uma região universal. Para garantirem estes objectivos, os bilderbergers defendem “mais abordagem técnica e menos conhecimento por parte do público.&lt;br /&gt;Isto reduz as possibilidades de a população se inteirar do plano global dos senhores do mundo e criar uma resistência organizada».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O seu objectivo final é o controlo de absolutamente todo o mundo, em todos os sentidos da palavra. Actuam como se fossem Deus na Terra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;– Segundo o livro de Daniel Estulin, são 15 os objectivos do Clube Bilderberg.&lt;br /&gt;– Após as sínteses anteriores, e por razões de espaço, julgo ser suficiente apontar somente o primeiro desses objectivos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;«Um Governo Único Mundial com um único mercado globalizado, policiado por um exército mundial, uma moeda mundial única, regulada financeiramente por um banco Mundial».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cidadão comum acredita ou não na tese defendida pelo Club Bilderberg assim como, de igual modo, na tese defendida pela União Ibérica – ambas publicitadas na internet.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há, e sempre houve, os que baseiam a credibilidade no engenho humano – na criação e aproveitamento dos chamados Ventos da História… e os outros, os Velhos do Restelo, que sempre a contrariaram.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em resumo:&lt;br /&gt;– Os bilderbergers acreditam num Governo Único Mundial…&lt;br /&gt;– Os iberistas acreditam numa União Ibérica:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«A MELHORIA DA VIVÊNCIA DOS PORTUGUESES E ESPANHOIS, EXCEPCIONAL PRESENÇA NA UNIÃO EUROPEIA E NO MUNDO RESIDIRÁ NUMA UNIÃO IBÉRICA CONSTITUIDA POR ESTADOS FEDERADOS DAS SUAS REGIÕES E ILHAS».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ambos têm a consciência de que haverá, a prazo a solução de ambos os casos. O futuro dirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Porém, no primeiro caso, parece ser mais credível aceitar um futuro que o enquadre para além do presente século, enquanto o segundo caso se constitua nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;– Mendonça Júnior,&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:lale.amizade@gmail.com"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-526531983821885638?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/526531983821885638/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=526531983821885638' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/526531983821885638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/526531983821885638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2008/02/bilderberg-e-ibria.html' title='BILDERBERG e IBÉRIA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R6cWFxoQLnI/AAAAAAAAAGw/AyDO2PB_AIo/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-8372343884190874712</id><published>2008-01-09T05:03:00.000-08:00</published><updated>2008-03-14T04:42:48.358-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIX)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R4TI0WlEooI/AAAAAAAAAGg/o2vs_P1MWvw/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153464675358515842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R4TI0WlEooI/AAAAAAAAAGg/o2vs_P1MWvw/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;«A MELHORIA DA VIVÊNCIA DOS PORTUGUESES E ESPANHOIS, EXCEPCIONAL PRESENÇA NA UNIÃO EUROPEIA E NO MUNDO RESIDIRÁ NUMA UNIÃO IBÉRICA CONSTITUIDA POR ESTADOS FEDERADOS DAS SUAS REGIÕES E ILHAS».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 – Vejo com prazer que se vai clarificando cada vez mais tese da UNIÃO IBÉRICA que temos vindo a publicar, desde 2 Abril de 2002 nos jornais de grande referência da Comunicação Social, e, posteriormente na internet desde 21 de Abril de 2005 em diante.&lt;br /&gt;1.1 – No total, até hoje, são 50 artigos meus e de personalidades portugueses e espanholas que concordam com a tese.&lt;br /&gt;1.2 – Do lado espanhol dizem que, por enquanto, só lhes interessa o sector económico e nalguns “buracos” onde os portugueses não querem aproveitar por incompetência ou “horror ao trabalho”.&lt;br /&gt;1.3 – Do lado português ainda há quem pense em considerar Espanha como o “papão” que engolirá Portugal.&lt;br /&gt;Esquecendo-se que durante a multissecular vivência dos dois países os portugueses sempre venceram, em renhidas batalhas os espanhois. Está hoje provado que hoje uma guerra entre os dois seria impossível de acontecer, dado que ambos fazem parte da União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Numa federação todos estão em pé de igualdade dependendo democraticamente quem a irá governar e durante o tempo que lhe for constitucionalmente atribuído. Nesse sentido não estará fora de questão que, um dia, o governo possa ser formado por portugueses inclusive o presidente da federação se sitiar em Lisboa se assim for decidido por ambas as partes.&lt;br /&gt;2.1 – Como já sucedeu na UE: portugueses acabam de o passar aos eslovenos e será assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – SOBERANIA E INDEPENDÊNCIA: há que distinguir.&lt;br /&gt;3.1 – Portugal já perdeu muito da sua soberania (agora a cargo de Bruxelas) mas não perdeu a sua independência que ficou agora mais forte por fazer parte da UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – INGENUIDADE: para os que classificam a tese dessa maneira sugerimos uma vista aos países que se federaram, obviamente cada um à sua maneira: Alemanha, Áustria, Austrália Bélgica, Brasil, Grã-Bretanha, Rússia, Suiça, etc. que sobrevivem cada vez mais fortes, como se sabe, pela união das suas regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Para aqueles que não acreditam no Pai Natal…faço votos que, para o ano, se enquadrem na idiossincrasia tradicional multissecular dos &lt;strong&gt;portugueses de gema para se orientarem numa realística futura soberania e independência&lt;/strong&gt; aliando-se nas suas e outras regiões como o fizeram, &lt;strong&gt;em antanho,&lt;/strong&gt; do Minho a Timor e que agora, para garantir a sua sobrevivência, é do melhor bom senso, debater o objectivo da tese que defendemos e que já está a dar os primeiros passos.&lt;br /&gt;5.1 – Em síntese: as regiões de Portugal+as regiões de Espanha=Federação Ibérica.&lt;br /&gt;5.2 – Isto é, uma federação que se constituirá com mais de 50 milhões de habitantes.&lt;br /&gt;5.3 – Formar-se-á mais um fortíssimo estado na UE, onde a votação “per capita” é decisiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;6 – O “braço dado” na constituição da FEDERAÇÃO IBÉRICA trará extraordinários benefícios para portugueses e espanhois o que será amplamente reforçado pelas milionárias afinidades culturais do binário Portugal-Espanha no Mundo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;Temas e Debates&lt;br /&gt;– Mendonça Júnior,&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:mendoncajunior@gmail.com"&gt;mailto:mendoncajunior@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:lale.amizade@gmail.com"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-8372343884190874712?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/8372343884190874712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=8372343884190874712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8372343884190874712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8372343884190874712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2008/01/federao-ibrica-xix.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIX)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R4TI0WlEooI/AAAAAAAAAGg/o2vs_P1MWvw/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-4566901956633479238</id><published>2007-11-21T04:43:00.000-08:00</published><updated>2008-10-06T09:54:33.271-07:00</updated><title type='text'>INDEPENDÊNCIA DA MADEIRA? NÃO! FEDERAR-SE -SE NUMA UNIÃO IBÉRICA IBÉRIC!A? SIM!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R0QsY7jNbLI/AAAAAAAAAGI/Fh4g-qrSWKA/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135278281923062962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R0QsY7jNbLI/AAAAAAAAAGI/Fh4g-qrSWKA/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;No dia 13 de Novembro de 2007 na página do Diário de Notícias na Internet, – no terceiro texto das suas epígrafes no NACIONAL – inseriu um longo comentário de Gabriel Drumond que intitulou: “Estamos num país que vive uma ditadura”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O deputado do PSD/MADEIRA iniciou a sua opinião, aos jornalistas Lília Bernardes e Manuel Nicolau-DN FUNCHAL, dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;«Não é falta de bom senso voltar a falar da independência da Madeira?» (sic).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E acrescentou:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;«Não. Para mim a independência da Madeira é um assunto que está presente desde 1974.&lt;br /&gt;Nunca perguntaram ao povo da Madeira que estatuto político queriam para as “ilhas adjacentes”.&lt;br /&gt;A Constituição de 1976 foi uma farsa.&lt;br /&gt;Chamaram-nos regiões autónomas mas restringiram-nos poderes de tal forma que o Estado enviou um ministro da República residente que, ainda hoje, continua hospedado no Palácio de São Lourenço, agora com o título de representante» (sic).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;De imediato apraz-me perguntar se nessa altura, 1976, o Povo da Madeira, foi consultado sobre o que significava ser uma “região autónoma”?&lt;br /&gt;Todos sabemos que não foi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal era do Minho a Timor e depois passou a ser do Minho ao Algarve com mais duas regiões autónomas: Madeira e Açores.&lt;br /&gt;É sabido que se tratou de um estatuto político mais avançado em termos de soberania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para o Sr. Deputado não chega que a Madeira tenha uma “verdadeira autonomia” como a que na realidade foi constituída.&lt;br /&gt;Isto é:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;«Partilhar a mesma bandeira, hino, Presidente da República, Forças Armadas, polícias, Negócios Estrangeiros» (sic).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O Sr. Deputado quer mais quando diz:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«O resto seremos nós a legislar» (sic).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Com essa ideia o Sr. Deputado defende uma independência para a Madeira.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Deputado do PSD/M dá a entender que quer continuar a ser Português!&lt;br /&gt;Já pensou que com a independência os madeirenses deixariam de ser Portugueses… com sucedeu nos nossos ex-territórios de Além-Mar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Sr. Deputado do PSD/M…&lt;br /&gt;Não lhe ocorreu que para serem os madeirenses a legislar, como defende, já existem estatutos políticos onde se partilha também esse poder legislativo – actualmente em vivência em vários países no nosso Planeta – que se chamam &lt;strong&gt;FEDERAÇÕES&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, a União Ibérica tem vindo a publicitar, também na Internet, uma tese:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;«A MELHORIA DA VIVÊNCIA DOS PORTUGUESES E ESPANHOIS, EXCEPCIONAL PRESENÇA NA UNIÃO EUROPEIA E NO MUNDO RESIDIRÁ NUMA UNIÃO IBÉRICA CONSTITUIDA POR ESTADOS FEDERADOS DAS SUAS REGIÕES E ILHAS».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, Sr. Deputado do PSD/M…&lt;br /&gt;Não será de melhor bom senso evitar esse seu radicalismo e desbocadas acusações do modo como terminou os seus comentários:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;«Estamos num país que vive uma ditadura. Comparo Sócrates a Hugo Chávez da Venezuela. Só que Chávez está a fazer uma revolução, Sócrates é mais o Putin de Portugal, um mentiroso» (sic).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria.&lt;br /&gt;– Fundador e Presidente do “blog” UNIÃO IBÉRICA:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Temas e Debates&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;– Mendonça Júnior,&lt;br /&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:mendoncajunior24@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;mendoncajunior24@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Senado News, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:senadonews@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;senadonews@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– União Ibérica, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica.federacao@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;uniaoiberica.federacao@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;– Liga da Amizade Luso Espanhola-LALE, site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://ligaamizadelusoespanhola.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:lale.amizade@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lale.amizade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-4566901956633479238?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/4566901956633479238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=4566901956633479238' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/4566901956633479238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/4566901956633479238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/11/independncia-da-madeira-no-federar-se.html' title='INDEPENDÊNCIA DA MADEIRA? NÃO! FEDERAR-SE -SE NUMA UNIÃO IBÉRICA IBÉRIC!A? SIM!'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/R0QsY7jNbLI/AAAAAAAAAGI/Fh4g-qrSWKA/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-8142428696852010108</id><published>2007-10-26T03:56:00.000-07:00</published><updated>2007-10-26T04:16:43.155-07:00</updated><title type='text'>OTA E TGV... ESCOLHAS FORÇADAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RyHMHqCPfXI/AAAAAAAAAFY/w6QKB1I3GVM/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125602282839178610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RyHMHqCPfXI/AAAAAAAAAFY/w6QKB1I3GVM/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Um novo ciclo iniciou-se na Europa no início deste século.&lt;br /&gt;Acreditamos que o cerne do futuro objectivo da UNIÃO EUROPEIA está na constituição de uma federação dos seus estados.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A sua concretização está dando os primeiros passos sócio-económicos.&lt;br /&gt;Porém em termos políticos vai depender fundamentalmente, nas próximas décadas, do desaparecimento dos “Velhos do Restelo” ainda motivados pelas históricas inércias nacionalistas do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As NOVAS GERAÇÕES já estão em marcha substituindo os valores tradicionais pelo emprego, a casa, as férias, o carro, aparelhagens electrónicas… enfim… vencer os novos desafios dos Ventos da História através de uma realística atitude pragmatista: “é glorioso ser rico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os neófitos em breve se irão aperceber do valor da força de uma união… a UE na qual estamos integrados: somos cerca de meio bilião de habitantes emparceirados em 27 Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um deles terá sempre algo a perder mas muito mais a ganhar através de uma disciplina de solidariedade comum na qual “a verdade de uma ideia reside na sua utilidade, definindo-se pelo seu êxito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim sendo as escolhas das localizações da OTA e TGV dependem forçadamente da UNIÃO EUROPEIA.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A OTA já foi sancionada, a seu tempo, pela UE por razões estratégicas não difíceis de entender dado que é evidente criar uma &lt;strong&gt;placa aérea logística preferencial para África &lt;/strong&gt;como as já existentes com igual objectivismo em Londres para o Extremo Oriente e Madrid para a América Latina todas situadas em áreas de inteligível escolha, “não desérticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pelas mesmas razões o acoplamento do TGV e da OTA é imprescindível.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para se criar, através de ambos o desenvolvimento e a utilização adequada dos meios de coação política, económica, psicológica e militar à disposição do poder político para se atingirem os objectivos por este fixados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Assim&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;será decidido.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Foi publicado na Internet, no “blogspot” UNIÃO IBÉRICA,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; em 26/10/07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-8142428696852010108?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/8142428696852010108/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=8142428696852010108' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8142428696852010108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8142428696852010108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/10/ota-e-tgv-escolhas-foradas.html' title='OTA E TGV... ESCOLHAS FORÇADAS'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RyHMHqCPfXI/AAAAAAAAAFY/w6QKB1I3GVM/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-6629280497198366975</id><published>2007-09-09T07:54:00.000-07:00</published><updated>2007-09-09T08:02:38.806-07:00</updated><title type='text'>INTERROGAÇÕES!!!???</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RuQK7aWO56I/AAAAAAAAAFA/NDA9WPyfnS4/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108219893146118050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RuQK7aWO56I/AAAAAAAAAFA/NDA9WPyfnS4/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(*) Mendonça júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Recordando a secular expressão da gota de água em pedra dura… parece oportuno reproduzir o secular ditado:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 – …a gota de água seria:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«A MELHORIA DA VIVÊNCIA DOS PORTUGUESES E ESPANHOIS, EXCEPCIONAL PRESENÇA NA UNIÃO EUROPEIA E NO MUNDO RESIDIRÁ NUMA UNIÃO IBÉRICA CONSTITUIDA POR ESTADOS FEDERADOS DAS SUAS REGIÕES E ILHAS».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2 – … a pedra dura seria:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Os que ainda persistem em confundir a Federação Ibérica, que se defende na União Ibérica aqui exposta na internet, como “mais uma região autónoma de Espanha”, por exemplo, como foi ultimamente opinada por Saramago».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – Sobre este ponto apraz reproduzir as últimas opiniões que têm chegado verbalmente ou por esta via:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;3.1 – “Gostava de não ter de aceitar uma decisão de Federação, porque o mais forte tem sempre mais potencialidade de impor a sua vontade e os seus interesses”.&lt;br /&gt;3.2 – “Nós estaríamos nas actuais condições dos Bascos, para pior, porque os Bascos têm grande riqueza mineral e industrial e são pessoas válidas”.&lt;br /&gt;3.3 – “Enquanto nós, pelo contrário, não dispomos de recursos naturais e, como pessoas, só temos defeitos... desorganizados, preguiçosos, calaceiros, desonestos, invejosos, desconfiados...”&lt;br /&gt;3.4 – “Por vezes, perante a incapacidade dos governantes que nos têm gerido nas últimas décadas, poder-se-á concluir que nada seria melhor sob a pata de um poder ibérico.”&lt;br /&gt;3.5 – “Mesmo que essa hipótese pudesse ser actualmente encarada só o deveria ser depois de na Península haver vários Estados dispostos a federarem-se”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De igual modo parece também ser oportuno, reproduzir um outro secular ditado que recorda que Roma e Pavia não se fizeram num dia:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;4 – Sobre este ponto apraz reproduzir as últimas razões de ser, verbais ou por esta via, que se têm vindo a contrariar a “pedra dura”:&lt;br /&gt;4.1 – Há que dar tempo ao tempo.&lt;br /&gt;4.2 – Mas atenção...já há cerca de um terço de portugueses que aceitariam a opinião de Saramago. Esse número irá aumentar... não tenhamos qualquer dúvida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;4.2.1 – Os portugueses de hoje só cerca de 5% têm valoração aos níveis dos melhores do Mundo. A genética dos outros 95% é muito inferior. Sobre isto existe um blogue, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt; , no SENADO NEWS de 22 de Outubro de 2005 intitulado "IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;4.3 – Por outro lado há que evitar soluções independentistas como sucedeu nas nossas ex-colónias... atenção à Madeira "que já está com o pé no estribo".&lt;br /&gt;4.4 – A União Ibérica defende a FEDERAÇÃO IBÉRICA que será resolúvel a prazo.&lt;br /&gt;4.5 – Será uma atitude – que irá novamente substituir os “Velhos do Restelo” – a tomar pelas Novas Gerações Portuguesas de acordo com os actuais “Ventos da História” que por cá só começaram a ser aceites há cerca de três décadas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;4.6 – Numa federação de estados federados são respeitados os valores tradicionais de cada um e os mais fracos são apoiados pelos mais fortes sob uma constituição para ser cumprida igualmente por todos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;Foi publicado na Internet, no “blospot” SENADO NEWS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-6629280497198366975?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/6629280497198366975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=6629280497198366975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6629280497198366975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6629280497198366975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/09/interrogaes_09.html' title='INTERROGAÇÕES!!!???'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RuQK7aWO56I/AAAAAAAAAFA/NDA9WPyfnS4/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-1125869528990069546</id><published>2007-07-31T02:25:00.000-07:00</published><updated>2007-07-31T02:56:53.934-07:00</updated><title type='text'>LIBERTAD...es</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*)Alberto Recarte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;1. Introducción.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Tenemos la desgracia de vivir en un Estado de las autonomías, que no es un Estado federal ni confederal, sino uno en el que las élites políticas autonómicas tienen el privilegio, y la obligación, de gastar.&lt;br /&gt;Sin responsabilidad, porque sus ingresos provienen, fundamentalmente, de los impuestos directos e indirectos que recauda la Administración central y que después distribuye en función de dónde se han recaudado los fondos, de la necesidad de garantizar un nivel de servicios mínimos a todos los españoles, sea cual sea la autonomía en la que residan, y de acuerdo con otra série de variables, que influyen menos, como el número de habitantes, la densidad de población o la situación geográfica.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;En otra ocasión comentaremos esas otras variables, hoy por hoy en absoluta incertidumbre tras el acuerdo de Rodríguez Zapatero con Artur Mas, el líder de CiU, que se ha trasladado en gran parte al recurrido Estatuto de Cataluña.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, sería injusto no reconocer una de las virtudes de la organización autonómica, en concreto la de la cercanía a los habitantes de la región, mucho mayor que la del estado centralizado, y su consecuencia lógica, poder dirigir el gasto público, en principio, de una forma más eficiente.&lt;br /&gt;Desgraciadamente, las posibilidades de esa cercanía se truncan si al frente del Gobierno de la nación figuran personas sectarias, en lugar de hombres de estado.&lt;br /&gt;Y, por más que haya diferencias abismales entre la gestión, visión de futuro y patriotismo de unos líderes autonómicos y de otros, la pulsión del gasto, sin responsabilidad en la obtención de los ingresos, termina por afectar a la mayoría de los líderes autonómicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2. Las autonomías: centrales de gasto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Las autonomías son centrales de gasto. Una parte de sus ingresos los obtienen con lo que recaudan por los tributos cedidos totalmente por la Administración central: los impuestos sobre el patrimonio, sucesiones y donaciones, el de transmisiones patrimoniales y actos jurídicos documentados, el del juego, algunas tasas y otros de menor importancia, como el céntimo sanitario.&lt;br /&gt;Pero lo fundamental son los porcentajes de impuestos estatales transferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incluso las decisiones de la Comunidad de Madrid, suprimiendo los impuestos sobre sucesiones y donaciones y rebajando un punto el IRPF, significan un sacrifício tributario menor frente a los ingresos y gastos totales de la autonomía madrileña.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Concretamente, en Madrid, el sacrificio tributario de esas medidas supone, en frío, alrededor de 500 millones de euros anuales.&lt;br /&gt;En frío, porque el incremento de donaciones y las sucesiones, a precios de mercado, compensan, en una pequeña parte, ese sacrificio fiscal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Comunidad de Madrid gasta al año en torno a los 18.000 millones de euros. En 2007, los ingresos totales de la autonomía madrileña aumentarán casi un 10% sobre los de 2006; en total, más de 1.650 millones de euros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Y el gasto aumentará en esa misma cuantía. Madrid es la más virtuosa de las autonomías, porque invierte en infraestructuras, educación y sanidad –por el crecimiento de la población inmigrante– mucho más que Cataluña, el País Vasco o Andalucía.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;En Cataluña, por su parte, la nomenklatura gobernante quiere subir los impuestos para gastar más y se queja de la competencia fiscal de Madrid, que es, como hemos visto, mínima.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ridículo, si no fuera trágico.&lt;br /&gt;Trágico,&lt;/strong&gt; porque políticamente todas las autonomias están contribuyendo a romper políticamente España.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trágico,&lt;/strong&gt; porque el éxito de las políticas autonómicas ocurre en función de su capacidad de gestión, sí, pêro medida no por la virtud de cómo y sobre qué se recaudan los impuestos, sino por su capacidad global de gastar, valorando escasamente que el gasto sea el mejor posible.&lt;br /&gt;Se juzga el efecto en el voto potencial de la población, no que sea la mejor alternativa económica posible.&lt;br /&gt;También valoran los ciudadanos, conscientes de la importancia del gasto autonómico, las relaciones con la Administración central, pues el Gobierno de la nación puede aprobar políticas "nacionales" que supongan gasto público que favorezca a los habitantes de ciertas autonomias frente a otras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A quien dude de la deriva populista de las autonomías, le animo a leer los programas electorales de los diferentes partidos para las últimas elecciones. Se habla de gasto, de servicios, de inversiones, de compromisos. Pero no de cómo se van a financiar todos esos compromisos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;3. La importancia de no hacer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Las autonomías apenas influyen com sus políticas en el desarrollo de las propias regiones o en el del conjunto de España, pero pueden impedir el desarrollo económico con su intervencionismo.&lt;br /&gt;Pueden encarecer el suelo si no lo crean con suficiente agilidad. Pueden alejar a las industrias y limitar el derecho a urbanizar, con la consecuencia de subir el precio de las viviendas com disposiciones medioambientales excesivas o imponiendo un urbanismo de alto coste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden dificultar &lt;/strong&gt;la creación de empleo si no permiten la libertad empresarial a la hora de establecerse o impiden la reducción de plantillas, si las empresas se ven obligadas a hacerla por falta de demanda para sus productos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden alterar&lt;/strong&gt; el funcionamiento normal de los mercados si se corrompen.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden encarecer&lt;/strong&gt; la cesta de la compra si no permiten la libertad comercial, de horarios, y la instalación de grandes superficies por el temor a perder el voto de los pequeños comerciantes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden dificultar&lt;/strong&gt; la competencia si obligan a utilizar un idioma diferente del español.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden maleducar&lt;/strong&gt; si no imponen disciplina en las aulas y exigencia en los programas educativos en lod colégios.&lt;br /&gt;colegios.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden impedir&lt;/strong&gt; la excelencia y la inversión en I+D si ponen límites a la apertura de universidades privadas y condicionan sus políticas formativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;4. La importancia de hacer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Las autonomías pueden, por el contrario, abaratar&lt;/strong&gt; la mano de obra si invierten lo que deben en infraestructuras, pues las carências aumentan el coste y el tiempo de transporte entre domicilios y puestos de trabajo y entre las propias empresas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden, y es mucho, evitar errores&lt;/strong&gt; intervencionistas, como forzar a las cajas de ahorro, que dependen de ellas, a invertir en proyectos en los que los políticos autonómicos tengan intereses políticos o económicos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pueden, por otra parte, rebajar &lt;/strong&gt;impuestos; concretamente, podrían rebajar sustancialmente el tipo de IRPF y suprimir el impuesto sobre el  patrimonio, además, por supuesto, del de donaciones y sucesiones, pêro es tal el nivel de obligaciones sociales futuras en que están incurriendo ya todas las autonomías, por sus compromisos educativos y sanitarios, que esa via está cegada para casi todas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En esto la Comunidad de Madrid ha dado un magnífico ejemplo a todas las autonomías, pues ha demostrado que con un sacrificio fiscal pequeño se pueden conseguir magníficos resultados, y es que los impuestos sobre donaciones y sucesiones son especialmente nocivos para el ahorro y la inversión.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Como lo es el del patrimonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;5. La dependencia fiscal autonómica y el sectarismo del Gobierno nacional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Es una paradoja que en un "Estado de las autonomías", en las que estas gastan cada vez más y la Administración central tiene cada vez un menor porcentaje del gasto total, que la dependencia fiscal de las autonomías sea la misma, o incluso que crezca con el paso del tiempo, pues el Gobierno nacional puede intervenir en el reparto de fondos entre ellas, falseando lo que se supone es el ámbito competencial transferido.&lt;br /&gt;Transferir más fondos para gastos ineficientes puede que incremente el poder de los líderes de las autonomías agraciadas en el reparto, pero también acentúa los impulsos a los comportamientos irresponsables y centrifugadores de las clases políticas regionales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La forma en que se financia el Estado de las autonomías provoca efectos negativos sobre la cohesión nacional, que son más evidentes ahora porque las competências transferidas son mayores y, simultáneamente, nos encontramos con una situación de debilidad y sectarismo en el Gobierno nacional, que se traduce en un reparto de fondos nacionales entre autonomias por intereses de partido.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Con este tipo de financiación, cuantas más competencias tienen las autonomías, más dependientes son del poder central.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta situación de dependencia la aprovechan los gobiernos nacionales sectarios, como el actual de Rodríguez Zapatero, para favorecer o castigar a los afines o contrários políticamente.&lt;br /&gt;Concretamente, el actual Gobierno aprobó una partida extraordinaria, entre 2.000 y 3.000 millones de euros, para saldar una supuesta deuda histórica com Andalucia.&lt;br /&gt;Y se ha comprometido con Cataluña para invertir más allí, esté o no justificado, para pagar el apoyo de los nacionalistas catalanes.&lt;br /&gt;En cambio, no ha invertido nada en Madrid y ha puesto trabas a las inversiones en infraestructuras que ha realizado esta Comunidad con fondos propios, con el objeto de dificultar su desarrollo y, sobre todo, empañar la buena imagen de los políticos autonómicos del PP.&lt;br /&gt;También ha paralizado el trasvase del Ebro, para satisfacer el nacionalismo y el localismo de aragoneses y catalanes y, de paso, castigar a valencianos, murcianos y almerienses, que cometen el pecado de votarles poco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estas políticas económicas discriminatorias entre autonomias por parte del Gobierno nacional, sin embargo, se convierten muchas veces en obstáculos insuperables para el desarrollo de las regiones que más dinero reciben y menos reformas hacen, por más que sean rentables políticamente.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;En concreto, los mayores fondos pueden utilizarse para pagar un mayor número de funcionários autonómicos de los necesarios.&lt;br /&gt;Lo que ocurre en Extremadura, que sí que vota socialista, y que há incrementado el número de los empleados públicos, contratados sin oposición, hasta el punto que suponen más del 22% del total de los ocupados en esta región, frente al 13% del conjunto de España.&lt;br /&gt;Y la financiación del PER, que sigue vivo en ambas autonomías, es una forma de subvencionar la parálisis económica.&lt;br /&gt;Ambas políticas de gasto logran lo que persiguen, sometimiento político y dinero fácil, pero a cambio de estancamiento económico.&lt;br /&gt;Crean empleo artificial y limitan tanto la necesaria emigración a otras zonas en las que sí pudiera haber trabajo como las inversiones en nuevas industrias o servicios, porque ninguna empresa puede competir con niveles salariales artificialmente altos y que ni siquiera requieren presentarse a trabajar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Si en Andalucía há aumentado el voto del PP es, en parte, al margen de su defensa de la Constitución, porque hay muchas zonas, como Almería, Málaga, Cádiz y Huelva, que viven hoy más de una agricultura moderna y del turismo que de las subvenciones públicas desincentivadoras del trabajo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;La última decisión económica sectaria puesta en marcha por el Gobierno nacional, que afecta gravemente a los ingresos – y gastos– de las autonomías, es no reconocer su población de hecho, sobre la base de poner obstáculos para identificar a la población de derecho en las autonomias gobernadas por el PP, que es donde más ha aumentado la población.&lt;br /&gt;El caso de la de Madrid es paradigmático, pues se ha utilizado el antiguamente respetado INE para esta sucia tarea.&lt;br /&gt;La razón es económica, pues las transferências de la Administración central a las autonomías dependen en parte, como se ha señalado anteriormente, de la población.&lt;br /&gt;Aquellas donde aumenta la población se encuentran con mayores gastos en educación, sanidad y gastos sociales de todo tipo y, si son del PP, sin ingresos adicionales para atenderlos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;6. ¿Políticas económicas autonómicas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Nos encontramos, pues, con un Estado con autonomías com competencias cada vez mayores, que ingresan y gastan más que la Administración central, pero que no son responsables sobre gran parte de sus ingresos y que tienen incentivos enormes para gastar. Y que, en la medida en la que se comprometen a prestar, por intereses electorales, servicios públicos cada vez más extensos y más costosos, se hacen más dependientes del Gobierno de la nación, pues según los criterios de reparto de fondos que se utilicen se beneficiarán unas u otras autonomías.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, esa política de gasto continuo, en aumento exponencial, que explica en gran parte la continuidad en su cargo por tiempos inauditamente largos de los dirigentes políticos autonómicos, no debe engañarnos respecto a que las autonomías, precisamente por su sistema de financiación, se han convertido en departamentos administrativos de gasto, capaces de impedir el desarrollo de sus respectivas autonomías, pero sin auténtica independencia para proponer o impulsar políticas económicas propias que puedan afectar el crecimiento de la propia autonomía de forma significativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es posible que a muchos dirigentes autonómicos les resulte incomprensible esa afirmación porque, sin duda, consideran que son muchas las decisiones económicas que pueden tomar; y toman.&lt;br /&gt;Por ejemplo, la libertad para acometer cambios tributarios a que se ha hecho referencia, la no puesta en práctica de políticas negativas para el crecimiento económico –a pesar de la presión de los sindicatos y las presiones intervencionistas de muchos políticos autonómicos– y los esfuerzos para el desarrollo de infraestructuras.&lt;br /&gt;Pero estas decisiones no significan que las autonomías puedan tener, y tengan de hecho, políticas económicas dignas de este nombre, y que el crecimiento de las autonomías y del empleo dependa de unas políticas que en realidad tienen muy poço peso en el mismo.&lt;br /&gt;Las autonomias pueden hacer políticas que impidan el crecimiento económico, pêro tienen muy poca capacidad para aumentarlo en sus respectivos territorios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El crecimiento económico díspar entre autonomías en España depende mucho más de otros factores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En primer lugar&lt;/strong&gt;, del crecimiento mundial, del europeo, y, sobre todo del español en su conjunto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En segundo lugar&lt;/strong&gt;, de políticas económicas nacionales.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En tercer lugar&lt;/strong&gt;, de tendencias generales que existen desde los años 70 y 80 del siglo XX y que ya preveían el estancamiento de la cornisa cantábrica y un mayor desarrollo de Levante, el eje del Ebro y Madrid.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En cuarto lugar&lt;/strong&gt;, de la presencia secular, o no, de empresas públicas subvencionadas y de la existencia, o no, de un tejido industrial viejo, heredado de la época del&lt;br /&gt;proteccionismo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En quinto lugar&lt;/strong&gt;, del nivel de formación de la población.&lt;br /&gt;Y, en sexto lugar, de un conjunto de factores de la más diversa índole, como la existencia de una buena red de comunicaciones e infraestructuras, del clima, de la historia, de la existencia o no de activos culturales, como museos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En fin, de un innumerable conjunto de datos históricos con relevância económica, de políticas internacionales y nacionales y un poco de políticas activas propias.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lo que sí pueden hacer, repito, es dificultar el crecimiento, tomando decisiones arbitrarias, populistas, limitadoras de los derechos individuales y corromper el mercado de bienes y servicios, desde el del suelo hasta el del trabajo, desde el de la vivienda hasta el de los que&lt;br /&gt;componen la cesta de la compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;7. Conclusión&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Si finalmente el PP tuviera el coraje para proponer, junto con el imprescindible apoyo del PSOE (que no podría ser el de Rodríguez Zapatero) o de un número significativo de otros partidos, la reforma de nuestra maltrecha Constitución, en concreto del título VIII, y transformar definitivamente a España en un Estado federal, separando las competencias entre la Administración central y las autonomías, creo que se pondría freno a la tendencia centrifugadora de lo nacional del Estado de las autonomías.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ello incluiría modificar radicalmente el sistema de financiación autonómica.&lt;br /&gt;Cada autonomía debería ser libre para determinar qué impuestos establece y con qué tipo y sólo podría recibir transferencias de la Administración central para asegurar mínimos vitales y la financiación de algunos servicios, como la salud, pues la educación debería ser libre, aunque financiada a través de cheques escolares y universitarios por el Estado central. Y manteniendo férreamente centralizada la Seguridad Social y el Instituto Nacional de Empleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Un cambio de este tipo permitiria resolver, o al menos ayudar a hacerlo, los problemas históricos de algunas autonomías y convertir a las clases políticas autonómicas en responsables de sus ingresos y sus gastos.&lt;br /&gt;Dejarían así de ser agentes impulsores del gasto público, que ganan cuando otras autonomias pierden, y tendrían que renunciar a esas políticas que, una y otra vez, sin tener en cuenta los intereses nacionales, intentan lograr apoyos populares con políticas populistas o victimistas que en estos años ha sido posible financiar, pero que entrarán en una tremenda crisis financiera cuando descienda significativamente el crecimiento, las transacciones inmobiliarias y la creación de empleo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) La deriva populista de las autonomías&lt;br /&gt;Foi publicado na Internet, &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; em 31/07/07.&lt;br /&gt;Os &lt;strong&gt;negritos &lt;/strong&gt;são da responsabiliade da UNIÃO IBÉRICA.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-1125869528990069546?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/1125869528990069546/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=1125869528990069546' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/1125869528990069546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/1125869528990069546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/07/libertades.html' title='LIBERTAD...es'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-7889645730086801317</id><published>2007-07-21T03:23:00.000-07:00</published><updated>2007-07-21T03:59:29.483-07:00</updated><title type='text'>SARAMAGO ANDA PERTO... MAS NÃO TANTO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RqHmxd1h-4I/AAAAAAAAAE4/1zD1aph4Dzg/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5089602791402503042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RqHmxd1h-4I/AAAAAAAAAE4/1zD1aph4Dzg/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;Em pleno dia das eleições, 15/07/07, José Saramago publicitou que devíamos assumir claramente a nossa vocação de província espanhola.&lt;br /&gt;Afirmou textualmente:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;« Portugal acabará por integrar-se em Espanha»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na sondagem efectuada pelo SOL, 23/09/06, 28% dos portugueses pronunciaram-se a favor da integração.&lt;br /&gt;Na inquirição televisiva do SIC NOTÍCIAS, 19/07/07, 45% dos portugueses pronunciaram-se a favor da integração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros, ouvido de imediato pela mesma via, não se mostrou, em nada, preocupado pela integração agora publicitada pelo galardoado Nobel da Paz. Opinou sobre o homem e desdramatizou a integração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão do tema pelos portugueses e espanhois não é de hoje.&lt;br /&gt;O que a seu tempo originou por cá… “de Espanha nem bom vento nem bom casamento”.&lt;br /&gt;Porém, actualmente em termos da globalização:&lt;br /&gt;– económica, a integração é valorada tanto por cá como por lá.&lt;br /&gt;– social, a integração, cresce mais por cá do que por lá.&lt;br /&gt;– política, a integração mantém-se como no passado, tanto por cá como por lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado de cá está a ressurgir uma guerrilha entre:&lt;br /&gt;– os iberistas, são os que defendem a integração de Portugal em Espanha;&lt;br /&gt;– os não iberistas, os que não defendem a integração de Portugal em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Internet através de « &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; » culminou-se um estudo epigrafado &lt;strong&gt;UNIÃO IBÉRICA&lt;/strong&gt;, sobre a história dos dois países – estudo que se arrastou por mais de duas décadas – sobre as intervenções comuns das vivências dos dois países desde a divisão do condado de Dom Henrique pelas suas duas filhas: Dona Teresa, o embrião do Portugal de hoje, e de Dona Urraca o mesmo de Espanha.&lt;br /&gt;Concluiu-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«A MELHORIA DA VIVÊNCIA DOS PORTUGUESES E ESPANHOIS, EXCEPCIONAL PRESENÇA NA UNIÃO EUROPEIA E NO MUNDO RESIDIRÁ NUMA UNIÃO IBÉRICA CONSTITUIDA POR ESTADOS FEDERADOS DAS SUAS REGIÕES E ILHAS».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entretanto Portugal passará a ser constituído – promessa do actual Governo – por regiões autónomas. Cremos que a somar à Madeira e aos Açores as regiões serão mais quatro: Norte, Centro, Estremadura e Algarve.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Espanha já se constitui por regiões autónomas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascerá assim a &lt;strong&gt;Federação Ibérica&lt;/strong&gt; integrada na UE, como as que lá já estão representadas. Será uma federação a exemplo de outras como as que já existem no Mundo. Assim como também as previsíveis federações a constituir em África, e no Iraque por três estados federados: curdos, sunitas e xiitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Saramago andou perto… mas não tanto!” quando pensou erradamente que &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Em Portugal…&lt;/strong&gt; todos queremos …mas não sabemos o que fazer com os portugueses”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Mas Nós Sabemos… no passado já o provámos!!! E no futuro… os eleitos das novas gerações vencerão as tempestades criadas pelos Novos Ventos da História.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Dado que as guerras ganham-se antes de se iniciarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;Foi publicado na Internet, &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; em 21/07/07.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-7889645730086801317?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/7889645730086801317/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=7889645730086801317' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/7889645730086801317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/7889645730086801317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/07/saramago-anda-perto-mas-no-tanto.html' title='SARAMAGO ANDA PERTO... MAS NÃO TANTO!'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/RqHmxd1h-4I/AAAAAAAAAE4/1zD1aph4Dzg/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-8980805158625759695</id><published>2007-05-09T03:31:00.000-07:00</published><updated>2007-05-09T03:39:27.040-07:00</updated><title type='text'>EU ME SINTO IBERISTA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*) Adalberto Barreto&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;De facto parece que a União Ibérica já existe.&lt;br /&gt;Agora o problema é que não existe de direito.&lt;br /&gt;Continuamos a comprar bens e serviços aos espanhois, cada vez em maior quantidade e os impostos que eles pagam são gastos integralmente em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nas escolas espanholas, nas estradas de Espanha, na Segurança Social Espanhola, o nosso escasso dinheiro também serve cada vez mais o estado social.&lt;br /&gt;Cada vez que compramos um bem “made in spain” espanhol não tem retorno.&lt;br /&gt;Cada vez que eu gasto 100€ no hipermercado 50€ vão para o fisco espanhol.&lt;br /&gt;O inverso não acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Não havendo integração política estamos cada vez mais “lixados”. Contribuímos e não recebemos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Mas não é por esse motivo que eu me sinto iberista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou também por razões culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que ser iberista é na sua essência mais patriótico do que ser nacionalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo a língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto um enorme fascínio pelo galego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de falar e ler espanhol (castelhano)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou apaixonado pela música tradicional galega e transmontana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto que a história dos povos peninsulares é comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li com igual paixão Villa Matas e Saramago. Camões e Cervantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou fã incondicional da banda desenhada espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro a Andaluzia e o Algarve (Córdova e Sines) e o nosso passado comum Al Andaluz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Sinto, por último, que só isto é maior patriotismo de que cantar um hino que nos manda marchar contra canhões ou gritar histericamente por uma equipa de futebol – fenómeno de massas contemporâneo que visa substituir a guerra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Um dos colaboradores da União Ibérica residente em Espanha.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-8980805158625759695?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/8980805158625759695/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=8980805158625759695' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8980805158625759695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/8980805158625759695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/05/eu-me-sinto-iberista.html' title='EU ME SINTO IBERISTA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-6863227687646906854</id><published>2007-03-19T16:14:00.000-07:00</published><updated>2007-03-20T07:46:18.425-07:00</updated><title type='text'>AVISO À NAVEGAÇÃO INTERNAUTA (II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/Rf8oWw2XIFI/AAAAAAAAAB0/EmHMCrZNppw/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5043794479213387858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/Rf8oWw2XIFI/AAAAAAAAAB0/EmHMCrZNppw/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;UNIÃO IBÉRICA – UI resolveu investigar um anúncio da&lt;br /&gt;“EURO MILLIONS LOTTERY INTERNATIONAL” – EMLI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;1 – UI, 17/01/07,&lt;/strong&gt; recebeu o email « &lt;a href="mailto:rebbeca@uboot.com/"&gt;mailto:rebbeca@uboot.com/&lt;/a&gt; » assinado por Mrs. Rebbeca Edward dizendo que tinha sido atribuído à União Ibérica um prémio de €915,222.80 de entre 25.000 nomes da &lt;em&gt;Ásia, Australia, New Zealand, Europe, North and South América, Midle East and Africa e rematava CONGRATULATIONS/YOU WON,CLAIM YOUR PRIZE; explicava: This programme is sponsored by EUROPEAN UNION/BILL GATES and WORLD INTERNATIONAL LOTTERY ORGANIZATION TO PROMOTE and ENHANCE the use of SOFT WARE IN THE GLOBAL WORLD.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;1.1,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A mensagem acrescentava&lt;/strong&gt; que, para dar início à reivindicação do prémio da lotaria, devia contactar o DR. WHITE BANES, como sendo o &lt;em&gt;claims agent,&lt;/em&gt; identificável pelo email « &lt;a href="mailto:alliedclaimagent@myway.com"&gt;alliedclaimagent@myway.com&lt;/a&gt; »; telefone 00 34 692 968 104 e pedia: &lt;em&gt;to provide him with your pin code x7EMLL300M. You are also advised to provide him with the under listed information as soon as possible.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;1.2, &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A listed information&lt;/em&gt; pedida para a UI lhes fornecer a identificação do vencedor do prémio, em termos de tal maneira minuciosos, que ia ao ponto de pedir, inclusivé, &lt;strong&gt;o número da sua conta bancária, o nome do banco e o seu swift/bic, o nome do beneficiário e o nome do seu país.&lt;br /&gt;1.3, Mais informava:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Remenber, all prize (money) must be processed not later than two weeks from the day you receive this notification. Any requirement not made before this date will be returned to the EUROPEAN UNION MINISTRY OF FINANCE of such country&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.4,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;And also be informed that 10% of your lottery winning belongs to the security company/Agent because they are the company that bought your ticket and payed the lottery on your name (mail address),&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;1.5,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;NOTE this 10% will be collected after you have received your winning prize because the money is insured in your name i.e. email address already.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;1.6&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Once again from all members of our staff and CONGRATULATIONS for being a part of our International promotions programme. We wish you good fortunes.&lt;br /&gt;Sincerely, MRS,REBBECA EDWARDS.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – UI, 26/01/07,&lt;/strong&gt; enviou o seguinte email ao DR. WHITE BANES com o total preenchimento (1.2). Inclusive os dados referentes a (1.2). &lt;strong&gt;Porém, referidos à identificação de uma conta bancária, prudentemente aberta, a zero.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – EMLI, 27/01/07,&lt;/strong&gt; enviou por email:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;We are delighted to inform you that approval &lt;strong&gt;is hereby granted in your favour&lt;/strong&gt; to transfer the total sum of €915, 222.80 being the value of your winning prize with us.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;3.1,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Be informed that this fund is insured on your name for security reasons, which means that will be paid to you in full amount without any deductions from anybody/corporate organizations for any reasons whatsoever.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;3.2&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;By a copy of this approval letter you are required to contact with our paying bank, PAYNE FCT BANK MADRID SPAIN ATTENTION: ROBERT MARIO TELEPHONE NUMBER 00 34 695 105 854. EMAIL &lt;/em&gt;&lt;a href="mailto:paynefct@madrid.com"&gt;&lt;em&gt;paynefct@madrid.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; FOR AN IMMEDIATE RELEASE OF MONEY.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;3.3,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;We sincerely urge you to co-operate with the instructions of the paying bank to speedy the completion of this payment without delay.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;3.4,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;NOTE: attached in this email is your prize winning certificate.&lt;br /&gt;Thanks and congratulations!!!&lt;br /&gt;Due regards, DR. WHITE BANES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;4 – UI, 30/01/07,&lt;/strong&gt; por email, solicita a Roberto Mario a identidade do seu banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 – EMLI, 30/01/07,&lt;/strong&gt; Roberto Mario, por email responde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bank: caja españa&lt;br /&gt;ADDRESS: VILLAVERDE ALTO MADRID-SPAIN&lt;br /&gt;ACCOUNT NO: 20960621993805661600&lt;br /&gt;IBAN NO: ES52 20960621993805661600&lt;br /&gt;SWIFT CODE: CSPAES2L&lt;br /&gt;BENEFICIARY: EMEKA DICKENS HUDSON&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;5.1,&lt;/strong&gt; Na mesma altura envia um &lt;em&gt;PAYNE FINANCE-CREDIT THURST emitido por Payment &amp; Verification Department (PVD) Calle Castelbisbal, 35B 28037 Madrid Spain – MADRID OFFICE que em síntese dizia o seguinte: We hereby inform you that we have received an official order from the International award lottery board to pay your fund Ref. No:…etc…valued at 915, 222.80 eur…etc…etc…&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;5.2,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;We required you to proceed with immediate payment of 1,960 euro only, being forest allocation bond charges (FABC) international cable bank transfer fee (COT) prior to remittance of your funds.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;5.3,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Upon payment/confirmation of the required charges, we shall swing into action to effects the transfer of your winning fund into your nominated bank BANCO…etc…which is subjected to confirmation in account, above within 48 hrs via electronic wire.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;5.4,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Finally, find attached below copy of the payment certificate as you are advised to comply of the payment with the above mandatory obligation within 72hrs of this notice.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;5.5,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;We humbly ask for your understanding to this development and we promise to transfer this fund without any delay. Mr.Marc Collins Rafa (Exec. Chairman PCFCTB, Madrid Spain.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 – UI, 01/02/07,&lt;/strong&gt; ponderou cuidadosamente o assunto; considerou que os factos positivos apresentados pela &lt;em&gt;“EURO MILLIONS LOTTERY INTERNATIONAL”&lt;/em&gt; – EMLI superavam algumas incongruências:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.1, mencionar,&lt;/strong&gt; Bill Gates (1);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.2 apresentar&lt;/strong&gt;, o certificado (3,4), EURO MILLIONS LOTTERY INTERNATIONAL COMPANY S.A.  encimado por um timbre “Lotterias y Apuestas del Estado”;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.3, revelar&lt;/strong&gt;, uma estrutura notável em termos de forma;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4, apresentar,&lt;/strong&gt; os dois certificados enviados (3.4 e 5.4), como notáveis obras coloridas de arte gráfica;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.5, dialogar&lt;/strong&gt;, com elevado grau de precisão e delicadeza, telefónica e escrita por email, com que se processaram todos os contactos – sendo só de estranhar, que os &lt;em&gt;nuestros hermanos&lt;/em&gt; se expressarem sempre em inglês; não quererem falar espanhol apesar das insistências da UI nesse sentido!!!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.6, referir, logo de início,&lt;/strong&gt; a elevada comissão de 10% a descontar do winning prize (1.4 e 1.5)??? sendo de estranhar, a sua elevada comissão!!!;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.7, referir, posteriormente&lt;/strong&gt;, sendo de estranhar, ter que se pagar !!! uma outra comissão (5.2)???;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.8, referir, posteriormente&lt;/strong&gt;, sendo de estranhar, não quererem enviar o winning prize !!! depois de serem descontadas as duas comissões (6.6 e 6.7) ???.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 – UI, 01/02/07, Quinta feira, enviou, por transferência bancária, os €1960,00 euros solicitados,(5.2).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 – UI, 02/02/07, Sexta feira, pesquisou no “google” EURO MILLIONS LOTTERY INTERNATIONAL e constatou que relatos de internautas diziam que era uma fraude chegando alguns a afirmar que não existia tal instituição.&lt;br /&gt;8.1, UI, de imediato, telefonou para o Ministério de Economia e Finanças de Madrid, telefone 00 34 915 958 348, que informou que não intervinha em lotarias de qualquer espécie e que qualquer documento, privado ou oficial, que registe “Lotterias y Apuestas del Estado”,(6.5), “é mentira, é uma fraude”.&lt;br /&gt;8.2, A embaixada de Portugal em Madrid, telefone 00 34 917 824 960 não confirmou a existência da EMLI.&lt;br /&gt;8.3, A ICEP em Madrid, telefone 00 34 915 672 500 e email « &lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:icep-madrid@icep.pt"&gt;&lt;strong&gt;icep-madrid@icep.pt&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; », não confirmou a existência da EMLI acrescentando que “era mentira… era uma fraude”.&lt;br /&gt;8.4, Os Serviços Comerciais de Espanha em Portugal, 21 781 76 40, não confirmaram a existência da EMLI.&lt;br /&gt;8.5, UI, 02/02/07, Sexta feira, logo após estas informações a juntar a (6.3 e 6.4), contactou o seu banco para anular a transferência bancária (7), que, de imediato, procedeu. Porém disse que não garantia a anulação (porque já ultrapassava o seu controle) pois estaria na dependência de Caja de España e que só na segunda feira seguinte 05/02/07, se saberia.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 – EMLI, 03/02/07, Sabado&lt;/strong&gt;, as suas reacções não se fizeram esperar em dois telefonemas: um de Roberto Mário e o outro, minutos depois, de White Banes ambos dizendo que a Caja de España os tinha informado que havia um problema, que ainda não podia especificar, de uma transferência de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.1, UI respondeu a ambos,&lt;/strong&gt; que nos próximos dias os informaria por email.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 – UI, 05/02/07, Segunda feira, recebeu a confirmação do seu banco. A anulação da transferência bancária dos €1960.00 (7), tinha sido aceite pela Caja de España e ia regressar à procedência.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 – UI 06/02/07, enviou a Roberto Mário por email: uma síntese do historial, e, sugerindo: &lt;em&gt;If this matter is real you send to me the prize (€915,222.80), deducted of all your commissions fees, to my account to BES and everybody will be happy: Mr. Bill Gates, White Banes, Rebbeca Edward, Robert Mario, and myself.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 – UI 08/02/07, &lt;/strong&gt;enviou por email a Mr. Bill Gates « &lt;a href="mailto:help@clickability.com"&gt;help@clickability.com&lt;/a&gt; » uma síntese do passado e finalizando: “Agradeço que me aconselhem”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 – UI, 09/02/07,&lt;/strong&gt; enviou por email a DR, White Banes com conhecimento a Robert Mário e Mrs Rebbeca Edward exactamente o mesmo texto (11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14 – UI, 09/02/07,&lt;/strong&gt; recebeu por email, assinado por DR. White Banes:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I will advice that you do what the paying bank has you to do so that your fund can be transfer into your account. And we your claim agent can be able to have our 10% that belong to our company as well.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;14.1 – Sobre este assunto UI recorda o parágrafo (1.5), que especifica claramente: &lt;em&gt;This 10% will be collected after you have received your winning prize&lt;/em&gt; – o que sem dúvida demonstra uma descoordenação entre Rebbeca Edward e White Banes. O que em conjunto com (6.6, 6.7, 6.8) causa uma certa estranheza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15 – UI, 14/02/07, &lt;/strong&gt;recebeu por email, assinado por DR. White Banes: &lt;em&gt;I am sorry what am about to tell you, the paying bank said they cannot transfer your fund without you send the transfer fees they ask to do, the ball is on your court you know how to play it and to get the goal that you want.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15.1&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;I believe after this time our company will not be concern in anything that go with your fund and after now from our we shall send a form to fill which said that you are not interesting in claiming your winning prize so that our office can be able to forward every of your document to the ministeries of finance here in Madrid and they will be able taking the money to charity home.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;15.2,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;So sir am expecting to here from you very soon or you call me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;16 –&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;UI, 09/03/07,&lt;/strong&gt; dado que se criou um impasse, que põe em risco a credibilidade e de certa maneira a “perda de face” de ambas as partes, enviou um email a White Banes solicitando o envio, dos acima descritos documentos:1&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16.1,&lt;/strong&gt; a &lt;em&gt;form&lt;/em&gt; da minha pseudo-desistência…!!!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16.2, &lt;/strong&gt;e uma cópia irrefutável – reconhecida juridicamente por notário – que o prize da UIfoi entregue:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;to the ministeries of finance here in Madrid, and they will be able taking the money to charity home !!! (15.1).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17 – EMLI, 09/03//07,&lt;/strong&gt; a resposta de White Banes não se fez esperar: exactamente 30 minutos depois telefonou, intercalando o inglês com o espanhol (6.6), dizendo que o dinheiro continuava no banco à espera da UI e que ele iria enviar a form para a UI dizer que não queria receber o meu &lt;em&gt;winning prize&lt;/em&gt; para o mesmo ser enviado:&lt;em&gt; to the ministeries of finance&lt;/em&gt; de acordo com (15.1).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17.1, UI respondeu,&lt;/strong&gt; que mantinha a mesma posição descrita em (11) – que, por lembrança, se repete:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«If this matter is real you send to me the prize (€915,222.80), deducted of your commissions fees, to my account to BES»;&lt;br /&gt;17.2, UI acrescentou,&lt;/strong&gt; que lhe assistia a responsabilidade de informar, através da Internet, os internautas da UI, sobre esta investigação,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17.3, UI, finalizou,&lt;/strong&gt; que lhe assistia, também, a responsabilidade de salvaguardar a veracidade dos factos relativos ao impasse criado entre a UI e EMLI, inclusive, em termos legais e com deliberação jurídica em tribunal, nacional ou internacional, &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;se assim for entendido por alguém&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;17.4, White Banes, perante o acima citado, com voz alterada e falando espanhol desligou o telefone!!!&lt;br /&gt;17.5, White Banes, nem quaisquer outros da EMIL, até à data desta publicação na Internet, nunca mais contactaram a UI.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;18 – UI, perante o silêncio da EMIL,&lt;/strong&gt; em meados de Março de 2007, suspendeu &lt;strong&gt;temporariamente&lt;/strong&gt; a operação que, contra a sua vontade, parece crer transformar-se numa duvidosa negociação onde a mútua confiança não se compadece com o responsável status das entidades envolvidas; como se sintetiza:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18.1, UI prestou um serviço à&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;EUROPEAN UNION/BILL GATES AND WORLD LOTTERY ORGANIZATION.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;18.2, UI pela prestação desse serviço,&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;TO PROMOTE and ENHANCE THE USE OF SOFT WARE IN THE GLOBAL WORLD,&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;recebeu um prémio;&lt;br /&gt;18.3, EMIL não quer pagar, esse prémio, em termos do marketing internacional;&lt;br /&gt;18.4, UI acredita que o diferendo seja resolvido de acordo com as nobres e realísticas negociações mundialmente respeitadas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;«A comissão atribuída a um serviço (UI,18.1) paga-se depois do serviço ser prestado (UI,18.2)».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 – Atento ao mais relevante objectivo: Spain with Portugal, together, stand a chance to be on the height of the European Union and in the World;&lt;br /&gt;19.1, O que com a atitude, de certos &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;nuestros hermanos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;“DA EURO MILLIONS LOTTERY INTERNATIONAL – EMLI”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;19.2, O que com a atitude de certos portugueses:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;"DE ESPANHA NEM BOM VENTO NEM BOM CASAMENTO".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ambos!!!- ??? não facilitam a tese defendida pela UI:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;« A melhoria da vivência dos portugueses e dos espanhois, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa UNIÃO IBÉRICA constituída por Estados Federados das suas regiões do continente e lhas »&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Coronel de Cavalaria, e Fundador e Presidente do “blog” UNIÃO IBÉRICA – UI « &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; » &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-6863227687646906854?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/6863227687646906854/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=6863227687646906854' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6863227687646906854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/6863227687646906854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/03/aviso-navegao-internauta-ii.html' title='AVISO À NAVEGAÇÃO INTERNAUTA (II)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/Rf8oWw2XIFI/AAAAAAAAAB0/EmHMCrZNppw/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-2440882368136265280</id><published>2007-02-25T06:31:00.000-08:00</published><updated>2007-02-25T10:56:57.034-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVIII)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/ReHbqjzVi3I/AAAAAAAAABQ/ptEyzo8REwk/s1600-h/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035547382588476274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/ReHbqjzVi3I/AAAAAAAAABQ/ptEyzo8REwk/s200/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O tema deste artigo foi publicado no meu outro “blog” – SENADO NEWS – em 19/02/07.&lt;br /&gt;Publico-o, agora aqui, porque se enquadra no tema da UNIÃO IBÉRICA, que repito:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;«A melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Porque é que os portugueses, até cerca de meados do século XVI, foram o que foram… e depois, subitamente, deixaram de o ser… numa perda, como malfadada guilhotina, que decepou as suas exemplares qualidades reconhecidas por todo o mundo de antanho?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, criei dois “blogs” na Internet: SENADO NEWS « &lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/a&gt;» E UNIÃO IBÉRICA: « &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; » onde vou debatendo a resposta que, – salvo o devido respeito por melhor opinião, – se vai inscrevendo em comentários, directos ou colaterais, de notáveis colaboradores, sobre a vivência histórica do nosso Querido Pais e os seus concorrenciais afrontamentos no mundo conturbado em que hoje vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 22/10/05 publiquei no SENADO NEWS um artigo “IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES, e mais tarde, 19/10/06, na UNIÃO IBÉRICA publiquei outro artigo, FEDERAÇÃO IBÉRICA (ALFA), ambos de certa maneira relacionados, e pesquisáveis no “google” ou “sapo.pt&lt;br /&gt;Nesses artigos enumerei, numa credível base histórica, que aqui transcrevo algumas passagens em negrito, a razão de ser dessa perda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – Portugal de hoje ocupa o último lugar de todos os índices comparativos de desenvolvimento dos países da Europa dos quinze… onde os dez, que recentemente entraram, já estão no bom caminho de nos ultrapassar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – A generalidade dos portugueses de hoje, cerca de 95% a 97% dos 10 milhões da população do Continente são resignados, indisciplinados, pessimistas, esmoleiros e sobretudo pecam por uma total ou quase total falta de valentia:&lt;br /&gt;Escudam-se na popular expressão “dos brandos costumes”: os subsídios, o cafezinho, o cigarro, a corrupção, as manifestações públicas, os plenários, o futebol… a pontualidade não é com eles. São os permanentemente insatisfeitos. Criticam o governo “até às últimas consequências”, o que ninguém sabe o que é… porque não matam!!! nem se matam para trabalhar!!! Sobrevivem através de biscates, fogem ao Fisco e correm à caça de promoções.&lt;br /&gt;A propósito parece-nos oportuno invocar o adágio popular:&lt;br /&gt;«a merda é a mesma só as moscas é que mudam».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Porém a minoria restante, que se calcula em cerca de trezentos milhares, são os que têm nível europeu, – esta informação foi obtida, confidencialmente, por um militar em 1974, já falecido, de um Estado Maior de Portugal e proveniente de um congénere de França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Acredito que este número tenha tendência a subir, devido à actual crise, onde a “necessidade faz o engenho”, especialmente pelos exemplos de “querer vencer” do panorama feminino: pelo trabalho, determinação e independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Estes (3 e 4) são os da “lei da meia dúzia”. São do mais alto nível das gentes da Europa, quiçá do Mundo.&lt;br /&gt;Actualmente há os de todas as classes sociais, – inclusive entre os que decidem emigrar, – e de todas profissões: políticos, militares, empresários, cientistas, médicos, juristas, desportistas, estudantes, escritores, artistas, mecânicos de rua, batechapas, empregados de limpeza, etc, etc… excepções, que elevam bem alto a bandeira das quinas. São de fortíssima personalidade, sabem o que querem e para onde vão. Não se deixam influenciar pelas “nuances” de certos políticos sindicatos ou associações.&lt;br /&gt;A eles cabe a responsabilidade de salvar Portugal e, vamos indo… não tão bem como gostariam… mas até onde podem ir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6– Da Luzídia Armada de D. Sebastião, em 1578, ninguém regressou das areias ardentes de Alcácer-Quibir no Norte de África. Não chegou a haver combate. O jejum, - ordem obrigatória do rei que como se sabe era de cariz católica extremamente doentia, – o calor tórrido das areias do deserto, uma inteligente táctica do inimigo: em cerco, com sucessivas movimentações de cedência de terreno e incendiando os barcos que ficaram na praia sem defesa, foi o suficiente para que a tropa invasora morresse por inacção, sede e fome.&lt;br /&gt;Na nossa terra à beira-mar plantada tinham ficado os velhos, os doentes, os mutilados de outras guerras, e de uns tantos: abaixo dos 15 anos e os que estavam em vias de nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7– Durante décadas de árdua pesquisa, julgo ter encontrado a resposta, – com a plena consciência de que não sou omnisciente, – que reflecte o conjunto histórico dos portugueses até os nossos dias.&lt;br /&gt;É simples: tratou-se de verificar que o “Homo Sapiens” na natureza, – a regra é a mesma e aplica-se a todos os seres vivos do planeta, – a espécie humana não é excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;8– Fátima Campos Ferreira num debate televisivo quando perguntou qual o segredo para se ser um bom empresário, Belmiro Azevedo respondeu só com uma palavra, GENÉTICA.&lt;br /&gt;A genética, como se sabe, é a ciência biológica que tem por objecto o estudo dos fenómenos e das leis da transmissão hereditária (considerando os genes) dos caracteres e a variação destes… é exacta sobre esse comportamento que melhorou nas invasões francesas; por força cromossomática dos franceses e ingleses.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;9 - HOJE A RAÇA DA QUASI TOTALIDADE DOS PORTUGUESES DE ANTANHO, EM MEADOS DO SÉCULO XVI,… MORREU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;10–&lt;/strong&gt; Através deste artigo julgo poder justificar o “intervalo”, acima referido, que justifica o &lt;strong&gt;erro cometido por Valdez dos Santos no seu artigo «A LIQUIDAÇÃO DO ULTRAMAR (VI)»,&lt;/strong&gt; aqui publicado em 15/02/07, e que transcrevo, em itálico, as passagens que questiono.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.1 –&lt;/strong&gt; Não é frequente encontrar na História exércitos que, à semelhança do português, em 25 de Abril, aceitasse renunciar à solução pelas armas, dos conflitos em que se encontrassem empenhados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.2 –&lt;/strong&gt; Nos chefes militares não houve um só que, recordando o Marechal Gomes da Costa tivesse desembainhado a espada e gritando: “Eu não me submeto a tanta ignomínia. Quem quiser que me siga.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.3 –&lt;/strong&gt; Não foram necessários muitos anos para se aperceberem de que tudo haviam perdido quando, de ânimo leve, fizeram da honra dos seus soldados e dos seus marinheiros o estrume mal cheiroso dos cravos vermelhos com que ornamentaram as espingardas de Abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 – Salazar também cometeu o mesmo erro &lt;/strong&gt;quando ordenou que as nossas “forças armadas” se batessem na Índia. Como se sabe, renderam-se mesmo antes da invasão das Forças Armadas da Índia se ter iniciado.&lt;br /&gt;E, a vergonhosa fuga ao combate, 18/12/61, do nosso Aviso de 1º Classe Afonso de Albuquerque que após o seu comandante, o Capitão-de-Mar-e-Guerra António da Cunha Aragão, ter sido gravemente ferido e retirado da ponte de comando sangrando abundantemente, o oficial que o substituiu aproou o navio a terra, propositadamente, onde encalhou. A tripulação abandonou o navio como “ratos a fugir de naufrágio”.&lt;br /&gt;E mais tarde, já em regime “democrático a caminho do socialismo” sucedeu o mesmo em Timor com a fuga dos setenta paraquedistas, vindos da metrópole, para a ilha de Ataúro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 –&lt;/strong&gt; E se quisermos recuar um pouco, “vide” o meu artigo “IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES, as sínteses, que elaborei das 52 separatas publicadas no Diário de Notícias, onde constam alguns dos tristes acontecimentos preconizados pelas nossas “forças armadas”:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12.1 –&lt;/strong&gt; As revoltas das chamadas “insubordinações colectivas” na Guerra de 14/18.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12.2 –&lt;/strong&gt; As infrutíferas operações militares das campanhas de Moçambique de 16/18.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12.3 –&lt;/strong&gt; Porém tive o justo cuidado de mencionar excepções onde os tais da “lei da meia dúzia”, com referi em (3 e 4), foram considerados heróis e condecorados por bravura, alguns a título póstumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 – Em em termos de “fugas individuais”,&lt;/strong&gt; de Portugal para o exterior, notabilizaram-se duas ao mais alto nível da Nação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13.1 –&lt;/strong&gt; A fuga de um rei, D. João VI, para o Brasil&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13.2 –&lt;/strong&gt; A fuga de um ex-presidente da república, marechal António Spínola, para Espanha e depois, para mais longe, para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;14 – Porém, a imediato: acredita-se,… &lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;que os nossos governos continuem a apoiar a imigração da Europa, – o que surpreendeu Portugal numa prematura democracia, – muito especialmente para aproveitar o potencial genético dos países do Leste, o que, por enquanto, é uma solução barata e um bom exemplo de trabalho e vontade de… &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“é glorioso ser rico”… a célebre frase de Deng Chiao Ping que tem vindo a transformar a China, em todos os sentidos da vivência humana, no Mundo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;15 – Entretanto, a prazo: acredita-se, no que implicará a passagem de várias gerações…!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;A LUSITÂNIA rejuvenescerá, como já sucedeu no passado pela força da lei da natureza, por um revigoramento da RAÇA, através de cruzamentos inter-famílias e seus descendentes.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;NOTA: &lt;em&gt;O&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;começo será pela Espanha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Coronel de Cavalaria Grad; Deficiente das Forças Armadas-DFA nº 4947; passou à situação de Reserva em 1965; actualmente encontra-se na situação de Reforma Extraordinária. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-2440882368136265280?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/2440882368136265280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=2440882368136265280' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/2440882368136265280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/2440882368136265280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/02/federao-ibrica-xviii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVIII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_8mjrhF5ZAMs/ReHbqjzVi3I/AAAAAAAAABQ/ptEyzo8REwk/s72-c/CORONEL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-9034200031098660661</id><published>2007-02-19T06:09:00.000-08:00</published><updated>2007-02-19T06:29:17.959-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVII)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Maragall aboga por la unión de España y Portugal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;«Ahora que los portugueses quierem ser españoles, que se preparem los castellanos», dice el ex-presidente de la Generalita»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(*) LEONOR MAYOR&lt;br /&gt;BARCELONA - Los que acusaban a Pasqual Maragall de ser un secesionista no podían estar más equivocados. El presidente de la Generalitat catalana no sólo quiere que Cataluña se mantenga unida a España, sino que también es partidario de que Portugal se «franquicie» con el Estado españo1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Pasqual Maragall – «Si los portugueses abren la puerta a una unión con España, como espero, el iberismo de nuestros abuelos se hará realidad. Lo realizarán nuestros nietos»,&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leonor Mayor –&lt;/strong&gt; Asseguro ayer durante la celebración de la V Conferencia  Nacional del PSC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «Ahora que los portugueses quieren ser España que se preparen los castellanos»,&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; senaló Maragall en referencia a una encuesta publicada el pasado 23 de septiembre por el diário luso Sol en que se desvela que el 27,7% de los portugueses es partidário de la unificación con España y de la creación de un único estado: Ibéria.&lt;br /&gt;Esta posible fusión de países cuadra con la visión de España que Maragall ha defendido en que los últimos años y que, en su opinión, se ha materializado con la aprobación del Estatuto catalán, que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «ha dado a Cataluña el estatus de nación solidaria en la nación de naciones que es España.».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; Esta definición de España de Anselmo Carretero es un referente para Maragall, según explicaba o presidente catalán en el Foro de Debate de EL MUNDO al que acudió a finales de 2004, cuando la reforma del  Estatuto apenas había arrancado.&lt;br /&gt;En ese mismo escenario, Maragall confesaba que no tenía inconveniente en definirse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «como español»&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; y reconocía que existe una&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «cierta dificultad para definir España».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; La referencia de Maragall a la hipotética anexión de España y Portugal no es baladí, porque se contrapone con las tesis de las fuerzas independentistas catalanas, que siempre han considerado que Portugal es un país &lt;strong&gt;&lt;em&gt;«afortunado»&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; por haber logrado separarse del Estado español.&lt;br /&gt;El destino de Ibéria es una incógnita, pero no el de Cataluña que, para Maragall, ya ha encajado en España:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «Se ha alcanzado el punto de no retorno, Cataluna y España han hecho el esfuerzo»,&lt;/em&gt; dijo.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;«Hemos tardado cien anos, pero ahora lo hemos conseguido. Estamos cerca del sueño catalán, el abrazo de los pueblos ibéricos se está convirtiendo en realidad, después de un siglo dramático se abre otro espléndido», añadió.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; Para Maragall, el sueño se há materializado gracias a La aprobación del Estatuto.&lt;br /&gt;Un texto cuya pervivencia depende ahora del Tribunal Constitucional (FC) que deberá resolver los recursos interpuestos por el PP, el Defensor del Pueblo y Aragón.&lt;br /&gt;En opinión de Maragall, esos recursos son beneflciosos, ya que con la sentencia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM – «no quedarán dudas de su integridad e de su validez».&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LM –&lt;/strong&gt; El presidente dé la Generalitat anunció también que tiene previsto viajar a Senegal para hablar con el Gobiemo de este país africano sobre el drama de la inmigración.&lt;br /&gt;Maragall suspendíó su viaje al país africano previsto para el pasado septiembre por recomendación del Ministerio de Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Leonor Mayor publicou este artigo no EL MUNDO na edição de Domingo, 1 de Outubro de 2006.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA1:&lt;/strong&gt; As opiniões de Pasqual Maragall, que actualmente já não é o presidente da Generalitat da Catalunha, foram aqui formalizadas em itálico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Os &lt;strong&gt;negritos e &lt;em&gt;itálicos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-9034200031098660661?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/9034200031098660661/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=9034200031098660661' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/9034200031098660661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/9034200031098660661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2007/02/federao-ibrica-xvii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116661890866627454</id><published>2006-12-20T03:00:00.000-08:00</published><updated>2006-12-20T04:48:31.723-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVI)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6876/934/1600/299027/CORONEL.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6876/934/200/773004/CORONEL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(*) Alejandro Liste: Responde a um português, que comentou um dos nossos artigos. Não se identificou nominalmente mas sim através do seguinte email:&lt;br /&gt;From: &lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:“CriticÃ³Comentador”«tmouta@hotmail.com"&gt;&lt;strong&gt;“CriticÃ³Comentador”«tmouta@hotmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;»&lt;br /&gt;TO: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:uniaoiberica@sapo.pt"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;uniaoiberica@sapo.pt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Sent: Monday, October 16, 2006 3:58 PM&lt;br /&gt;Subject: (União Ibérica) 10/16/2006 07:58:57 AM&lt;br /&gt;Os seus comentários são aqui textualmente transcritos em “itálico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O comentário do português foi:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Não tenho dúvidas de tudo o que está escrito nestes posts, apesar de ser pura propaganda espanhola, (senão veja-se que a maior parte do texto está em Espanhol!)".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A resposta de Alejandro Liste foi:&lt;br /&gt;* Eu teño o meu punto de vista, o Reino de España é unha das Españas, a República de portugal é outra, Andorra outra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As denominacións España, Hispania, Iberia, Hesperia son todas sinónimos&lt;/strong&gt;, éche o mesmo. Eu considero tanto propaganda española a portuguesa como a catalana e demáis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* É unha evidencia histórica&lt;/strong&gt; que está ahí... o que non a queira ver pois que non a vexa, pero sabe perfectamente que falta á verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* A parte disto,&lt;/strong&gt; na Iberia uns 4/5 da poboación teñen como un dos idiomas ó castelán (non o español, xa que o galego , o catalán, o vascuence... son españois tamén, e se me apuras o portugués tamén, xa que se fala en pobos leoneses coma La Alamedilla ou extremeños coma San Vicente de Alcántara, pero á inversa tamén xa que en Miranda do Douro fálase leonés e en Barrancos xa me dirás ti) frente a 1/5 o portugués.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Iso da idea das proporcións&lt;/strong&gt; entre fontes portuguesas e españolas, así que non me veñas ca parvada esa de que está todo en castelán, seica che revolve as tripas ou qué!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* E quanto tempo mais até a designada Ibéria falar Espanhol ou Castelhano?": non entendo isto, ?tes medo de que che impoñan o castelán?, non amiguiño, os casteláns (e o castelán) non morden, non son os nobles e reis da idade media que invadían día si e día tamén á pobre Portugal, as cousas trocaron meu, non teñas esa visión retrógrada dos casteláns, xente por certo moi correcta e noble en xeral, non coma outros...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* O castelán fálase e falarase nos seus sitios naturais&lt;/strong&gt;, é dicir, o Reino de España. O portugués falase e falarase no seus sitios naturais, é dicir, a República Portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* O valenciano-catalán falarase en Cataluña, Valencia, Andorra e Baleares, así como na franja oriental de Aragón&lt;/strong&gt;... e o inglés falase e falarase en Gibraltar xunto ó castelán, xa que este último tamén é natural da zona, coma o portugués en Olivenza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* Iso sí, tanto a súbditos españois coma portugueses veñennos ben apren&lt;/strong&gt;der a fala-lo portugués e mailo castelán respectivamente, así coma outras linguas ibéricas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O comentário do português foi:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Porquê tanto interesse a juntar-se a uma nação de baixo crescimento económico e elevado endividamento?”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A resposta de Alejandro Liste foi:&lt;br /&gt;* no meu caso pódese dicir que é simplemente patriotismo, máis nada, porque me gusta ir a Valença do Minho ou a Vilanova de Cerveira, ou a Coimbra, ou a Lisboa... e non sentir coma estranos á súa xente, nin eu nin os demáis españois, e á inversa tamén, os portugueses que van a Badajoz, a Tui, a Zamora, a Barcelona, a Tenerife... que non sintan coma estranos ou estraxeiros ós habitantes destas vilas e cidades.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Isto pódese resumir nun sentimento de patriotismo&lt;/strong&gt; consecuencia da evidente semellanza e forte relación entre as dúas sociedades que moito tempo estiveron alonxadas por motivos alleos ós dous pobos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O comentário do português foi:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Não consigo abdicar do nome Portugal em detrimento de Ibéria...”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A resposta de Alejandro Liste foi:&lt;br /&gt;* Eu tampoco abdico do nome Galicia, nin os casteláns do nome Castela, nin os cataláns do nome Cataluña, nin os bercianos do nome Bierzo (bisbarra de León)... soamente hai que entender que unha cousa non contradice á outra, senón todo o contrario, unha cousa leva á outra, coma decía Camoens... castelans, portugueses (e eu añado galegos, leoneses, vascos, canarios, andaluces,...), porque todos somos españois (e por ende ibéricos).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* Pensa que ser europeo, ou terrícola, ou da Vía Láctea,... non te libera de ser portuxés meu!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O comentário do português foi:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Acho que se todos quisermos conseguimos fazer melhor sem ter de recorrer à Salvação Espanhola"...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;A resposta de Alejandro Liste foi:&lt;br /&gt;* Completamente dacordo&lt;/strong&gt;, soamente dicirche que galegos, extremeños (da Estremadura leonesa) e andaluces estamos a pasar un mal momento respecto ó conxunto de España, pero temos a colchoneta do Estado na que a bonanza económica dos rioxanos, navarros, valencianos, murcianos, mallorquíns, etc serve para axudarnos a sair do bache.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Tempos atrás, e ainda hoxe&lt;/strong&gt;, fomos nós os galegos (e outros tamén) quen axudábamos ó desenrolo económico de Cataluña, Madrid e País Vasco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O comentário do português foi:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"E como será a questão legislativa?":&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;A resposta de Alejandro Liste foi:&lt;br /&gt;* Non sei, ¿como é agora? Pois o que os políticos voten, ¿non sí? Sintoo moito que sexades menos ca ós súbditos españois no seu conxunto, pero mira para nós os galegos, somos aínda menos, por se iso che fai tremer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Xa que estás, vai pensando en sair de UE,&lt;/strong&gt; que somos poucos comparados cos alemáns e cos ingleses, e á hora de lexislar temolas todas as de perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* P.S. Xa que estás, podías falar en kechua e todos contentos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Alejandro Liste é um dos nossos colaboradores residentes em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt; Posted by Jano to &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/09/unio-ibrica-em-portugal-i.html"&gt;União Ibérica&lt;/a&gt; at 10/27/2006 06:13:45 PM&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Os negritos e itálicos são da nossa responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116661890866627454?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116661890866627454/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116661890866627454' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116661890866627454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116661890866627454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/12/federao-ibrica-xvi_20.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XVI)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116603681397368370</id><published>2006-12-13T10:44:00.000-08:00</published><updated>2006-12-13T11:06:54.630-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XV)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*) José Antonio Vera&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La unión ibérica: El debate abierto en Portugal sobre una hipotética integración política con España rescata el ideal ibérico como ilusión compartida por muchos en dos países que deberían vivir unidos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No puede producirme más que satisfacción la noticia&lt;/strong&gt; de la encuesta publicada por el diario portugués «O Sol» sobre una hipotética unión política entre España y Portugal, respaldada de forma expresa por casi el treinta por ciento de los ciudadanos del vecino país.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quizás no fuera ninguna mala idea hacer un sondeo similar en España, aun sabiendo que nos movemos en el terreno de la política ficción. Probablemente se nos vendrían abajo muchas entelequias.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Y es que cuando se consulta a la gente&lt;/strong&gt; se da uno cuenta de que las cosas pueden ser mucho más sencillas de lo que se supone. Por ejemplo, esa historia de que en &lt;strong&gt;Portugal &lt;/strong&gt;nos odian. Será seguramente verdad, pero a mí siempre que he ido a &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt; me han tratado fenomenal. No he visto aversión a lo español y sí mucha coincidencia en gustos y costumbres con ellos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Unos amigos de Lisboa me explicaban&lt;/strong&gt; la pasada Semana Santa cómo en Lusitania admiran ahora los logros económicos de España y su floreciente prosperidad y desarrollo. Dijeron también que les gustaba la Monarquía de Don Juan Carlos y que, hoy por hoy, no tiene ningún sentido que españoles y portugueses no formen parte de una misma comunidad política, pues yendo juntos irían ellos mejor, se aprovecharían más del empuje español en todos los ámbitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Escuché todo aquello con agrado, pues no podía estar más de acuerdo con lo que decían, pero me pareció algo verdaderamente excepcional, para nada compartido por la mayoría de los portugueses, tradicionalmente recelosos a todo lo que viene de Madrid.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Veo ahora, tras esta encuesta de «O Sol»,&lt;/strong&gt; que sí se trataba de un pensamiento compartido por buena parte de la población portuguesa, casi un tercio del total, según el muestreo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Y pienso que tienen razón. La separación de España y Portugal no obedece a ningún motivo geográfico o étnico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Culturalmente somos muy parecidos, nos une el mismo pasado ibérico-romano-musulmán, la misma realidad europea, tenemos ahora incluso la misma moneda, y son ya infinidad las empresas que operan indistintamente aquí o allí, dentro del mismo mercado, igual que las multinacionales, que diseñan sus estrategias globales para España y Portugal, y crean delegaciones que operan simultáneamente en ambos países.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pienso de verdad que la barrera del idioma no es tal,&lt;/strong&gt; pues entre unos y otros nos entendemos perfectamente, y ese entendimiento sería mayor a poco que estudiáramos la otra lengua desde la infancia, cosa que se podría hacer sin gran esfuerzo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Además, ya no hay fronteras,&lt;/strong&gt; vemos sus partidos de fútbol y ellos los nuestros, la misma televisión está al alcance de todos, igual que la radio, o la prensa escrita, cada día más interconectada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;La revista «Hola» &lt;/strong&gt;es, por ejemplo, una de las más leídas en &lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt;, directamente en español, sin necesidad de traducción alguna. Y así en numerosos ámbitos. Los partidos entre el Madrid y el Barcelona, o el derbi madrileño de mañana en el Bernabéu, suelen tener gran seguimiento mediático allí, como es lógico por otra parte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Me parece estupendo el resurgir de este moderno iberismo&lt;/strong&gt; que conecta con las banderas que enarbolaron en el siglo pasado algunas organizaciones, incluso desde posiciones de izquierdas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Que la capital del nuevo estado unificado pudiera estar en Madrid o Lisboa creo que formaría parte de un debate perfectamente superable, igual que el nombre de la entidad supranacional resultante. Sin pensar demasiado nos encontramos con Iberia, Unión Ibérica o Confederación Ibérica&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;El nombre de Suiza es, por ejemplo, «Confederación Helvética»&lt;/strong&gt;, pero todo el mundo la conoce como Suiza. A la Confederación Ibérica todos la conocerían desde luego como España, no nos engañemos, pues somos 34 millones más que &lt;strong&gt;Portugal,&lt;/strong&gt; y eso siempre tiene su peso, se quiera o no.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tampoco parece muy complicado que la Monarquía se mantuviese como modelo para el nuevo Estado, pues en la encuesta de «O Sol» el 53 por ciento de los consultados dice sí al Rey Don Juan Carlos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aunque el resultado más apabullante&lt;/strong&gt; de esa improbable fusión sería el reforzamiento de la cultura ibérica: casi 700 millones de personas en todo el mundo se entenderían perfectamente en «portuñol», o indistintamente en los dos idiomas más hablados en el área de Iberoamérica, y en buena parte de África. Un contrapeso nada desdeñable para la creciente influencia anglosajona, y muy superior en representación y legado de culturas tan cercanas como la germánica o la francesa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cabría apuntar más cosas,&lt;/strong&gt; y algunos dicen que lo primero que habría que hacer es una Liga Ibérica de Fútbol, incorporando a la Liga Española a los más potentes equipos de Portugal. O quien pone el acento en romper de una vez las distancias territoriales con modernas infraestructuras de autopistas y Ave que colocarían a Madrid a dos horas y media de Lisboa u Oporto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ciencia ficción, desde luego, pero suena bien. Los portugueses han abierto el debate.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Qué pena que no tengamos una clase política, aquí y allí, capaz de estar a la altura de las circunstancias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ahora que en Europa lo normal es la ruptura, ahora que los nacionalismos han acabado con Yugoslavia y Checoslovaquia y están a punto de resquebrajar Bélgica, ahora que amenazan también la unidad de España, no estaría nada mal que sorprendiéramos al mundo con esta integración política contracorriente entre territorios que siempre debieron estar unidos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Residente em Espanha. Fecha: 30/09/06.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA&lt;/strong&gt; : Os negritos e itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116603681397368370?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116603681397368370/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116603681397368370' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116603681397368370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116603681397368370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/12/federao-ibrica-xv.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XV)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116505931194278511</id><published>2006-12-02T03:15:00.000-08:00</published><updated>2006-12-10T04:04:36.496-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIV)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*) Alejandre Liste&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La historia es la historia, no podemos ampararnos en hechos que ocurrieron hace 400 años que han sido promovidos por la nobleza, el clero y los reyes, nunca por el pueblo. Ahora que las democracias están instauradas la cosa cambió.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ya sabemos que los portugueses invadieron Extremadura, León, Castilla unas cuantas veces,&lt;/strong&gt; pero también los castellanos, leoneses y gallegos también hicieron lo propio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Incluso hubo invasiones entre navarros, vascos, aragoneses, castellanos, catalanes, etc,&lt;/strong&gt; y no por ello nos tenemos odio mutuo entre españoles... porque como decía Camoens...:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;"hablamos de castellanos y portugueses, porque españoles somos todos".&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* Está claro que los pueblos de frontera son los que más han sufrido,&lt;/strong&gt; pero también éstos son los que más fraternidad tienen entre los pueblos vecinos transfronterizos (ej., Tui y Valença) y los que más ganarían ahora que no hay aduanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hagamos un esfuerzo y no pretendamos echarle la culpa a los portugueses por actos anteriores de los que ellos no tienen ninguna culpa, como tampoco la tienen los castellanos sobre mil cosas que les achacan (vascos, portugueses, gallegos, catalanes... entre otros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Otra cosa,&lt;/strong&gt; tú como extremeño y yo como gallego estamos muy comodos en esta España que nos costea las infraestructuras, no es muy ético pretender que los portugueses no puedan hacer lo mismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;* Eso sí, no vale que me uno hoy y me hago rico para mañana independizarme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;* Eso sí que no, aquí lo que hace falta es sobretodo compromiso y lealtad entre instituciones.Un saludo. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(*) É um dos nossos colaboradores residente em Espanha.&lt;br /&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt; Posted by Jano to &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-ix.html"&gt;União Ibérica&lt;/a&gt; at 10/27/2006 12:19:48 PM.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2&lt;/strong&gt;: Os negritos e os itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116505931194278511?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116505931194278511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116505931194278511' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116505931194278511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116505931194278511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/12/federao-ibrica-xiv.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIV)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116465238883693004</id><published>2006-11-27T09:55:00.000-08:00</published><updated>2006-11-27T10:33:09.510-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIII)</title><content type='html'>(*) Vicente Verdú&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LA PORTUESPAÑA: La idea de mayor atractivo para la vida española de los últimos tiempos no ha llegado del corazón español, sino de la población portuguesa que en casi una tercera parte, según el semanario Sol, dijeron sí a formar una sola nación con España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin duda alguna,&lt;/strong&gt; si la consulta se dirigiera a los españoles la anuencia sería masivamente superior y al menos tan entusiasta. ¡Por fin un proyecto colectivo con el que ilusionarse tras muchos años de regreso al particularismo (regional, político, profesional) de su España invertebrada y cuyo retrato vivimos en una segunda y actualizada edición!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Decía Ortega: “No viven juntas las gentes sin más ni más y porque sí; esa cohesión a priori sólo existe en la familia. Los grupos que se integran en un Estado viven juntos por algo; son una comunidad de propósitos, de anhelos, de grandes utilidades. No conviven por estar juntos, sino para hacer juntos algo". Y agrega: No es el ayer, el pretérito, el haber tradicional, lo decisivo para que una nación exista... Las naciones se forman y viven de tener un programa para el mañana”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;¿Programa para el mañana?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No se otea otro programa mayor en el horizonte&lt;/strong&gt; que la progresiva desagregación de las autonomías.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cumplido el ideal democrático&lt;/strong&gt;, integrados en la Unión Europea, alcanzado el "matrimonio" homosexual, prohibido fumar, ¿qué otro sueño queda por realizar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Precisamente, la actual situación española,&lt;/strong&gt; reblandecida la patria, desabrochadas las regiones y abiertos a la plurinacionalidad, la ocasión no puede ser más óptima para apegarse a un vecino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No haría falta siquiera cambiar de Gobierno.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Este presidente que a tontas y a locas ha hecho&lt;/strong&gt; tanto por descomponer la idea de España como nación sería el más idóneo para dirigir la alianza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No en vano ha desplegado &lt;/strong&gt;la fantástica Alianza de Civilizaciones ("orla de mandarín", diría Ortega) sino que, como todo el mundo sabe, en lo se refiere a ligues siempre triunfan más los cascos ligeros que el pensamiento profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;¿Qué impide entonces la fusión?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portugal&lt;/strong&gt; se convirtió en un reino autónomo en 1143, tres siglos antes que España, pero los continuos conflictos con Castilla, la rivalidad entre los dos Imperios, las guerras recurrentes y la decadencia de los 60 años vividos bajo los gobiernos de Felipe II, Felipe III y Felipe IV, alimentaron el sentimiento antiespañol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En el siglo XIX dos principales factores&lt;/strong&gt; desbarataron las reiteradas propuestas para formar la llamada Unión Ibérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uno fue el soterrado boicot&lt;/strong&gt; de Inglaterra y Francia, interesadas en el fracaso de un proyecto que incrementaba la fuerza de un rival, &lt;strong&gt;y el otro fue&lt;/strong&gt; precisamente la resistencia popular portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pero esto ya no continúa&lt;/strong&gt; así puesto que nuestro tiempo tiende a ser desprejuiciado y amnésico, consumista de la memoria histórica y proclive a la experimentación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;El movimiento nacionalista&lt;/strong&gt; tendente a unir entidades y no a disgregar las constituidas, cuajó en los ejemplos de unidad en Alemania e Italia y su réplica podría haber sido la Unión Ibérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que no fuera así debe atribuirse&lt;/strong&gt; a la caída de la monarquía portuguesa (1910) y el auge del republicanismo que fomentó una etapa de fuerte nacionalización al punto que de esa época son la bandera y el escudo, el himno y la normalización ortográfica portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pero además, según dice Mater Dolorosa&lt;/strong&gt; -la excelente obra de Álvarez Junco-, el nacionalismo portugués encontró gran refuerzo en la hispanofobia, puesto que la fobia bien cocinada viene a ser, como el botillo: alimento nacionalista de aportación calórica primordial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nutrida la nación portuguesa&lt;/strong&gt; con estos víveres atosigantes la digestión lentísima fue conservando la aprehensión hacia lo español y, en la segunda década del siglo pasado, los únicos que fundaban organizaciones "ibéricas" eran los anarquistas. Unos chalados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;¿Unos soñadores?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Una historia larguísima sostiene el sueño de la unidad ibérica&lt;/strong&gt;, primero como una sola corona basada en las ambiciones territoriales de los reyes a uno y otro lado de la frontera y luego como nación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Si la imantación ha permanecido hasta hoy&lt;/strong&gt; como un romance por consumar la razón debe buscarse no sólo en una abrupta atracción incestuosa sino al deleite de la fácil comunicación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante la Edad Media&lt;/strong&gt; las elites se manejaban fluidamente en los principales idiomas peninsulares y, como cuenta Álvarez Junco, si “los poetas castellanos se expresaban en galaico-portugués en los siglos XIV y XV, como en los XVI y XVII los portugueses Camóens o Gil Vicente, o el catalán Boscán, escribían en castellano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;¿Un cuerpo con los portugueses?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No se conoce un proyecto más excitante &lt;/strong&gt;para el atufante presente político español que la airosa copulación con los portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Frente a la tabarra de las secesiones&lt;/strong&gt;, los tiros de las autodeterminaciones, los grilletes de las etnovisiones, un enlace desahogado y liberal donde la mezcla promovería un proceso metabólico tan imprevisible como animado, muy acorde con la cultura general del entretenimiento y contra el refrito del particularismo regional o "nacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No ay más que ver en la pantalla de la CNN los lastimosos spots&lt;/strong&gt; sobre los atractivos de Eslovenia o Montenegro flotando en el marco global para constatar, al cabo de la vicisitud, el grotesco efecto de su pretendida singularidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contra el freudiano narcisismo&lt;/strong&gt; de la pequeña diferencia el ancho placer de la fusión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contra el excluyente hecho diferencial el gozo interactivo de las mixturas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Junto al narcotizante diseño de la Alianza de Civilizaciones, o cuento de Las mil y una noches, se alza un estimulante proyecto a pleno día y con un cuerpo espontáneo de carne y hueso.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Residente em Espanha e comentador do EL País que publicou esta sua opinião em de 29/09/06.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA:&lt;/strong&gt; Os negritos e itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116465238883693004?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116465238883693004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116465238883693004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116465238883693004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116465238883693004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/11/federao-ibrica-xiii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XIII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116290039376994430</id><published>2006-11-07T03:32:00.000-08:00</published><updated>2006-11-07T03:53:13.786-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XII)</title><content type='html'>(*) Alejandro Liste&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dúas cousas a comentar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1.- O Plan Ibarretxe propón que o País Vasco sexa un estado asociado a España,&lt;/strong&gt; o que non impide que calquera día fagan un referendum para a súa total independencia e que sexa un éxito, o que sería unha inxustiza para a maioría dos españois (galegos, casteláns, asturianos, aragoneses, extremeños, andaluces...) que viron como o Estado invertiu secularmente nunhas rexións (Cataluña, Vascongadas e Madrid) e noutras non quedou outra que seguir co arado e saca-las ovellas a pasear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O nacionalismo moderado, din de dereitas, &lt;/strong&gt;non é máis que a ferramenta que a burguesia (formada nas rexións industrializadas) ten para defende-la súa posición de poder, e como se viu e moi eficaz.&lt;br /&gt;Só hai que ver qué xente nutre as filas dos partidos PNV e CiU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por outra banda temos&lt;/strong&gt; os nacionalismos radicais, que se din de esquerdas, a ERC e Batasuna, que utilizan métodos máis radicais e antidemocráticos (de corte fascista ou bolchevique, da igual, son a mesma merda) para sobrevivir e mante-los seus "cortellos", sen olvidarse do terrorismo (ETA e Terra Lliure).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Non creo que sexa moi axeitado dicir que o plan Ibarretxe sexa unha proposición de estado federado, vindo dun partido que quere o que quere, manterse "chupando do bote" que é España e dispoñer de todolos poderes á vez.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ademáis, unha federación&lt;/strong&gt; tense que facer consensuadamente e multilateralmente (coa opinión de todolos territorios a federar), nunca bilateralmente e moito menos unilateralmente, como propón o lehendakari vasco, nese caso estaríamos unha confederación de nacións ibéricas (na cal calquera pode desvencellarse cando queira) e non nunha federación de estados das rexións e arquipélagos de Portugal e España, mailos territorios de Andorra e Gibraltar, onde a unión faise de forma consensuada todos xuntos e os estados ceden parte do poder e das decisións, así como a soberanía, ó organo supremo nacional da unión iberica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por suposto que isto ten que ser refrendado polo pobo, co cal, se sae adiante ninguén debería pórlle trabas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2.- Unha das manías máis extendidas dos nacionalismos rexionais españois&lt;/strong&gt; (non sei se tamen de todolos lares) é chamar español a todo o que fala castelán soamente, pior ou millor, con acento do sur ou do norte, da igual, excluíndo ás rexións que teñen outro idioma oficial coma Galicia, Cataluña e País Vasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curiosamente,&lt;/strong&gt; non meten no saco a Navarra, Valencia e Baleares, xa que son parte dos proxectos nacionalistas catalán e vasco (véxase os Països Catalans e Euskal-Herria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tampouco recoñecen outras linguas nen dialéctos&lt;/strong&gt; que non son oficiais, pero reais coma vida mesma (bable asturiano, leonés, charro, fala extremeña, os sete u oito dialectos do vasco que hai en Vascongadas e Navarra sen contar os que se falan na Rioja, Aragón e Burgos (soamente pequenas aldeas), o aragonés, o aranés (no Val d'Arán, dentro de Cataluña) dialecto occitano sen relación co catalán, os dialectos baleares (mallorquín, menorquín, ibicenco), o valencià (que si é recoñecido aínda que con ambigüedade con respecto ó catalán), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desta maneira&lt;/strong&gt; eles din que hai tres nacións oprimidas (Galicia, Cataluña e País Vasco) maila nación española opresora (o resto de territorios) que non lles deixa decidir, todos eles ben definidos e non superpostos uns cos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Isto como ben se sabe é unha mentira e unha manipulación en toda regra, España non é o que só fala castelán, senón que é o territorio onde se falan as catros linguas españolas recoñecidas e mailas non recoñecidas oficialmente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;España non é máis ca o producto do vello proxecto de intentar reunir os territorios da antiga Hispania/Iberia,&lt;/strong&gt; pero como ben se ve, non obtivo o pleno, quedou Portugal, Andorra, a Baixa Navarra, a Alta Cerdaña, o Rosellón e a maioría da Mauritania Tingitana (salvo Ceuta e Melilla) fóra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora, que o proxecto de España &lt;em&gt;"gripouse"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e deu todo de si, temo-la posibilidade de tentar facelo co proxecto da Unión Ibérica (Iberia e Hispania son o mesmo, un era o topónimo grego e o outro o romano para a península Ibérica), tendo en conta que certos territorios "deshispanizáronse" como os franceses e marroquinos antes ditos, pero que outros territorios como os arquipélagos macaronésicos de &lt;strong&gt;Azores, Madeira&lt;/strong&gt; e Canarias hispanizáronse totalmente tanto culturalmente como étnicamente, e polo tanto temos catro territorios (España, &lt;strong&gt;Portugal,&lt;/strong&gt; Andorra e a colonia británica de Gibraltar) de cultura hispana/íbera que son totalmente compatibles entre eles, iso sí cas lóxicas diferenzas entre eles e as respectivas internas, como non.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(*) Alejandro Liste é um dos nossos colaboradores residentes e Espanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt;Posted by Jano to &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/unio-ibrica-3.html"&gt;União Ibérica&lt;/a&gt; at 08/23/2006:21/27 PM.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Os negritos e itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; --&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116290039376994430?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116290039376994430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116290039376994430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116290039376994430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116290039376994430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/11/federao-ibrica-xii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116211906425896191</id><published>2006-10-29T02:50:00.000-08:00</published><updated>2006-11-04T04:28:56.186-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (XI)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*) Alejandro Liste&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portugal ten o problema de que os grandes ríos que o atravesan nacen case todos en Espanha (o Miño, o Duero, o Tajo e o Guadiana). Sobre o Miño non debe haber ningún problema, e poucos haberá co Duero, dados os seus grandes e regulares caudais, pero non acontece iso co Tajo e mailo Guadiana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Tajo está sendo utilizado&lt;/span&gt; para abastecer de auga o déficit do río Segura&lt;/strong&gt;, que rega amplos territorios de Murcia e Alacante, territorios mediterraneos moi poboados, en progreso industrial, económico e agrícola, e consecuentemente en alza a súa poboación, co cal e de supoñer que os trasvases Tajo-Segura aumenten, ou polo menos, non diminúan, co consecuente perxuizo ós casteláns-manchegos, os madrideños, os extremeños e os protugueses, que verán como o río Tajo baixa moi minguado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*A isto súmaselle a paralización das obras para levar a cabo os canais do trasvase do Ebr&lt;/strong&gt;o ás cuncas hidrográficas do Mediterráneo correspondentes ás provincias de Tarragona, Castellón, Valencia, Alacante, Murcia e Almería, sobretodo no que toca ás cuncas do Xúcar, Segura e Almanzora, co cal os anteditos compatriotas (portugueses tamén) terán que cargar eles sos co pato de compartir a auga do Tajo cos levantinos, quedando os aragoneses e cataláns fóra desta obriga, ainda que os aragoneses van ter que esperar moito para veren os regadíos nos Monegros do Sur.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Guadiana está aínda moito pior,&lt;/span&gt; non por compartir as súas augas con outras cuncas hidrográficas, senón pola pertinaz seca que leva tres anos azotando á chaira da Mancha e polos regadíos intensivos que se viñeron instaurando nos últimos anos no Alto Guadiana (provincia de Albacete).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;*Isto fai que o Guadiana estea estes días moi minguado&lt;/strong&gt;, o cal reflíctese medioambientalmente na reducción drástica das zonas húmidas das Táboas de Daimiel, a desaparición dos Ollos do Guadiana e diminución do cauce do Guadiana ó seu paso por Cidade Real, o cal puideno comprobar eu mesmo este ano, nos meses de xuño e xullo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Visto todo isto, Portugal ten na Unión Ibérica unha posibilidade moi factible, dado o seu peso demográfico (10 millóns de persoas, o cal daría moitos votos), de influir nas decisións sobre as cuncas hidrográficas do Tajo e do Guadiana.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ademáis do Duero e o Miño, en favor do lado atlántico e equilibrando a balanza  co lado mediterráneo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (todo el moi poboado), e de paso faríalles un favor ós extremeños e casteláns-manchegos, todos eles moi poucos en número en comparación co Levante, e aínda máis, a longo-medio prazo o favor sería para o Levante, xa que sería un xeito de presionar &lt;strong&gt;&lt;em&gt;para levar a cabo a finalización do trasvase do Ebro,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; único río "grande" con excedente hídrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Alejandro Liste é um dos nossos colaboradores residentes em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt; Posted by Jano to &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/07/federao-ibrica.html"&gt;União Ibérica&lt;/a&gt; at 8/23/2006 04:17:58 PM&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Os negrito e itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116211906425896191?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116211906425896191/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116211906425896191' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116211906425896191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116211906425896191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-xi.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (XI)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116211887706476637</id><published>2006-10-29T02:17:00.000-08:00</published><updated>2006-10-29T02:55:00.440-08:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (X)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;EL PAIS&lt;/strong&gt; – Edición del sábado, 23 de septiembre de 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Un 28% de los portugueses está dispuesto a unirse a España»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;«El desarrollo económico, clave de la atracción hacia el país vecino»&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(*) MIGUEL MORA - Lisboa&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sólo dos días de la visita a España del presidente de la República portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, que realizará su primer viaje de Estado entre el lunes y el jueves, el nuevo semanario lisboeta Sol promete atizar un poco más una polémica eterna en Portugal con una encuesta que determina que un 28% de los portugueses estaría dispuesto "a formar un solo país con España".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;*Aunque el 70% preferiría no hacerlo,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* y un 2% no sabe no contesta,&lt;/strong&gt; los motivos de este repentino ataque de amor por el vecino parecen claramente económicos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* un 97% responde&lt;/strong&gt; que sí cuando les preguntan si Portugal se desarrollaría más si se uniera a España.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* Los portugueses&lt;/strong&gt;, además, confían en que serían tratados con equidad: en el remotísimo supuesto de que ambos países se convirtieran en uno solo, el 68% cree que los portugueses recibirían un trato de igualdad, mientras un 24% cree que serían discriminados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* La encuesta de Sol,&lt;/strong&gt; que dirige José Antonio Saraiva, ex responsable del histórico Expresso, con quien compite por los lectores de los sábados, va más lejos en su intento de pulsar las simpatías que despierta el iberismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* La encuesta pregunta&lt;/strong&gt; cuál debería ser la capital de ese hipotético Estado, y el 42% elige Madrid mientras el 41% opta por Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* Puestos a elegir la organización política,&lt;/strong&gt; el sueño-pesadilla de Felipe II (que en 1580 unió a los dos reinos bajo una sola corona tras la muerte sin descendencia del rey portugués don Sebastián, su primo) pierde de largo frente al modelo republicano:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;*un 24% se decanta &lt;/strong&gt;por la Monarquía, un 64% por la República.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;* Aunque los monárquicos&lt;/strong&gt; son además borbónicos (un 53% aceptaría al rey Juan Carlos, un 21% se opondría).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Envidia del progreso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;El estudio, realizado por la empresa Intercampus,&lt;/strong&gt; se hizo sobre una muestra de 1.000 personas del territorio nacional los pasados días 1 y 2 de septiembre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Los datos resultan quizá sorprendentes&lt;/strong&gt; para los que recuerden la vieja frase portuguesa que dice:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"De España, ni buenos vientos ni buenos casamientos".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Portugal se convirtió en un reino autónomo en 1143,&lt;/strong&gt; tres siglos antes que España, pero los continuos conflictos con Castilla, la rivalidad entre los dos Imperios, las guerras recurrentes y la decadencia de los 60 años vividos bajo los Gobiernos de los Felipes (II, III y IV) alimentaron el sentimiento antiespañol.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Yo creo que algo de recelo sigue existiendo"&lt;/strong&gt;, dice el director del Sol, José Antonio Saraiva, que hoy sacará a la calle una tirada récord de 210.000 ejemplares con la encuesta como plato fuerte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;"Pero la posición romántica ya no llega: ahora manda el progreso y sentimos envidia del éxito económico español. La velocidad española contrasta con la lentitud de nuestra recuperación económica, y la gente tiene ganas de coger el tren de Madrid".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Otros,&lt;/strong&gt; como el poeta extremeño Ángel Campos, profesor en Lisboa y gran amante de la cultura portuguesa, opinan que la encuesta tiene que ser falsa:&lt;em&gt; "Quizá ese 28% espera el regreso de don Sebastián, pero España no es don Sebastián".&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;NOTA 1: EL PAIS.es » el archivo » Hemeroteca » Internacional.&lt;br /&gt;NOTA 2: Os negritos e itálicos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116211887706476637?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116211887706476637/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116211887706476637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116211887706476637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116211887706476637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-x.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (X)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116126029340181695</id><published>2006-10-19T04:16:00.000-07:00</published><updated>2006-10-22T03:22:00.100-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (ALFA)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.42.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.34.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JULGO OPORTUNO ESCLARECER ESTA NOVA EPÍGRAFE, FEDERAÇÃO IBÉRICA, (a numerar sucessivamente em algarismos romanos e a partir de 27/09/06), QUE PASSOU A TITULAR UNIÃO IBÉRICA A PUBLICITAR NA INTERNET.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – Em 02 de Abril de 2002 iniciei artigos, epigrafados de União Ibérica, sobre uma «aproximação» entre Portugal e Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Na mesma altura iniciei também uma base de dados,&lt;/strong&gt; encabeçada pela Presidência da República, – onde hoje constam, exactamente, 299 entidades: seus endereços, telefones e faxes, – de possíveis leitores de artigos que passei a enviar, pelo Correio Postal, em remessas de cerca de uma centena e meia de cartas de cada vez, de acordo com o desenvolvimento dos textos; rigorosamente fotocopiados, depois de emitidos pela imprensa lisboeta, nos seguintes periódicos: O Dia, Correio da Manhã, O Diabo, Diário de Notícias e outros mais de pequena referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – De imediato verifiquei&lt;/strong&gt; que uma parte desses leitores portugueses se interessavam pelo tema (1): incluindo respostas às minhas cartas vindas de Espanha nomeadamente: da Xunta de Galicia, e da La Secretaria Particular del Lehendakari del Gobierno Vasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 – Em 10 de Janeiro de 2003 concretizei essa «aproximação» formulando uma hipotética tese:&lt;br /&gt;«A melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa UNIÃO IBÉRICA constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 – Em 23 de Maio de 2003 perante esse resultado passei a classificar os leitores portugueses,&lt;/strong&gt; dos meus artigos, em três categorias:&lt;br /&gt;a – Os que, “repudiam” a tese exposta;&lt;br /&gt;b – Os que, “admitem em termos académicos” a tese exposta:&lt;br /&gt;c – Os “que admitem sem reservas” a tese exposta, mas salvaguardando a multissecular nação portuguesa em termos de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 – Em 01 de Março de 2005, encorajado&lt;/strong&gt; por alguns leitores criei um “blog” na Internet a que chamei UNIÃO IBÉRICA: &lt;a href="http://uniaoiberica.blogspot.com/"&gt;http://uniaoiberica.blogspot.com/&lt;/a&gt; e também pesquisável através dos motores de busca:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.pt/"&gt;http://www.google.pt/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.sapo.pt/"&gt;http://www.sapo.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 – Em 22 de Outubro de 2005 perante a responsabilidade desse “grande salto”&lt;/strong&gt; impunha-se-me tentar procurar a razão de ser de tamanha diversidade de opiniões. Após alguns meses de compilações, sobre o passado histórico e das últimas décadas, resultou na publicação na Internet, do “post” que intitulei de : &lt;strong&gt;«IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES»,&lt;/strong&gt; que serve de base ao esclarecimento que me proponho em epigrafe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 – COMO ERAMOS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d – Nos tempos de antanho, desde a fundação do nosso querido país em 1143 &lt;/strong&gt;até pouco mais de metade do século XVI, os portugueses eram valentes determinados, orgulhosos e sobretudo muito valentes…&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e – Repentinamente tudo mudou em 1578.&lt;/strong&gt; Dom Sebastião, o rei de Portugal, levou a Luzidia Armada para guerrear os muçulmanos em Alcácer-Quibir em África. Não chegou a haver combate. O calor tórrido das areias do deserto, uma inteligente táctica do inimigo: em cerco, com sucessivas movimentações de cedência de terreno e incendiando os barcos que ficaram na praia sem defesa foi o suficiente para que a tropa invasora morresse por inacção, fome e sede. Nem um só regressou.&lt;br /&gt;f&lt;strong&gt; – «Na nossa terra à beira mar plantada tinham ficado os velhos, os doentes, os mutilados de outras guerras, uns tantos abaixo dos 15 anos, e os que estavam em vias de nascer», sic.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 – COMO SOMOS:&lt;br /&gt;g – Entretanto inexoravelmente,&lt;/strong&gt; com reflexos até aos dias de hoje, funcionou a Genética:&lt;br /&gt;«A ciência biológica que tem por objecto o estudo dos fenómenos e das leis da transmissão hereditária, sic». Onde se perdeu a raça de antanho tão laboriosamente caldeada que levou os portugueses do Minho à China e mais além… ao Japão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;h – Para quem ainda não leu o “post”&lt;/strong&gt; aqui aponto, em factos devidamente comprovados, os seus principais capítulos, alguns, nomeadamente, através de sínteses que estruturam este trabalho:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;i – Moralmente...; Fisicamente…; Psiquicamente…; Os partidos políticos…; Os políticos…; Os militares:&lt;/strong&gt; na grande Guerra de 14/18, tropas portuguesas revoltaram-se recusando-se a combater…; nas chamadas guerras do Ultramar, os nossos militares foram derrotados. Regressaram a Portugal, atirando as incompetências e cobardias aos políticos…; em Goa renderam-se sem dar um tiro…; em Timor fugiram para Ataúro…&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;j – Como resultante desta exaustiva compilação,&lt;/strong&gt; cheguei à conclusão de ter de aceitar a imagem, por todo o lado citada como voz popular pelos média, oposição e sindicatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Portugal de hoje ocupa o último lugar de todos os índices comparativos de desenvolvimento dos países da Europa dos quinze… onde os dez, que recentemente entraram, já estão no bom caminho de nos ultrapassar», sic.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;k – A generalidade dos portugueses de hoje, &lt;/strong&gt;cerca de 95% a 97% dos 10 milhões da população do Continente são resignados, indisciplinados, pessimistas, esmoleiros e sobretudo pecam por uma total ou quase total falta de valentia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escudam-se na popular expressão “dos brandos costumes”: os subsídios, o cafezinho, o cigarro, a corrupção, as manifestações públicas, os plenários, o futebol, a pontualidade não é com eles. São os permanentemente insatisfeitos. Criticam o governo “até às últimas consequências”, o que ninguém sabe o que é… porque não matam nem se matam para trabalhar!!! Sobrevivem através de biscates, fogem ao Fisco e correm à caça de promoções.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;l – Porém a minoria restante,&lt;/strong&gt; que se calcula em cerca de trezentos milhares, são os que têm nível europeu, – esta informação foi obtida, confidencialmente, por um militar &lt;em&gt;já falecido&lt;/em&gt;, de um Estado Maior de Portugal e proveniente de um seu congénere de França.&lt;br /&gt;Acredito que este número tenha tendência a subir, devido à actual crise, onde a “necessidade faz o engenho”, especialmente pelos exemplos de “querer vencer” do panorama feminino: pelo trabalho determinação e independência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;m – Estes, são os da “lei da meia dúzia”. São do mais alto nível das gentes da Europa, quiçá do Mundo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Actualmente há os de todas as classes sociais, – inclusive entre os que decidem emigrar, – e de todas profissões: políticos, militares, empresários, cientistas, médicos, juristas, desportistas, estudantes, escritores, artistas, mecânicos de rua, bate chapas, empregados de limpeza, etc, etc… excepções, que elevam bem alto a bandeira das quinas.&lt;br /&gt;São de fortíssima personalidade, sabem o que querem e para onde vão. Não se deixam influenciar pelas “nuances” de certos políticos sindicatos ou associações. A eles cabe a responsabilidade de salvar Portugal e, vamos indo… não tão bem como gostariam… mas até onde podem ir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;n – Salvo o devido respeito por melhor opinião – &lt;span style="font-size:130%;"&gt;não pretendo ser omniscient&lt;/span&gt;e&lt;/strong&gt; – obtive as respostas que pretendia sobre “a tamanha diversidade de opiniões dos portugueses” e tirei conclusões que julgo pertinentes.&lt;br /&gt;A principal razão foi que na administração do &lt;strong&gt;nosso querido país&lt;/strong&gt; os tais da “lei da meia dúzia” (m), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;não conseguem mover a carroça&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; quando a tal citada maioria dos portugueses (j), fingem que puxam mas não puxam. Falta-lhes o perfil genético de antanho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;o - A propósito parece-nos oportuno&lt;/strong&gt; invocar o adágio popular:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;«a merda é a mesma só as moscas é que mudam».&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 – COMO SEREMOS&lt;br /&gt;p – Porém é justo,&lt;/strong&gt; depois dos guterres, santanas e sampaios, aplaudir Sócrates, Cavaco e Santos como &lt;strong&gt;bons cocheiros, &lt;em&gt;“no uso do chicote” para incentivar, no bom sentido, o que não presta e para ultrapassar os obstáculos criados pelas forças de bloqueio…&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;q – Penso que,&lt;/strong&gt; com estes notáveis exemplos, haja um progressivo aumento na competividade na UE e uma melhoria interna na solução dos nossos problemas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;r – Neste sentido não comungo nas opiniões de:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;«Agostinho da Silva = &lt;em&gt;Tínhamos de ver Portugal mais no campo espiritual e fortalecer este, visto no terreno já se ter afastado demais.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;«Rafael Monteiro = &lt;em&gt;Portugal já morreu! Estamos, simplesmente, a assistir ao banquete dos vermes que se digladiam pelos melhores bocados da cadáver!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Opiniões que foram publicitadas na Internet no outro nosso “blog” SENADO NEWS,&lt;/strong&gt; – com o título de PORTUGAL JÁ MORREU? da autoria de Rainer Daehnhardt, – &lt;a href="http://senadonews.blogspot.com/"&gt;http://senadonews.blogspot.com/&lt;/a&gt; e também pesquisável através dos motores de busca: &lt;a href="http://www.google.pt/"&gt;http://www.google.pt/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.sapo.pt/"&gt;http://www.sapo.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;s – Acredito, sim, que a sobrevivência de Portugal como Estado esteja numa FEDERAÇÃO&lt;/strong&gt;, (que parece ter sido a solução de países que atravessaram similares problemas de nacionalidade), como mais um Estado Federado a chamar, por exemplo, &lt;strong&gt;FEDERAÇÃO IBÉRICA.&lt;br /&gt;t – O que eu não previa&lt;/strong&gt; era que em 23 de Maio de 2003 a actual crise em que vivemos já perspectivava uma situação para além da citada alínea (c) do número (5),&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;u – Receio, sim,&lt;/strong&gt; que essa percentagem de um terço dos portugueses que preferem ser espanhois – maioritariamente, creio, do Zé Povo, “o que mais ordena”, – que tem vindo a aumentar nestas três últimas décadas, – venha destabilizar o que parece poder ser ainda controlável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;v – Nesse sentido julgo oportuno concentrar, por agora, o esforço dos meus artigos na Internet, para auscultar as opiniões dos nossos vizinhos.&lt;br /&gt;Os que concordam com a tese iberista: personalidades, e, muito especialmente os média com destaque para o El Mundo e El Pais.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;x – Como é óbvio a Espanha terá que dar o primeiro passo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não olvidando que será complicado convencer as suas diferentes nações, – algumas com elevada autonomia e forte desejo de independência, – assim como o seu actual regime monárquico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;z – A prazo&lt;br /&gt;Entretanto a LUSITÂNIA rejuvenescerá, como já sucedeu no passado pela força das leis da natureza, desta vez pela mestiçagem dos mais notáveis do Mundo: inter-famílias e seus descendentes.&lt;br /&gt;«De Fortes Gentes para um Forte País» a exemplo dos que, para sobreviverem em paz e qualidade de vida, se constituíram em FEDERAÇÕES.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Termino repetindo o prólogo:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;JULGO OPORTUNO ESCLARECER ESTA NOVA EPÍGRAFE, FEDERAÇÃO IBÉRICA, (a numerar sucessivamente em algarismos romanos e a partir de 27/09/06), QUE PASSOU A TITULAR UNIÃO IBÉRICA A PUBLICITAR NA INTERNET.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt; Este artigo foi concebido por capítulos e alíneas para facilitar o franco desafio de comentários.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; os negritos e itálicos são da minha responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116126029340181695?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116126029340181695/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116126029340181695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116126029340181695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116126029340181695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-alfa.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (ALFA)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116103431648754085</id><published>2006-10-16T14:20:00.000-07:00</published><updated>2006-10-16T14:31:56.500-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (VIII)</title><content type='html'>(*) EL PAIS.es-Opinión  03-10-2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORO DIGITAL&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Podrían Portugal y España forjar una alianza ibérica en el seno de la UE?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ascua:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Sí. No creo que hubiera demasiados problemas&lt;/strong&gt;. El 28% de los portugueses está de acuerdo.&lt;br /&gt;Todo lo que sea unir esfuerzos comunes, eliminar barreras entre pueblos similares, con la misma civilización, las dos europeas y occidentales, con la misma cultura latina y la misma visión del mundo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;¿Por qué no?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Erkangoo: Por qué no,&lt;/strong&gt; con Gibraltar y Andorra, la República Federal Ibérica, si no recuerdo mal &lt;strong&gt;Manuel Vázquez Montalbán así la definía.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Un Senado con representación de los Estados y nacionalidades elegiría al presidente federal y competencias de Ejército y exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) &lt;strong&gt;NOTA 1 –&lt;/strong&gt; Los lectores pueden exponer sus comentarios sobre la pregunta del día en la dirección &lt;a href="http://www.elpais.es/foros/"&gt;www.elpais.es/foros/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Las respuestas no deberán superar los 300 caracteres y serán difundidas en la edición digital de EL PAÍS. Una selección será publicada en la edición impresa del periódico a las 48 horas de formulada.&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;NOTA 2 –&lt;/strong&gt; Os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116103431648754085?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116103431648754085/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116103431648754085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116103431648754085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116103431648754085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-viii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (VIII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116093361040505759</id><published>2006-10-15T10:12:00.000-07:00</published><updated>2006-10-15T10:33:30.433-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (VII)</title><content type='html'>(*) Alejandro Liste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os estados federados da UI deberían ser, ó meu entender, os seguintes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – Polo que toca á República de Portugal&lt;/strong&gt; serían os estados insulares de Madeira e Azores, e no dominio continental serían o vello Portugal e o Algarve, porque así foi na época antiga, cando se coroaban os reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – O Reino de España&lt;/strong&gt; debería aporta-las actuais comunidades autónomas, Galicia, Asturias, Cantabria, La Rioja, Vascongadas, Navarra, Aragón, Cataluña, Valencia, Murcia, Baleares, Andalucía, Canarias, Extremadura e as cidades de Ceuta e Melilla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – Polo que toca ós territorios restantes&lt;/strong&gt;, Castilla-León debería dividirse en dous estados, Castilla la Vieja ou simplemente Castilla por unha banda e León pola outra; Madrid e Castilla-La Mancha deberíanse unir porque históricamente foi así, coma Castilla la Nueva ou o antigo Reino de Toledo, e non deixar a Madrid fóra por se-la capital de España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 – Por último Andorra e a cidade de Gibraltar&lt;/strong&gt; convertiríanse nos dous últimos estados federados, xa que os dous teñen o suficiente caracter histórico-cultural para non seren absorbidos por Cataluña e Andalucia respectivamente.&lt;br /&gt;De todalas maneiras, isto teríase que facer de forma democrática de abaixo cara arriba, é dicir, deixando libremente elexir ás institucións locais territoriais a que bloque se queren vencellar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;deste xeito,&lt;/strong&gt; primeiro os pobos, aldeas e localidades elexirían a que concello queren pertencer, despois os concellos elexirían comarcas (cabildos no caso das illas), as comarcas elexirían a que provincias pertencer,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e finalmente,&lt;/strong&gt; as provincias elexirían a que estado queren pertencer, todo elo xustificado de forma histórica, cultural, xeográfica, económica, etc...,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;non pode ser&lt;/strong&gt; que unha aldea de Madeira entre a formar parte de Cataluña, por exemplo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;é loxico ¿non é?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Non obstante, si se fai así habería que romper moitos moldes tradicionais e históricos, pero que non deixan ser incoherentes. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desta forma,&lt;/strong&gt; poderíase uni-las dúas Riojas, a castelá e a alavesa, poderíase uni-lo Condado de Treviño a Alava, Petilla a Aragón, Olivenza a Portugal, as illas Salvajes (Selvagens) ás Canarias, etc, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Pero penso que a maneira na que as institucións non tremerían no proceso da UI sería a que di o Coronel Mendoça Júnior, é dicir, as comunidades e rexións autónomas tal e como están facelas estados federais e andando.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(*) Un cidadán do concelho da Estrada, en Galicia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota 1:&lt;/strong&gt; É um dos nossos colaboradores residente em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116093361040505759?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116093361040505759/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116093361040505759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116093361040505759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116093361040505759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-vii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (VII)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116092982694109853</id><published>2006-10-15T09:15:00.000-07:00</published><updated>2006-10-15T09:30:26.980-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (VI)</title><content type='html'>(*) Luís Marvão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda não me debrucei sobre o &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/"&gt;&lt;strong&gt;Sol&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, mas chegaram-me &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blogs.periodistadigital.com/microfono.php/2006/09/25/uno_de_cada_tres_portugueses_dispuestos_"&gt;&lt;strong&gt;ecos de uma sondagem muito iberista&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, nas parangonas deste semanário, certamente prova da infalibilidade do grande arquitecto, que há muito havia prenunciado tal fenómeno.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando era a voz do Expresso,&lt;/strong&gt; não se cansava de nos alertar para os riscos que correríamos enquanto nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim, muitos dos nossos compatriotas aspiram a uma União Ibérica (quase um terço dos inquiridos), olhando para o progresso de que desfruta o país vizinho, ao contrário de nós, cada vez mais em divergência com a Europa; crescemos, como é sabido, abaixo da média europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, pelo minha parte, não censuro “a falta de patriotismo”&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;dos inquiridos lusos.&lt;/strong&gt; Muito pelo contrário: como eles, também eu gostaria de desfrutar do progresso do país vizinho; do urbanismo que nas suas cidades vigora, muito mais humanas dos que as nossas.&lt;br /&gt;Gosto de Espanha, nunca me senti aí estrangeiro.&lt;br /&gt;E, além disso, Zapatero é preferível a Sócrates&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há porém razões para sorrirmos:&lt;/strong&gt; para além da progressiva integração económica entre Portugal e Espanha, os jovens portugueses procuram cada vez mais aprender a língua castelhana; e, por outro lado, o número de estudantes espanhóis no nosso país tem aumentado e muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;É só esperar que frutifiquem as relações, as uniões de facto e os casamentos. Pode ser que eles consigam a tão almejada união, sendo bem mais sucedidos do que outrora o foram as casas reais de Portugal e Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(*) Escreve na Internet em “Office Lounging”   &lt;a href="http://officelounging.blogspot.com/2006/09/unio-ibrica.html"&gt;http://officelounging.blogspot.com/2006/09/unio-ibrica.html&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;Nota: os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116092982694109853?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116092982694109853/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116092982694109853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116092982694109853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116092982694109853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-vi.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (VI)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116067538269019588</id><published>2006-10-12T10:32:00.000-07:00</published><updated>2006-10-12T10:49:42.740-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (V)</title><content type='html'>(*) César Carmona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estimado Coronel Mendoça:&lt;br /&gt;Mi nombre es César Carmona Tapia y soy un joven español de 25 años nacido en la ciudad de Granada. Siento mucho no poder expresarme en portugués, pero aunque lo comprendo bien, soy incapaz de escribirlo correctamente. Ruego acepte mis disculpas y espero que comprenda bien lo que quiero expresarle. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hace tiempo vengo pensando&lt;/strong&gt; en la posibilidad de crear una especie de entidad "meta-nacional" en la península Ibérica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algo así como lo que usted propone en su blog, pero sin una carga nacionalista patriótica marcada, que puede dar lugar a un fuerte rechazo por parte de la mayor parte de la población.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, pienso que la historia de España y la de Portugal&lt;/strong&gt; han ido prácticamente siempre pararelas y creo en definitiva que los pueblos ibéricos (todos) forman parte de un gran pueblo común cuyas tradiciones, idiosincrasias, anhelos, victorias y fracasos han corrido prácticamente de la mano a lo largo de los siglos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por esta razón creo que sería algo muy bonito que los dos Estados ibéricos pudieran asociarse en una entidad supranacional sólida e ilusionante que hiciera de nuestras dos naciones un todo más fuerte, solvente y con mayor capacidad de decisión en el mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es evidente que hay diferencias importantes&lt;/strong&gt; que los dos Estados deben superar para lograr convertirse en un único país, como el mismo hecho de que los modelos de Estado son muy diferentes en un país y en otro.&lt;br /&gt;Sin embargo, pienso que podría ser interesante introducir un concepto nuevo, una especie de "Monarquía republicana” que sirviera para poder conjugar ambos sistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En España no está tan claro que la monarquía vaya a perdurar en el tiempo como sistema.&lt;br /&gt;Mientras viva Juan Carlos es seguro que sí, y con total seguridad su hijo Felipe también ostentará el cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sin embargo, la tendencia en España es, cada día más, a converger hacia un modelo federal que sea capaz de vertebrar las diferentes partes del Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y así lo desea en el corazón una gran parte de los españoles&lt;/strong&gt;, que empiezan a comprender que el sistema monárquico actual es una secuela del franquismo y que, a pesar de los grandes logros conseguidos en estos 30 años de democracia, la II República Española se recuerda cada vez más como el gobierno legítimo que fue destruido de manera brutal y cuyas consecuencias aún sufrimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pero volviendo a la realidad,&lt;/strong&gt; a pesar de que se está haciendo un esfuerzo importantísimo para que la calidad de vida sea equiparable en cualquier parte del Estado español, todavía queda mucho trabajo por hacer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Más aún, si pensáramos en crear un "meta-estado" hispano-luso el papel de Portugal debe ser crucial en el sentido socioeconómico para que la cosa funcione&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Me refiero a que muchos españoles no estarían dispuestos a hipotecar parte de su desarrollo&lt;/strong&gt; en el caso eventual de que las dos naciones se unieran, dado que Portugal en los últimos años está siguiendo un camino diferente al español en materia de desarrollo económico (algo así como lo que ha sufrido Alemania tras su reunificación, salvando obviamente las diferencias entre el caso ibérico y el germánico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Es muy importante pensar en políticas socio-económicas adecuadas para que Portugal acabe con desigualdades territoriales y con un balance que le es desfavorable comparativamente hablando con España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Con todo, quiero expresarle mi alegría por que un proyecto como la Unión Ibérica esté en mente de más personas. Ojalá algún día se haga realidad. No dude en que seguiré atento al desarrollo de su blog y a las noticias que pueden ir apareciendo al respecto en España para comunicárselas a usted.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(*) César Carmona é um dos nossos colaboradores residente em Espanha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA:&lt;/strong&gt; os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116067538269019588?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116067538269019588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116067538269019588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116067538269019588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116067538269019588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-v.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (V)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-116004993185196018</id><published>2006-10-05T04:48:00.000-07:00</published><updated>2006-10-05T05:05:31.870-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (IV)</title><content type='html'>(*) Adalberto Barreto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bom! Que comentários estranhos andam por aqui? Pois gostaria de fazer um pequeno comentário sério ao seu post. De facto parece que a união ibérica já existe. Agora o problema é que não existe de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuamos a comprar bens e serviços aos espanhóis, cada vez em maior quantidade e os impostos que eles pagam são gastos integralmente em Espanha.&lt;br /&gt;Nas escolas espanholas, nos hospitais espanhois, nas estradas de Espanha, na segurança social espanhola.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O nosso escasso dinheiro também serve cada vez mais o estado social espanhol &lt;/strong&gt;– cada vez que compramos um bem “made in spain” – &lt;strong&gt;e, não tem retorno.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Cada vez que eu gasto 100 € no hipermercado 50€ (quase de certeza) vão direitinhos para Espanha, dos quais 5€ vão para o fisco espanhol. O inverso não acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não havendo integração política estamos cada vez mais "lixados".&lt;br /&gt;Contribuimos e não recebemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Mas não é por esse motivo que eu me sinto Iberista.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sou também por razões culturais:&lt;br /&gt;Acredito que ser iberista&lt;/strong&gt; é na sua essência mais patriótico do que ser nacionalista.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amo &lt;/strong&gt;a língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sinto &lt;/strong&gt;um enorme fascínio pelo galego.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gosto&lt;/strong&gt; de falar e ler espanhol (castelhano).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sou &lt;/strong&gt;apaixonado pela música tradicional galega e transmontana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sinto &lt;/strong&gt;que a história dos povos peninsulares é comum.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Li&lt;/strong&gt; com igual paixão Villa Matas e Saramago. Camões e Cervantes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sou&lt;/strong&gt; fã incondicional da “banda desenhada española”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adoro&lt;/strong&gt; a Andaluzia e o Algarve (Córdoba e Silves) e o nosso passado comum Al Andaluz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sinto, por último, que só isso é maior patriotismo de cantar um hino que nos manda marchar contra os canhões ou gritar histericamente por uma equipa de futebol – fenómeno de massas contemporâneo que visa substituir a guerra.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um abraço e un saluto&lt;br /&gt;(*) Adalberto Barreto identifica-se como “O Bibliotecário Anarquista”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 1:&lt;/strong&gt; Os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA 2:&lt;/strong&gt; Esta mensagem foi-nos enviada por e-mail em 01/03/06, o que de certa maneira, já nessa altura, confirma a famigerada sondagem do &lt;strong&gt;Sol&lt;/strong&gt;, e reproduzida no &lt;strong&gt;El Mundo&lt;/strong&gt; em 24/09/06, o que em síntese reproduzimos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a –&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Un tercio de habitantes del país vecino querríam unir-se a España.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;b –&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Un tercio de los encuestados se mostraban partidários de abolir todavia más las ya inexistentes fronteras e integrar un Estado único:Iberia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-116004993185196018?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/116004993185196018/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=116004993185196018' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116004993185196018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/116004993185196018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-iv.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (IV)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-115989852052818517</id><published>2006-10-03T10:16:00.000-07:00</published><updated>2006-10-03T11:02:00.593-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (III)</title><content type='html'>(*) Alejandro Liste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hola.  Chamome  Alejandro  Liste  e  son  un  cidadán  do  concello  da  Estrada, en Galicia  (España).  Sinto moito non poder expresarme en portugués, sen embargo escribo  este  e-mail  nunha  lingua  moi  parecida,  o galego.  Deste xeito poderase entender millor o que digo que se utilizo o castelán.&lt;br /&gt;Teño  lido  os  posts  que  ten  vostede  no  seu  blog  e a súa tese iberista, e teño que dicir  que  a  min  tamén  me gusta a  idea  da  unión  ibérica  federada das rexións dos dous países.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Non  obstante,  a  miña  tese  vai  un  paso  máis  alá:  eu  propoño  unha  unión  ibérica  federada dos tres estados ibéricos,  é  dicir,  a República  de  Portugal, o Reino de España e o Principado de Andorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Históricamente estes tres estados teñen unha historia, unha cultura e uns costumes moi  similares e  complementarios,  ademáis  de  ocupala  Peninsula  Ibérica   (incluíndo   as   illas Canarias, Azores,  Madeira, Baleares e as prazas norteafricanas de Ceuta e Melilla) e por iso non é descabellado facela dita unión,  ibérica ou hispánica, coma vostedes queiran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que sexa unha federación dos tres estados tal e como son agora  ou  que  sexa das  rexións que as forman é algo que non me preocupa moito, iso debería decidilo o pobo, ó igual ca o proxecto da unión ibérica.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todalas  maneiras  o  proxecto  da unión  ibérica  está  ainda  moi  verde,  sobretodo  en España. &lt;br /&gt;As maiores dificultades atoparíamolas en España, xa que o benestar é máis elevado ca en Portugal, e ainda máis en  Andorra dado o réxime fiscal do Principado (ó igual co que ocorre en Gibraltar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Son cousas que non se poden cambiar dun día para outro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por iso tense  que  ir  publicitando  o  proxecto  e  a tese iberista, debatir sobre ela e facer ver a poboación as ventaxas que ten sobre os inconvintes posibles.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tras este período de publicidade da tese xa se podería poñer en marcha o proxecto político de unilos tres estados facendo referenduns e votacións, pero todo hai que facelo ben, senón pódese atopar con serios atrancos como os que temos no seo da Unión Europea ca Constitución Europea e as negativas de Francia e Holanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todo isto e moi compricado de levar, e para facelo fan falla moitos cartos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Non obstante, o máis importante agora é ver e constatar que hai moita xente que avala a tese ibérica (sexa como sexa desenrolada), e este é o punto de partida para facela nova Iberia ou a nova Hispania.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un saúdo a vostede e a todolos lectores do seu blog.&lt;br /&gt;(*) Colaborador da UNIÂO IBÉRICA.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA –&lt;/strong&gt; Os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-115989852052818517?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/115989852052818517/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=115989852052818517' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115989852052818517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115989852052818517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-iii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (III)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-115980723938910395</id><published>2006-10-02T09:18:00.000-07:00</published><updated>2006-10-02T09:40:39.440-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (II)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(*)Alejandro Liste, A Estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – Saúdos, Coronel Mendonça Júnior&lt;br /&gt;Mándolle outro artigo do xornal "El Mundo" onde Pascual Maragall, presidente de Cataluña, fai unha interconexión directa entre o seu nacionalismo (reflexado no novo estatuto de Cataluña) e o seu suposto iberismo defendido por el e polo PSC-PSOE.&lt;br /&gt;Eu absteñome de facer ningún comentario, xulgue vostede mesmo e mailos seus lectores do blog da Unión Ibérica.&lt;br /&gt;Un abrazo e que teña bo día.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 –&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;“EL MUNDO”, domingo 1 de octubre de 2006, ESPAÑA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Matagall aboga por la unión de España y Portugal.&lt;br /&gt;«Ahora que los portugueses quieren ser españoles, que se preparen los castellanos», dice el presidente de la Generalitat.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;LEONOR MAYOR&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;BARCELONA.- Los que acusaban a Pasqual Maragall de ser un secesionista no podían estar más equivocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El presidente de la Generalitat catalana no sólo quiere que Cataluña se mantenga unida a España, sino que también es partidario de que Portugal se «franquicie» con el Estado español.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Si los portugueses abren la puerta a una unión con España, como espero, el iberismo de nuestros abuelos se hará realidad. Lo realizarán nuestros nietos», aseguró ayer durante la celebración de la V Conferencia Nacional dei PSC.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Ahora que los portugueses quieren ser España que se preparen los castelianos»,&lt;/strong&gt; señaló Maragall en referencia a una encuesta publicada el pasado 23 de septiembre por el diario luso &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sol &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;en la que se desvela que el 27,7% de los portugueses es partidario de la unificación con España y de la creación de un único estado: Iberia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta posible fusión de países cuadra con la visión de España que Maragall ha defendido en los últimos años y que, en su opinión, se ha materializado con la aprobación del Estatuto catalán, que «ha dado a Cataluña el estatus de nación solidaria en la nación de naciones que es España».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta definición de España de Anselmo Carretero es un referente para Maragall, según explicaba el presidente catalán en el Foro de Debate de EL MUNDO al que acudió a finales de 2004, cuando la reforma del Estatuto apenas había arrancado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;En ese mismo escenario, Maragall confesaba que no tenía inconveniente en definirse «como español» y reconocía que existe una «cierta dificultad para definir España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La referencia de Maragall a la hipotética anexión de España y Portugal no es baladí, porque se contrapone con las tesis de las fuerzas independentistas catalanas, que siempre han considerado que Portugal es un país «afortunado» por haber logrado separarse del Estado español.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;El destino de Iberia es una incógnita&lt;/strong&gt;, pero no el de Cataluña que, para Maragall, ya ha encajado en España: «Se ha alcanzado el punto de no retorno, Cataluña y España han hecho el esfuerzo», dijo. «Hemos tardado cien años, pero ahora lo hemos conseguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estamos cerca del sueño catalán, el abrazo de los pueblos ibéricos se está convirtiendo en realidad, después de un siglo dramático se abre otro espléndido», añadió.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para Maragall, el sueño se ha materializado gracias a la aprobación del Estatuto. Un texto cuya pervivencia depende ahora del Tribunal Constitucional (TC) que deberá resolver los recursos interpuestos por el PP, el Defensor del Pueblo y Aragón.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En opinión de Maragall, esos recursos son beneflciosos, ya que con la sentencia «no quedarán dudas de su integridad y de su validez».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El presidente dé la Generalitat anunció también que tiene previsto viajar a Senegal para hablar con el Gobiemo de este país africano sobre el drama de la inmigración. Maragall suspendíó su viaje al país africano previsto para el pasado septiembre por recomendación del Ministerio de Exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Espanhol, residente em Espanha, colaborador da &lt;strong&gt;UNIÃO IBÉRICA&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;NOTA – Os negritos são da nossa, UNIÃO IBÉRICA, responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-115980723938910395?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/115980723938910395/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=115980723938910395' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115980723938910395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115980723938910395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/10/federao-ibrica-ii.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (II)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-115936105881979679</id><published>2006-09-27T05:05:00.000-07:00</published><updated>2006-09-27T05:44:18.890-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA (I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.41.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.33.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Acabo de receber por e-mail uma carta («…» de (**) Alejandro Liste, nosso colaborador em Espanha, que acompanhou um artigo («…» de (***) Sónia Dominguez&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1º – Transcrevemos a carta de Alejandro Liste:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;« Saúdos a vostede, estimado Coronel Mendonça Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoxe atopeime cun artigo no xornal "El Mundo" de onte que pode ser que lle interese. É acerca do interés dos portuxeses pola UI. Seica sodes moitos que queredes unirse a nó-los españois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamén estiven ollando moitos foros e comentarios dos españois respecto á noticia, e a verdade é que quedei disgustado: comentarios racistas de se Portugal era medio africana en poboación, que se os portuxeses non dan un pao á auga, que se sodes masocas xa que queredes metervos na España que xa ten bastantes problemas de independentismo, que se os portuxeses son todos uns fumetas e porreiros, etc, etc, &lt;strong&gt;pero aínda así había moitos comentarios bos e benintencionados, moitos deles claramente iberistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O dito, Portugal é iberista por necesidade e o tempo fará o resto; o problema é España, xa que non ten conciencia do seu irmán portuxés, non lle interesa e ainda menos que lle pidan que teña solidaridade con él (xa teñen bastantes entre españois).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu sei que todo isto é consecuencia da ignorancia da meirande parte dos españois e de moitos portuxeses, pero todo elo podese reverter e que cualle a idea iberista, soamente fai falla determinación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sepa vostede que sigo e seguirei sendo un adepto da súa idea iberista de unha federación das rexións e illas dos tres estados ibéricos (Portugal, España e Andorra) e a colonia británica en solo ibérico (Gibraltar). Sepa tamén que comenteille o proxecto iberista a moitos compañeiros meus, ó mellor algún deles mándalle algún comentario ó respecto.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Saúdos novamente e un abrazo. Que teña vostede un bo dia ».&lt;br /&gt;(**) Alejandro Liste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2º – Transcrevemos o artigo de Sónia Dominguez que foi publicado, &lt;em&gt;especial para El Mundo&lt;/em&gt;, em 24 de Septiembre de 2006:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«PORTUGUESES QUE SUEÑAM CON IBERIA&lt;br /&gt;Un tercio de habitantes del país vecino querrían unirse a España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;LISBOA.- De la adoración al rechazo, sin término medio. En esos extremos se mueven las percepciones de los portugueses sobre España, cuatro veces mayor en población y por encima de la media europea en crecimiento económico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero, si ya era evidente que la indiferencia es imposible cuando se trata de las sensibles relaciones bilaterales, sí ha resultado sorprendente, y algo polémico, &lt;strong&gt;el sondeo publicado ayer por el semanario &lt;em&gt;Sol&lt;/em&gt;, en que un tercio de los encuestados se mostraban partidarios de abolir todavía más las ya inexistentes fronteras e integrar un Estado único: Iberia&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esto es lo que opinan un 27,7% de los portugueses consultados que, además, en un 96,5% de los casos consideran que esta unificación contribuiria a su desarrollo económico. Donde ya no existe mucho margen de maniobra es para elegir el lugar en que estaria situada la capital ya que, mientras que un 41,8% opina que en Madrid, a escasa distancia, con un 40 47%, se sitúa Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otra de las conclusiones que se desprenden de esta inaudita encuesta es la necesidad de discutir el régimen político imperante, porque los portugueses no están dispuestos a renunciar a un reparto republicano implantado desde 1910. Un 63,9% lo prefieren sobre la monarquía, pero tampoco a renunciar a los lazos afectivos hacia la Corona española.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Un 52,6% prefiere al Rey Juan Carlos como monarca de ese hipotético país, frente a un 21,4% que eligiría a otro Jefe de Estado.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;La publicación de esta encuesta sucede a dos dias del primer viaje oficial a Madrid y Asturias del nuevo presidente dela República, Anibal Cavaco Silva, que se ha propuesto mostrar a los españoles una imagen desconocida del vecino de al lado, con un énfasis en las potencialidades de un futuro de modernidad y de integración latente. Desequilibrado pero innegable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEBATE TELEVISIVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Esta visita ha resucitado en Portugal todos los debates posibies sobre la mejor forma de encarar la relación con Espafia: invasión u oportunidad?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No ha venido sola, sino acompañada de una descarga mediática. El lunes, en el debate de mayor audiencia de la televisión pública, se espera la asistencia de José Maria Aznar, como uno de los mayores protagonistas del análisis sobre la construcción de un espacio ibérico.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mientras que algunos españoles residentes en Portugal se lamentan dela falta de autoestima que refleja este sondeo, para otros, iberistas convencidos, su resultado sólo simboliza que &lt;strong&gt;“a medida que nos vamos integrando en Europa, somos más ibéricos”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Iberia es una excelente marca europea, dice el comentarista Carlos Magno.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;España evolucionará hacia una monarquia federal y, en ese contexto, Portugal garantiza tanto la autonomia como la integración».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(***) Sonia Dominguez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: Os negritos são da nossa responsabilidade.&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-115936105881979679?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/115936105881979679/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=115936105881979679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115936105881979679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115936105881979679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/09/federao-ibrica-i.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA (I)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-115919387703988224</id><published>2006-09-25T05:10:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T07:27:41.023-07:00</updated><title type='text'>A UNIÃO IBÉRICA... EM PORTUGAL? (I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/Cavaco%20Silva.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/320/Cavaco%20Silva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;COMEÇA A TER PERNAS PARA ANDAR...!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Cavaco Silva sublinha a interdependência entre portugueses e espanhois através da “CONCENTRAÇÃO DE POLÍTICAS”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Numa entrevista à agência de notícias espanhola EFE, o Presidente da República de Portugal relembrou que a cooperação entre Portugal e Espanha é estabelecida a todos os níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interdependência será no futuro “ainda maior”, disse Cavaco Silva, referindo que Espanha é o primeiro parceiro económico de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente português, Cavaco Silva, salientou, a grande interdependência que existe entre Portugal e Espanha e a excelente cooperação, sublinhando que tudo o que acontece num país é relevante para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A interdependência é hoje o conceito que melhor caracteriza a relação (entre os dois países), em substituição da ideia que se utilizou no passado: “dois países de costas voltadas um para o outro", afirmou o Presidente português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Presidente da República acrescentou que Portugal é o terceiro cliente de Espanha e que ambos os países têm uma grande concertação em políticas internacionais e europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A cooperação é também excelente ao nível político, económico, empresarial, científico, turístico, e nos assuntos transfronteiriços", explicou Cavaco Silva.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O chefe de Estado português salientou que essa cooperação pode ser ainda aprofundada, nomeadamente em áreas como a investigação tecnológica e no sector empresarial para aproveitar melhor as “oportunidades do mercado ibérico, que é de facto um mercado único”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voltando a abordar as relações passadas, Cavaco Silva frisou que os portugueses "não olham para Espanha como uma ameaça"; é um membro da União Europeia e da NATO. São vizinhos com relações excelentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado houve alguma desconfiança, mas isso pertence ao passado.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sobre o problema da imigração ilegal, Cavaco Silva disse que concorda "inteiramente" com Madrid, referindo que "este não é um problema de Espanha, mas um problema europeu e a Europa deve fazer mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, Cavaco Silva destacou a colaboração de Portugal que disponibilizou uma corveta da Marinha que se encontra ao largo da costa ocidental africana para evitar a saída de imigrantes ilegais para as Canárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há, contudo, que ter presente que "só podemos acalmar a ansiedade dos cidadãos da África Sub-saariana se contribuirmos para o desenvolvimento e melhoria das condições de vida", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No que diz respeito ao entendimento luso-espanhol em assuntos europeus, Cavaco Silva disse que pela sua experiência "existe convergência entre os dois países na maioria das questões".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre as tensões entre o Ocidente e o mundo muçulmano, o Presidente português afirmou ser partidário do diálogo, defendeu um papel relevante da União Europeia e recordou que tanto Portugal como Espanha têm mantido esta linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao terrorismo, sublinhou que a &lt;strong&gt;"resposta só pode ser a coordenação global”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nenhum país, por muito grande e poderoso que sejam os seus serviços de informação e forças armadas pode enfrentar sozinho o fenómeno do terrorismo", afirmou Cavaco Silva em entrevista à agência de notícias espanhola, EFE.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República, Cavaco Silva, chega segunda-feira a Espanha para uma visita de Estado de quatro dias em que estarão em foco as relações peninsulares e os sucessos empresariais nacionais no país vizinho.&lt;br /&gt;Acompanham Cavaco Silva, na visita de Estado, os ministros da Economia, Manuel Pinho;Negócios Estrangeiros, Luís Amado; Ambiente, Francisco Nunes Correia; e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*) Opinião do Presidente da República de Portugal publicado no servidor SAPO da Internet em 23/09/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-115919387703988224?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/115919387703988224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=115919387703988224' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115919387703988224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115919387703988224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/09/unio-ibrica-em-portugal-i.html' title='A UNIÃO IBÉRICA... EM PORTUGAL? (I)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-115581846999377297</id><published>2006-08-17T05:24:00.000-07:00</published><updated>2006-08-17T05:41:10.040-07:00</updated><title type='text'>A UNIÃO IBÉRICA JÁ CANTA EM ESPANHA (II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.39.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.31.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabamos de receber, por e-mail, um comentário (que transcrevemos entre comas), de um cidadão da nossa vizinha Espanha que, – com a devida vénia e devida autorização do seu autor Alejandro Liste – se enquadra na tese da UNIÃO IBÉRICA que temos vindo a defender:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A melhoria da vivência dos portugueses e dos espanhóis, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa UNIÃO IBÉRICA constituída por Estados Federados das suas regiões do continente e ilhas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;«Hola. Chamome Alejandro e son un cidadán do concello da Estrada, en Galicia (España). Sinto moito non poder expresarme en portugués, sen embargo escribo este e-mail nunha lingua moi parecida, o galego. Deste&lt;br /&gt;xeito poderase entender millor oque digo que se utilizo o castelán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teño lido os posts que ten vostede no seu blog e a súa tese iberista, e teño que dicir que a min tamén me gusta a idea da unión ibérica federada das rexións dos dous países. Non obstante, a miña tese vai un paso máis alá: eu propoño unha unión ibérica federada dos tres estados ibéricos, é dicir, a República de Portugal, o Reino de España e o Principado de Andorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Históricamente estes tres estados teñen unha historia, unha cultura e uns costumes moi similares e complementarios, ademáis de ocupala Peninsula Ibérica (incluíndo as illas Canarias, Azores, Madeira, Baleares e as prazas norteafricanas de Ceuta e Melilla) e por iso non é descabellado facela dita unión, ibérica ou hispánica, coma vostedes queiran. Que sexa unha federación dos tres estados tal e como son agora ou que sexa das rexións que as forman é algo que non me preocupa moito, iso debería decidilo o pobo, ó igual ca o proxecto da unión ibérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De todalas maneiras o proxecto da unión ibérica está aínda moi verde, sobretodo en España. As maiores dificultades atoparíamolas en España, xa que o benestar é máis elevado ca en Portugal, e ainda máis en Andorra dado o regime fiscal do Principado (ó igual co que ocorre en Gibraltar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Son cousas que non se poden cambiar dun dia para outro. Por iso tense que ir publicitando o protexto e a tese iberista, debetir sobre ela e facer publicitando o proxecto e a tese iberista, debatir sobre ela e facer ver a poboación as ventaxas que ten sobre os inconvintes posibles.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tras este período de publicidade da tese xa se podería poñer en marcha o proxecto político de unilos tres estados facendo referenduns e votacións, pero todo hai que facelo ben, senón pódese atopar con serios atrancos como os que temos no seo da Unión Europea ca Constitución Europea e as negativas de Francia e Holanda.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Todo isto e moi compricado de levar, e para facelo fan falla moitos cartos. Non obstante, o máis importante agora é ver e constatar que hai moita xente que avala a tese ibérica (sexa como sexa desenrolada), e este é o punto de partida para facela nova Iberia ou a nova Hispania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un saúdo a vostede e a todolos lectores do seu blog, Alejandro Liste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;Nota: O sublinhado em “negrito” e “itálico” são da nossa responsabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-115581846999377297?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/115581846999377297/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=115581846999377297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115581846999377297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/115581846999377297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/08/unio-ibrica-j-canta-em-espanha-ii.html' title='A UNIÃO IBÉRICA JÁ CANTA EM ESPANHA (II)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-114976802166966275</id><published>2006-06-08T04:47:00.000-07:00</published><updated>2006-06-08T05:00:21.683-07:00</updated><title type='text'>A UNIÃO IBÉRICA JÁ CANTA EM ESPANHA (I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.38.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.30.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acabo de receber, por e-mail, um comentário, entre comas, de um cidadão da nossa vizinha Espanha que, – com a devida vénia e devida autorização do seu autor César Carmona, – se enquadra perfeitamente na tese da UNIÃO IBÉRICA que temos vindo a defender: &lt;em&gt;A melhoria da vivência dos portugueses e dos espanhóis, excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa UNIÃO IBÉRICA constituída por Estados Federados das suas regiões do continente e ilhas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;«Estimado Coronel Mendoça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mi nombre es César Carmona Tapia y soy un joven español de 25 años nacido en la ciudad de Granada. Siento mucho no poder expresarme en portugués, pero aunque lo comprendo bien, soy incapaz de escribirlo correctamente. Ruego acepte mis disculpas y espero que comprenda bien lo que quiero expresarle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hace tiempo vengo pensando en la posibilidad de crear una especie de entidad "meta-nacional" en la península Ibérica. Algo así como lo que usted propone en su blog, pero sin una carga nacionalista patriótica marcada, que puede dar lugar a un fuerte rechazo por parte de la mayor parte de la población. Sin embargo, pienso que la historia de España y la de Portugal han ido prácticamente siempre pararelas y creo en definitiva que los pueblos ibéricos (todos) forman parte de un gran pueblo común cuyas tradiciones, idiosincrasias, anhelos, victorias y fracasos han corrido prácticamente de la mano a lo largo de los siglos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razón creo que sería algo muy bonito que los dos Estados ibéricos pudieran asociarse en una entidad supranacional sólida e ilusionante que hiciera de nuestras dos naciones un todo más fuerte, solvente y con mayor capacidad de decisión en el mundo. Es evidente que hay diferencias importantes que los dos Estados deben superar para lograr convertirse en un único país, como el mismo hecho de que los modelos de Estado son muy diferentes en un país y en otro. Sin embargo, pienso que podría ser interesante introducir un concepto nuevo, una especie de "Monarquía republicana" que sirviera para poder conjugar ambos sistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En España no está tan claro que la monarquía vaya a perdurar en el tiempo como sistema. Mientras viva Juan Carlos es seguro que sí, y con total seguridad su hijo Felipe también ostentará el cargo. Sin embargo, la tendencia en España es, cada día más, a converger hacia un modelo federal que sea capaz de vertebrar las diferentes partes del Estado. Y así lo desea en el corazón una gran parte de los españoles, que empiezan a comprender que el sistema monárquico actual es una secuela del franquismo y que, a pesar de los grandes logros conseguidos en estos 30 años de democracia, la II República Española se recuerda cada vez más como el gobierno legítimo que fue destruido de manera brutal y cuyas consecuencias aún sufrimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero volviendo a la realidad, a pesar de que se está haciendo un esfuerzo importantísimo para que la calidad de vida sea equiparable en cualquier parte del Estado español, todavía queda mucho trabajo por hacer. Más aún, si pensáramos en crear un "meta-estado" hispano-luso el papel de Portugal debe ser crucial en el sentido socioeconómico para que la cosa funcione. Me refiero a que muchos españoles no estarían dispuestos a hipotecar parte de su desarrollo en el caso eventual de que las dos naciones se unieran, dado que Portugal en los últimos años está siguiendo un camino diferente al español en materia de desarrollo económico (algo así como lo que ha sufrido Alemania tras su reunificación, salvando obviamente las diferencias entre el caso ibérico y el germánico). Es muy importante pensar en políticas socio-económicas adecuadas para que Portugal acabe con desigualdades territoriales y con un balance que le es desfavorable comparativamente hablando con España.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Con todo, quiero expresarle mi alegría por que un proyecto como la Unión Ibérica esté en mente de más personas. Ojalá algún día se haga realidad. No dude en que seguiré atento al desarrollo de su blog y a las noticias que puedan ir apareciendo al respecto en España para comunicárselas a usted. Reciba un cordial saludo, César Carmona».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-114976802166966275?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/114976802166966275/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=114976802166966275' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/114976802166966275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/114976802166966275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/06/unio-ibrica-j-canta-em-espanha-i.html' title='A UNIÃO IBÉRICA JÁ CANTA EM ESPANHA (I)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-113985786487846664</id><published>2006-02-13T09:54:00.000-08:00</published><updated>2006-02-24T05:14:26.656-08:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (6)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.22.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.22.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será que a tese da União Ibérica tem pernas para andar?&lt;br /&gt;1 –&lt;/strong&gt; Disso não temos qualquer dúvida. &lt;strong&gt;A «União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas, da península ibérica,» não se processa de um dia para o outro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;É facto inquestionável que todas as federações, que se constituíram neste alcunhado “mundo cão” do Planeta Terra em que vivemos, estão para ficar. Cada vez mais fortes e competitivas.&lt;br /&gt;Não foi fácil: O caso da América do Norte é o maior exemplo dos “prós e contras”. A federação deles é hoje constituída por cinquenta estados federados resultado de uma guerra sangrenta entre o Norte industrializado e o Sul agrícola. É hoje o país a mais poderoso do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noutros países a mudança operou-se de forma pacífica, com excepção de alguns “Velhos do Restelo”. Pouco mais fazem do que alardear “blá-blás de perdas de soberania”: nas tertúlias, na comunicação social ou para manterem o seu ganha-pão político: “Maria vai com as outras” ou se quiserem: “É melhor não fazer ondas”. São os que repudiam a UI. Nomes? Quereis nomes? E por que não? Dou exemplos:&lt;br /&gt;Para já mencionamos quatro: que louvamos e muito respeitamos por serem personalidades de renome nacional que prestaram serviços distintos e muito relevantes, no quadro militar-político-sócio-económico, nos tempos da suas vivências activas. São irredutíveis, a qualquer ideia federativa… São eles: Almeida Santos, Pinheiro da Silva, Salazar Braga, Silvério Marques.&lt;br /&gt;Esses, são os que hoje está na moda chamar “ortodoxos fundamentalistas”. São acusados de ainda não se terem libertado da vivência salazarísta, que inicialmente, teve o seu grande e louvável mérito nacionalista-económico-financeiro e que, como é sabido, agora acusam do “obscurantismo” de Portugal perante a mudança dos Ventos da História. Nesse sentido, e vem a propósito repetir-se: «Oliveira Salazar, quando morreu, agarrado ao poder, fortemente apoiado pela PIDE que se diz que torturava e matava incluindo o General Humberto Delgado. Deixou nos cofres do Estado mais de 800 toneladas de ouro, pagos pela África do Sul em ouro, pela cedência de indígenas de Moçambique para trabalharem nas minas de ouro sulafricanas».&lt;br /&gt;Porém esses, não preocupam a União Ibérica! E porquê? Quanto tempo vão viver mais… três anos…cinco anos… daqui a dez anos…“moritur te salutant”.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 –&lt;/strong&gt; Acreditamos, sim, que as novas gerações, através do “choque do afundamento da actual realidade portuguesa” sejam realistas e apoiem uma tese federalista. A exemplo dos países que assim se constituíram e que hoje, dia a dia, se fortalecem, cada vez mais: União Faz A Força. E porquê? Porque sentem na carne a degradação constante do &lt;strong&gt;nosso querido país&lt;/strong&gt;. O que procuramos clarificar no artigo «Idiossincrasias dos portugueses», na Internet, em 22 de Outubro passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acreditamos que a tese do nosso movimento é possível para não deixarmos de ser portugueses, como o fomos no passado, pelas razões ali expostas e sugestões para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 –&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Entretanto a UI não é omnisciente! Desafia debates sérios e realísticos em qualquer modalidade, verbal ou escrita, inclusive na Internet “Comments=Postar um comentário”, no final dos artigos do site UNIÂO IBÉRICA. Mas, por favor, tenham a coragem de se identificar como o fez, Ramalho Eanes na sua habitual exemplar corajosa frontalidade:&lt;br /&gt;«Felicito o camarada Mendonça Júnior, principalmente pela “provocação” saudável que esse trabalho constituiu. Interessante seria reflectir por que razão o iberismo voltou a ser discutido, em todas as suas situações de crise nacional.&lt;br /&gt;Discutir, seriamente, a hipótese iberista seria, sempre salutar para o País. No mínimo, essa discussão levaria os portugueses, indirectamente a: primeiro, a definirem, com rigor, o que querem e o que podem ser no futuro; depois, e em consequência, a estabelecer um grande propósito nacional, a exigir a definição das consequentes estratégicas, a fiscalizar a sua gestão, a pagar conscientemente os custos que elas, seguramente, implicariam.&lt;br /&gt;Continuar nesta modorra, não estabelecer Grandes Opções Estratégicas de Segurança Nacional, não cuidar de atribuir meios aos subsistemas sociais, e de exigir, para eles, a definição e a aplicação de uma estratégia é, seguramente, caminhar de crise em crise até, pelo menos, à completa integração económica na Espanha, sic».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 –&lt;/strong&gt; Porém, antes de nos referirmos ao tema principal de hoje, a União Ibérica e o Senado News expôem o conceito, que entre nós portugueses, é considerado muito próximo do divino. Trata-se da INTELIGÊNCIA. Oh! Fulano é o máximo… é um craneo privilegiado… a questão não é para todos… é só para os eleitos… etc…etc… Para nós a inteligência não se trata de uma simples qualidade mas sim de um composto de vários factores.&lt;br /&gt;Para exemplificar e por ordem alfabética:&lt;br /&gt;– Bom senso, se for a mais, não presta: é um padre…&lt;br /&gt;– Bom humor, se for a amais, não presta: é um palhaço…&lt;br /&gt;– Coragem, se for a mais, não presta: é um arruaceiro…&lt;br /&gt;– Paranóia, se for a mais, não presta: é um holocaustro…&lt;br /&gt;– Raciocínio, se for a mais, não presta: é um intelectual…&lt;br /&gt;Através do critério de avaliação obtido pelo percentual destes cinco factores assim os nossos dois movimentos, União Ibérica e Senado News, classificam: modos de ver pessoais, questões, convicções, ideias, crenças, concepções, sentimentos, pareceres, atitudes em relação a questões políticas, morais, filosóficas e religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 –&lt;/strong&gt; Pois bem, é, como tem sido sempre, em conformidade com essa definição de INTELIGÊNCIA, que nomeamos este artigo: &lt;strong&gt;Será que a tese da União Ibérica tem pernas para andar? &lt;/strong&gt;Trata-se, nem mais, que o Projecto de Previsão da União Ibérica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiro –&lt;/strong&gt; A Espanha terá de dar o primeiro passo: iniciar a Federação Ibérica…&lt;br /&gt;O que não será fácil dado os problemas, de política interna, governo, oposição e as suas regiões autónomas, muito especialmente: Catalunha, Países Bascos e Galiza. Abordamos a questão, na “União Ibérica (5), publicada na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo –&lt;/strong&gt; As regiões portuguesas poderão posteriormente lá “tentar entrar”…&lt;br /&gt;O que não será fácil dado que já se está a duvidar entre alguns dos nossos vizinhos espanhóis que comentam:&lt;br /&gt;«Será que valerá a pena, em termos de DEVE e HAVER, arcar com a “tanga” de Portugal o que irá custar à Espanha milhões ou biliões? Ou continuar a lá “entrar”, como estamos a fazer, pacificamente, nesta actual primeira fase, sócio-económico-financeira?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terceiro –&lt;/strong&gt; A reacção do nosso querido país terá se ser, para já, rápida e decisiva. As novas gerações terão de “arregaçar as mangas” pelo trabalho competitivo mas muito especialmente por um “choque político aos deputados parlamentares”. Com excepção, de alguns, da lei da meia dúzia – citada no artigo de 22/10/05 – que refere que 95% a 97% dos portugueses não prestam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplo:&lt;/strong&gt; O Parlamento só vota unânime para condolências dos que se “odiaram politicamente” em vida.&lt;br /&gt;As novas gerações, muito especialmente a feminina, terão que usar: «o povo é quem mais ordena». Como? Atacando o ponto fraco dos deputados: a perda de votos é o alimento da sua sobrevivência para se sentarem no poleiro. Isso obrigará os Partidos a escolher os mais válidos em termos nacionais e não por clientelismos; como tem sido até agora. Apreenderão depressa. Muito especialmente na nomeação dos seus lideres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplo:&lt;/strong&gt; Como se admite que Marques Mendes tenha referido, “provincialismo”, ao convite a Bill Gates, na esperança de um dia ele poder vir a querer investir em Portugal? Trata-se do patrão da Microsoft, fundada em 1975, que vale 223 mil milhões de euros e actualmente tem 60 mil funcionários e possui escritórios em 85 países do mundo e que em 2005, teve lucros de 10 mil milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amigos portugueses se quereis que o nosso querido país possa, a prazo, tomar as decisões políticas mais apropriadas… usa e abusa a ABSTENÇÃO NAS URNAS… e não te comportes como “ovelhas a precipitarem-se no abismo” lideradas por quaisquer «malandros ou dançarinos».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-113985786487846664?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/113985786487846664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=113985786487846664' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113985786487846664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113985786487846664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/02/unio-ibrica-6.html' title='UNIÃO IBÉRICA (6)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-113923275933427501</id><published>2006-02-06T05:24:00.000-08:00</published><updated>2006-02-06T05:32:39.336-08:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (5)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;A controvérsia sobre Espanha e o Futuro começa fortemente a surgir entre políticos e comentadores dos nossos vizinhos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A primeira parte de uma longa recente entrevista ao “Expresso”, &lt;strong&gt;EXP,&lt;/strong&gt; dada por José Maria Aznar&lt;strong&gt;, JMA&lt;/strong&gt;, e publicada na Internet, teve para a &lt;strong&gt;UI&lt;/strong&gt;; um grande interesse, por razões óbvias do tema que tem vindo a publicitar: uma &lt;strong&gt;«… União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões &lt;/strong&gt;– portuguesas e espanholas – &lt;strong&gt;do continente e ilhas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Aznar começa por discordar do actual Governo de Espanha, o de José Luís Zapatero – que conseguiu o apoio necessário para fazer aprovar o novo Estatuto da Catalunha – afirma que se trata de «um processo de desintegração de Espanha…na melhor das hipóteses, passaremos a ter menos Espanha, e na pior corremos um sério risco de desintegração do país, pela primeira vez em muito tempo».&lt;br /&gt;O ex-Presidente do Governo espanhol: «insiste em que existe o risco de balcanização de Espanha… e que ninguém sabe as consequências que produz o risco de atrofiamento de um país. Mas nunca podem ser boas. Serão consequências profundamente negativas. Parte do dano já está feito e será muito difícil de recuperar, outra parte parece talvez evitar-se, mas, sinceramente, não me parece que haja vontade de o evitar. Mas, definitivamente, esse risco existe».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos instrumentos necessários às descentralizações das regiões autónomas espanholas, Aznar afirma que a «Espanha levou esse processo até às últimas consequências, e é, provavelmente, o país mais descentralizador do Mundo».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EXP&lt;/strong&gt;-«Mas esse não é o caminho de um Estado federal?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMA&lt;/strong&gt;-«O Estado federal é exactamente aquilo que os independentistas e os separatistas não querem. É claro que o não querem, porque o Estado federal significa, em larga medida, o que significa também o Estado actual: uma nação de cidadãos livres, iguais entre si e solidários. Julgo que o que se perspectiva é uma não-nação e, além disso, uma espécie de confederação com territórios que têm privilégios e direitos que outros territórios não possuem. &lt;strong&gt;E confundir o direito à diferença&lt;/strong&gt;, constitucionalmente reconhecido e garantido, &lt;strong&gt;com a diferença de direitos é um erro político de dimensões históricas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXP&lt;/strong&gt;-«E, perante a voracidade dos nacionalismos, não se está a formar uma espécie de nacionalismo espanhol com as mesmas características?»&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMA&lt;/strong&gt;-«Não. Eu penso que é isso que marca o elemento diferenciador: que os nacionalistas pratiquem o nacionalismo, &lt;strong&gt;eu, que não sou nacionalista e que não gosto de nacionalismos, até posso compreender; que os independentistas pratiquem o independentismo, também posso entendê-lo, embora não perfilhe as suas ideias (UI – contradição??? parece óbvio, será???); mas que o governo do meu país seja cúmplice dessas políticas, isso é totalmente incompreensível, e é o factor que, neste momento, distorce completamente a política espanhola».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UI – Parece óbvio que a principal “razão de ser” de José Maria Aznar, líder derrotado nas últimas eleições legislativas espanholas, não fugiu à regra da OPOSIÇÂO: ao criticar, por sistema, o actual governo espanhol por recear as “independências” que dividem “fragelizando”, (UI – o que é consensualmente verdadeiro: “dividir para conquistar”); mas sem opinar por uma federação, “in medio virtus est”; mantendo, pela razão, a “união faz a força” de uma Espanha e o Futuro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2. A segunda parte da entrevista pontuou-se sobre assuntos político-sócio-económicos em que o entrevistado enaltece os valores da sua governação – internacionalmente reconhecidos no patamar cimeiro da União Europeia – através de uma exemplar entrevista no semanário “Expresso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: Os “negritos” são da responsabilidade do autor.&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-113923275933427501?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/113923275933427501/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=113923275933427501' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113923275933427501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113923275933427501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/02/unio-ibrica-5.html' title='UNIÃO IBÉRICA (5)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-113683661131036989</id><published>2006-01-09T11:32:00.001-08:00</published><updated>2006-01-10T13:42:23.830-08:00</updated><title type='text'>COMO VOTAR?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL.3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A imediato:&lt;/strong&gt; Leva-me a reflectir sobre o perfil do próximo Presidente da República, a eleger em Janeiro de 2006, que tem um Conselho de Estado para o aconselhar, um Governo para nos governar e um Parlamento para nos representar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concretamente, sobre os actuais candidatos: é fundamental que seja um profissional político-diplomata para usar correctamente a sua dupla função de POLÍTICO e de CHEFE SUPREMO DAS FORÇAS MILITARES e com a experiência, já vivida, no actual turbulento Mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Externamente:&lt;/strong&gt; Ter amigos em todos os centros de decisão internacionais, melhor dizendo: nos que “mandam” em Portugal. Ser capaz, na defesa dos interesses de Portugal, de cumprir a sua função com total independência de individuais nobres qualidades de carácter: ser matreiro como Richelieu, viperino como Mazarin e hábil como Talleyrand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terá de iniciar um novo futuro para a Península Ibérica: «a melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, e excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa União Ibérica constituída por estados federados».&lt;br /&gt;A começar por ambos e pelas suas regiões autónomas: evitando-se assim independências e a total fragilização dos ancestrais Povos Ibéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Internamente:&lt;/strong&gt; Ser inteligente, ter bom humor, exemplificar individuais nobres qualidades de carácter numa sensata «magistratura de influência», com total independência partidária, para aplicar, com excepcional firmeza, uma «democracia musculada», isto é: «ser realisticamente autoritário» onde o povo ordenar. Ser determinado na evolução do Estado da Nação e no equilíbrio da «governação-oposição», para o bem-estar de todos os portugueses, através de inopinadas «presidenciais abertas», suficientemente incógnitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATENÇÃO:&lt;/strong&gt; “Perante o actual Estado da Nação provocado pelas medidas de contenção do actual Governo, as manifestações: dos militares, de outras instituições de segurança, e, de civis; já se murmura na sociedade portuguesa, o anseio de uns e o temor de outros, de se estar já a germinar a “matéria explosiva de um Novo Golpe Militar”.&lt;br /&gt;Terá de estar muito atento a uma «Consensual Intervenção Militar», no momento em que achar oportuno, e evitar uma drástica nova Abrilada. Terá que presidir a essa possibilidade apoiado pelas Chefias Militares e, muito especialmente, pelos voluntários jovens militares experientes em missões de risco no estrangeiro e são principescamente pagos, como valentes mercenários que não se irão conformar com a diferença salarial quando regressarem nem com o Estado da Nação que encontrarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A prazo:&lt;/strong&gt; Entretanto a LUSITÂNIA rejuvenescerá, como já sucedeu no passado pela força das leis da natureza, desta vez: pela mestiçagem dos mais notáveis Portugueses e imigração dos mais notáveis do Mundo: inter-famílias e seus descendentes. «De Fortes Gentes para um Forte País».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-113683661131036989?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/113683661131036989/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=113683661131036989' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113683661131036989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/113683661131036989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2006/01/como-votar_09.html' title='COMO VOTAR?'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-112997060708613944</id><published>2005-10-22T19:14:00.000-07:00</published><updated>2006-01-09T12:05:29.186-08:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (4)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/Mogadouro2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/Mogadouro2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) António Mogadouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carta ao Coronel Mendonça Júnior:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tenho lido com agrado os seus artigos sobre a União Ibérica. Em meu entender essa «UNIÃO» já está em prática, há muito tempo, principalmente nas zonas fronteiriças. Sobretudo na zona do Nordeste Transmontano de onde sou oriundo. Uma vez que não dispõe de estruturas porque é uma zona pobre. Então, o refúgio é ir a Espanha que se encontra ali ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As compras são efectuadas no lado de lá. Vive-se mais com os espanhois e dos espanhois. Há dificuldades de vender os produtos agrícolas em Portugal… são os espanhois que compram. A zona do Nordeste produz uva, azeitona, cortiça e cereais. Como é que o agricultor pode viver? Então os espanhois compram, a um preço superior, e levam tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região é formada pelo Concelho de Mogadouro que tem, mais ou menos 11.300 habitantes e mais quatro concelhos: Moncorvo 9.900, Freixo de Espada à Cinta 4.200, Miranda do Douro 8.100 e Vimioso 5.300.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distâncias de Mogadouro: a Bragança são 80 km; a Macedo de Cavaleiros são 50 km: a Mirandela são 86 km; a Chaves são 150 km; ao Porto são 274 km; a Lisboa são 570 km… ou seja estamos esquecidos. São estas, entre outras, as localidades onde se encontram hospitais onde se podem operar as pessoas, pois que nos cinco concelhos enumerados atrás, apenas existem Centros de Saúde em três dos citados. Numa doença, não há possibilidade de ir ao médico, sem se recorrer ao lado de lá, para ser logo atendido. Se reparar os hospitais encontram-se assinalados com um circulo no mapa que junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hospitais não existem na faixa do rio Sabor até ao Douro. Creio que tinhamos direito a um hospital para lá do Sabor. Portanto, temos Espanha com melhores vias de comunicação, e mais perto… São eles que nos valem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja que bem servidos estamos. Muito mais lacunas que Lisboa poderia ver com outros olhos… não há votos que cheguem para fazer alguma coisa pela região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há um programa da União Europeia, para o desenvolvimento fronteiriço, chamado INTERREG. A Espanha aproveita todo esse dinheiro para desenvolver toda a sua região fronteiriça e Portugal devolve o dinheiro por não apresentar projectos. A diferença é essa. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para nós, a UNIÃO IBÉRICA já funciona.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite meu Caro Coronel que casos como o que descrevi sobre a minha Terra já são muitos. Acabo de receber um artigo que li no Boletim Informativo do Clube de Campismo do Conselho de Almada datado de Junho de 2005, da autoria de José Chinó, com o seguinte pedido:&lt;br /&gt;«Reenviem este artigo para quantos amigos e conhecidos tenham, para que sejamos cidadãos informados e denunciantes deste SISTEMA NACIONAL DE SAUDE, completamente PODRE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo consta do seguinte:&lt;br /&gt;Esse senhor acordou um dia com um problema no olho direito. Pareceu-lhe grave. Deslocou-se ao Hospital Garcia da Orta, em Almada (16 Abril 2005). Diagnóstico: deslocamento da retina. Só poderá recuperar com operação. Segundo a opinião do oftalmologista a situação é grave e urgente. Mas a lista de espera é muito grande: talvez 6 meses a um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso amigo ficou abismado, pois uma situação destas requer internamento imediato. Qual a solução que veio da boca do médico? A existência de um bom especialista em Setúbal que ele próprio conhecia. Lá vai o homem à consulta do referido especialista que lhe confirma o diagnóstico dizendo: tem de ser operado; eu que levo 3.000 euros para operar, mais 3.000 para a clínica e assistentes; total 6.000 euros (1.200 contos); por esta consulta levo 60 euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por achar este orçamento brutal, o nosso amigo, resolve marcar consulta em Badajoz. Devido à urgência do caso, marcam-lhe nova consulta para o dia seguinte. É atendido meia hora depois de ter chegado. Confirmam-lhe o diagnóstico. O especialista diz não haver tempo a perder, não tem dias livres, por isso vai ter de adiar operações menos urgentes para poder encaixar a dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta passado 10 minutos, com a data da operação: AMANHÃ ÁS 17 HORAS. São 1.200 euros (240 contos). Custo da consulta: 35 euros. A operação foi um êxito. Nos 30 dias seguintes e sempre que se deslocou à Clínica, não pagou mais nada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIO: Este país não tem salvação possível. E eu não sou daqueles que gostaria de ser espanhol!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Ex-combatente no Ultramar, nos Dragões de Luanda; actualmente emigrante na Bélgica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-112997060708613944?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/112997060708613944/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=112997060708613944' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112997060708613944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112997060708613944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/10/unio-ibrica-4.html' title='UNIÃO IBÉRICA (4)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-112998660770335190</id><published>2005-10-22T13:19:00.000-07:00</published><updated>2005-12-13T05:20:37.593-08:00</updated><title type='text'>IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/1600/CORONEL4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6876/934/200/CORONEL1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*) Mendonça Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O conjunto histórico de vivências dos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO ERAMOS…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nos tempos de antanho, desde a fundação do &lt;strong&gt;nosso querido país&lt;/strong&gt; em 1143 até pouco mais de metade do século XVI, os portugueses – da era do ouro, do marfim, das especiarias e da expansão da Fé Cristã – eram valentes, determinados, orgulhosos e tementes de Deus. Antes dos combates, ajoelhavam, comungavam em jejum, beijavam a cruz do guarda mão do montante e matavam o “infiel” ou morriam pela Nação a tal ponto que expandiram Portugal do Minho a Timor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO SOMOS…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– FISICAMENTE: São de pequena estatura, brevilínios (tronco cilíndrico), e de membros curtos; a partir dos 40 anos iniciam um processo de engorda: papada, o cinto desce para suster o cada vez maior ventre proeminente; segundo a Direcção Geral de Saúde: 35% têm excesso de peso, 15% são obesos; cifóse (ficam mais baixos). Duas décadas depois começam a morrer, por ordem de estatística crescente: enfarte agudo do miocárdio; de doença esquémica do coração; de doenças cerebrovasculares e de doenças do aparelho circulatório. Segundo Fernando Pádua: o excesso de peso, sal, álcool e tabaco são os principais assassinos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– MORALMENTE: A força anímica é a da coragem da adrenalina até às “últimas consequências”, o que ninguém sabe bem o que é; os buzinões são a coberto do anonimato; as manifestações de rua, aceleradas por febras e vinho são rapidamente afogadas por algumas bastonadas Nada como em França, Coreia, Israel ou Palestina, etc, etc, onde por vezes, as forças da ordem tinham e têm de recorrer a canhões de água, balas de borracha e não só… para gláudio dos média que passam a ter a sua almejada notícia e gritam. massacre… massacre…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– PSIQUICAMENTE: Juntam-se em tertúlias semanais, em almoços bem regados, onde imperam pormenorizadas notícias: sobre a saúde dos presentes, dos ausentes, do futebol e da política. Naquelas rendem-se à emocional tendência de interromper para contarem as suas vivências, sobre as quais os interlocutores prestam pouca atenção, sobre o mesmo tema da conversa ou outro. O debate é constantemente apimentado por anedotas exaustivamente enquadradas por: o pá, a gaja, a malta, que despertam ruidosas manifestações de festa. No caso dos grandes lideres quando se apercebem que a missão os obrigará a correr riscos «batem com a porta». Foi o caso paradigmático de D. João VI, que fugiu para o Brasil, “acompanhado de numerosa côrte de valentes fidalgos”; e de Spínola, que fugiu para Espanha e depois, para mais longe, para o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– OS PARTIDOS POLÍTICOS: Por ano apresentam dezenas de projectos, para a “melhoria das condições de vida dos portugueses”, que envolvem milhões… mas não dizem onde nem como os obter. Ganhar o poder pelo voto é o objectivo para se sentarem no Governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– OS POLÍTICOS: Há os que ficam por cá e chegam á chefia dos Partidos Políticos. Apoiados pela força dos votos da sua multidão: são omniscientes na caça à omnipotência. Desprezam a regra de ouro da credibilidade do equilíbrio da isenção. O inimigo a abater é o Governo; Marques Mendes é um notável exemplo de “só” oposição. Mas há os “novos fujões” quando Portugal está a arder: Jorge Sampaio foge para os Açores e Sócrates para o Kénya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– OS MILITARES: Nos incêndios, com excepção de uns poucos “maçaricos”, mal se viram… mas sim viram-se na manifestação 13 de Agosto último, que pretendiam efectuar fardados na rua mas que teve lugar, ingloriamente, na Casa do Alentejo vociferando palavras de ordem de aplicação de futuras medidas mais drásticas; foi seguida de outra, dias depois. Nesta manifestação os militares do activo não compareceram mas refugiaram-se, desta vez, “debaixo das sáias das suas mulheres” que estiveram presentes, na rua, em apreciável número. Em ambos os casos a sociedade portuguesa ficou sem saber as razões das excepções às medidas que os levavam a não querer colaborar com o Governo – na aplicação de sacrifícios dos seus outros congéneres funcionários públicos civis – no esforço patriótico de combater a crise que o País atravessa. Em vez disso criaram um falso problema: o de não se poderem manifestar. Errado: como se verificou democrática e constitucionalmente. O que os levou a regressar a quartéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é tudo… espante-se, ainda mais, a sociedade portuguesa: Houve muito recentemente 26 pedidos ao Governo, de soldados a coronel, de pensão por méritos excepcionais e outros serviços relevantes a Portugal. Pensão essa que, em alguns casos, pode chegar, individualmente, aos 1.500 euros. José Sócrates recusou as pensões solicitadas, de acordo com a política de austeridade do executivo, ao abrigo da legislação em vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntar-se-á? Injustiça? Perseguição em razão dos «feitos» que a Pátria os obrigava a cumprir mas que não foram respondidos pelos militares… Vejamos alguns desses «feitos», em dívida ao nosso Querido País, que ainda perduram na memória recente do século que passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Na Grande Guerra de 14/18:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;«A primeira grande revolta do Corpo Expedicionário Português-CEP (cerca de 25.000 homens) deu-se nas vésperas da Batalha de La Lys (09/12 de Abril de 1918). Em 4/5 de Abril a 2ª Brigada recusou-se a avançar para as primeiras linhas tendo-se distinguido mais, na revolta, o Batalhão de Infantaria 7 que se entrincheirou defensivamente nas casas das aldeias onde estava estacionado. De lá tiveram de sair, desarmados, depois do general Tamagnini os ter cercado e mandado que a artilharia tomasse posições para bombardear as casas. Pelas 17H00 os revoltos entregaram-se. O Batalhão foi dissolvido e os militares transportados em camiões para Nouex-les-Mines onde passaram a constituir um depósito disciplinar».&lt;br /&gt;«No dia 7 de Abril o tenente-general Haking elogiou as tropas portuguesas. No dia seguinte, foi grande o espanto no posto de comando do general Gomes da Costa quando se recebeu a ordem de rendição da 2ª Divisão, que deveria marchar para a retaguarda entre os dias 9 e 10 de Abril. Em 9 de Abril os alemães atacaram a 2ª Divisão, que vencida, foi substituída na bolsa criada na frente por tropas inglesas. Nessa madrugada e manhã fatídicas para o Exército Português houve uma quantidade exagerada de 6.585 prisioneiros portugueses em relação a 614 mortos. Foi a última batalha das tropas portuguesas».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Os soldados António Cardoso e Manuel da Silva foram condecorados com a Cruz de Guerra de 3ª Classe e promovidos a 1º cabo. O sargento Gomes de Carvalho aumentou a resistência ao avanço alemão de um fortim protegendo a retirada em segurança de ingleses e portugueses pelo fogo de metralhadora manejada por ele que se portou com grande valentia e sangue-frio perante o inimigo. Em 22 de Abril o comando do 1º Exército britânico decidiu unilateralmente dispensar as tropas do CEP».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, já na retaguarda, houve as chamadas “insubordinações colectivas”.&lt;br /&gt;«Três no Batalhão de Infantaria 12: em Agosto; em 6 Setembro; e a última próximo de 24. Outra, na 3ª Brigada em Setembro. Duas, no Batalhão de Infantaria 23 a 6 de Outubro que se repetiu no dia 8. Outra no Batalhão 11/17, (que se fundiram), em 11 de Outubro e depois na noite de 16 para 17. Terão ocorrido mais insubordinações na CEP nos meses de Setembro e Outubro? Julga-se que sim mas de grandeza menor».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém: «Se é hoje difícil identificar os oficiais que, servindo no CEP, à menor possibilidade de regressarem a Portugal, é, contudo, fácil reunir quantos nomes dos que não o abandonaram e ficaram até ao fim. Foi o caso do tenente-coronel José Serpa Pimentel; o do capitão Ferreira do Amaral; o do general Garcia Rosado; o do major Hélder Ribeiro; o do Capitão André Brun. Todos estes se mantiveram firmes até ao fim da guerra. Há no entanto, um nome que avulta sobre todos: o do capitão, Augusto Casimiro, republicano, publicista e poeta. Em parte terá sido ele que o general Garcia Rosado colheu ânimo para, em França, reorganizar os destroços do CEP e conseguir, no último momento, que Portugal estivesse representado na frente de combate. Curiosamente, Augusto Casimiro terá estado, sem grande consciência, na origem das “insubordinações colectivas” havidas nos últimos meses de Guerra».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Na campanha de Moçambique de 16/18.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;«Foram mobilizados, ao longo dos seus dois anos, 19.438 militares da Metrópole, a que há a juntar mais 985 portugueses e 19.278 africanos recrutados em Moçambique. Um impressionante total de 39.701 sem contar com 90.000 carregadores indígenas. Os alemães, comandados pelo general Von Lettow, tem sob as suas ordens 300 europeus e 1.700 “askaris” com o apoio de 3.000 carregadores. Em Negomano a resistência portuguesa não dura muito até porque o major Teixeira Pinto cai atingido por uma bala nos primeiros minutos. A maior parte da guarnição foge. Von Lettow garante que enterrou cerca de 200 cadáveres e libertou 150 prisioneiros. Em Negomano os alemães obtêm todos os víveres e munições de que precisam e os “askaris” trocam alegremente as suas Mauser de 1877 pelas Mauser de 1907 capturadas aos portugueses».&lt;br /&gt;«Von Lettow vai entrar na parte final e mais brilhante da sua campanha, quando opera sem base segura, sem retaguarda e sem território próprio. Comanda só 2 a 3 milhares de homens, com menos de 400 europeus, mas são verdadeiros fantasmas, que se movem como se não houvesse oposição. Procura manter a sua força concentrada e sempre em movimento. Ataca os postos pequenos e mal defendidos para capturar o que necessita, conseguindo normalmente surpreender o adversário e evita as cidades e zonas fortificadas. Faz centenas de prisioneiros, que normalmente liberta logo a seguir, mediante a mera palavra de não tornarem a pegar em armas contra os alemães. Segue uma política de fomentar a revolta das populações indígenas das zonas por onde passa, chegando a entregar-lhes as armas e munições que pode dispensar, pelo que deixa um rasto de rebeliões atrás de si, que levará muitos anos a extinguir depois da guerra».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«De início enfrenta em Moçambique só os portugueses, mas as tropas Aliadas não tardam a entrar em força na colónia em sua perseguição. Vêm de todos os lados e são muito superiores aos alemães, mas nunca os conseguem encurralar e muitas vezes nem sequer sabem onde está o inimigo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O comando Aliado faz uma triste figura nesta fase final da campanha, sendo sistematicamente ludibriado e iludido pelo génio militar de Von Lettow. Os alemães fazem um percurso de milhares de quilómetros no ano final da guerra, onde derrotam sistematicamente todas as forças que decidem enfrentar (das mais diversas nacionalidades: ingleses, sul-africanos, rodesianos, belgas, indianos, nigerianos e quenianos, entre outros) e conseguem sempre evitar o combate quando a desvantagem é demasiado grande. Em Novembro, a sua força entra na Rodésia do Norte e só se rende voluntariamente a 12 de Novembro de 1918, quando o general alemão confirma que o armistício foi assinado na Europa e a guerra terminou».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O desastre foi o maior desastre militar português em África desde Alcácer-Quibir. O resultado foi muito triste: nenhum dos objectivos militares foi alcançado, não se conseguiu sequer defender o território moçambicano e as baixas foram muito elevadas: 2.007 portugueses (9,8 % dos mobilizados no Continente e em Moçambique) e 2.804 indígenas mortos, com um número muito elevado de feridos e doentes. É de notar que morreram mais portugueses em Moçambique do que na frente da França durante a 1ª Guerra, com uma grande diferença: em Moçambique morreram principalmente por doenças devidas às más condições sanitárias, enquanto em França morreram principalmente em combate».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«A maestria do comandante alemão, Von Lettow Vorbeck, a sua estratégia diferente, os métodos inovadores da guerra de guerrilha, as suas superiores qualidades militares foram um dos principais factores para compreender o resultado desta campanha».&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Em Timor.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os nossos militares, sob o comando de Lemos Pires, fugiram para Atauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Na Índia.&lt;/strong&gt; Os nossos militares, sob as ordens do Governador e Comandante Militar Vassalo e Silva (popularmente alcunhado de “Vassila e Salva-se”) renderam-se regressando apressadamente aos quartéis do território. Na Armada os acontecimentos foram diferentes: houve heroísmo e cobardia no dia 18 de Dezembro de 1961. O nosso Aviso de 1º Classe «Afonso de Albuquerque» – de acordo com o jornalista português Urbano Tavares Rodrigues que assistiu a tudo a bordo de um cargueiro grego juntamente com outros jornalistas internacionais – abriu fogo contra os dois contra-torpedeiros e as quatro fragatas indianas que bloqueavam o Porto de Murmugão na foz do rio Zuari em Goa. Durante a batalha o seu comandante, o Capitão-de-Mar-e-Guerra António da Cunha Aragão, foi gravemente ferido, e retirado da ponte de comando, sangrando abundantemente.&lt;br /&gt;De imediato, o nosso vaso de guerra aproou a terra, onde encalhou. A tripulação abandonou o navio – “como ratos a fugir de naufrágio” – que ainda suportou alguns impactos enquanto a bandeira das quinas flutuava no mastro de honra. Mais tarde foi rebocado, pelo inimigo, como despojo de guerra. Aragão e o 1º Grumete Telegrafista José Manuel Rosário da Piedade foram ambos condecorados com a medalha de Valor Militar com Palma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honroso, de maior registo, sucedeu com a Lancha de Fiscalização «Vega» que foi afundada, em combate, sob o comando do 2º Tenente Jorge Manuel de Oliveira e Carmo e servida pelos seus dois artilheiros: António Ferreira e Aníbal dos Santos Fernandes Jardino. Todos morreram em combate; foram todos condecorados, com a medalha de Valor Militar com Palma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– No Ultramar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– Os nossos militares – com excepção das Forças de Guarnição e de umas poucas unidades da Metrópole, graças à firmeza dos seus comandantes… até sabemos quem foram – por ordem dos militares revolucionários do 25 de Abril, depuseram as armas regressando atabalhoadamente a Portugal após uma “derrota técnica e “muito cansados” de atribuir as culpas aos políticos que, de imediato, se limitaram a ocupar o vácuo deixado por uma real derrota militar.&lt;br /&gt;Tudo isto totalmente oposto ao que sucede com outras gentes que combatem tanques à pedrada e que se suicidam matando os seus inimigos com sacrifício da própria vida. Basta vermos os documentários televisivos dos actuais confrontos, por todo Mundo, em defesa dos sagrados territórios nacionais ou conquista, como faziam os portugueses de antanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– Em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Francisco Sarsfield Cabral, em “Tentar Perceber”, Diário de Notícias 01/09/05, escreveu uma muito interessante coluna «Militares». Logo no início opina: «Não é clara para a maioria da sociedade portuguesa a função das Forças Armadas. Até há quem julgue que elas são dispensáveis bastando forças de segurança neste tempo em que não se vislumbram ameaças bélicas. E acrescenta: «Vejam-se as críticas à compra de dois submarinos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que nada disso mereceria a reflexão do citado colunista se a atitude das nossas Forças Armadas tivesse sido vitoriosa nas frentes de combate, em que foi necessária a sua presença, em defesa dos supremos interesses da Pátria.&lt;strong&gt; Como se sabe o risco de morrer – guerra – é o ponteiro da balança do que, para além do que se quer ser, é o que se é…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perante as citadas manifestações… Acham os militares no activo de hoje com moral para se manifestarem, suja e cobardemente, como o fizeram, ignorando as leis vigentes e democraticamente aceites pelos outros portugueses?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grande responsável por esta triste figura é Jorge Sampaio, o Chefe Supremo das Forças Armadas. Era de esperar… As suas populares alcunhas respondem por ele – têm variado e por vezes são de aplicação simultânea: O Chorão; O Água Destilada; O La Palice; O Cinzento; O Vegetal Cenoura; O Esquecido; O Viajante – com perto de uma centena de saídas para o estrangeiro; sem justificar, aos portugueses que o elegeram para os servir, as razões de interesse nacional – e ultimamente; O Ausente.&lt;br /&gt;Poderá perguntar-se: então como explicar índice de popularidade que ainda detêm mas que se vai diluindo todos os dias?&lt;br /&gt;– Primeiro: porque é muito difícil separar o indivíduo da função que representa e que nos merece o maior respeito e até veneração por personalizar a figura humana da Pátria.&lt;br /&gt;– Segundo: porque pelos tais “brandos costumes” é mais fácil e misericordioso aplicar o dito popular: «não batam mais no coitadinho».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas toda esta derrocada não se inscreve somente a razões de matar ou morrer pela Pátria. Adulcino Silva no seu último livro – Seitas religiosas, comunismo e maçonaria em África – é bem explícito quando afirma a triste realidade do Portugal actual: «Desde que, há 31 anos, foi implementado o actual regime político, Portugal já teve vinte e três governos, com todas as consequências que tal sucessão de Executivos acarreta para o País. Parece uma feira, com o montar e desmontar das tendas. A política hoje, no nosso País, converteu-se numa associação de intrigas, onde os seus membros se impelem e repelem para serem governos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portugal de hoje ocupa o último lugar de todos os índices comparativos do desenvolvimento dos países da Europa dos quinze… onde os dez, que recentemente entraram, já estão no bom caminho de nos ultrapassar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Perguntar-se-á novamente. O que sucedeu aos tais portugueses descendentes da mistura de povos iberos, celtas, visigodos, fenícios, francos e romanos com que Afonso Henriques fundou a Nação. Para que a partir de certa altura Portugal: no exterior, nunca mais venceu conflitos de massas; e no interior: passou a somar crises sobre crises? A partir de quando se deu essa transformação? E como se explica a existência de uma pequena minoria de portugueses que fazem jus aos do longínquo passado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– A história:&lt;/strong&gt; a narração crítica e pormenorizada de factos sociais, políticos, económicos e militares… é exacta sobre esse momento. Da Luzidia Armada de D. Sebastião, em 1578, ninguém regressou das areias ardentes de Alcácer-Quibir no Norte de África. Na nossa terra à beira mar plantada tinham ficado os velhos, os doentes, os mutilados de outras guerras, uns tantos abaixo dos 15 anos e os que estavam em vias de nascer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– A genética:&lt;/strong&gt; a ciência biológica que tem por objecto o estudo dos fenómenos e das leis da transmissão hereditária (considerando os genes) dos caracteres e a variação destes… é exacta sobre esse comportamento que melhorou nas invasões francesas – por força cromossomática dos franceses e ingleses. A propósito: Fátima Campos Ferreira num debate na televisão quando perguntou qual o segredo para se ser um bom empresário, Belmiro de Azevedo respondeu só com uma palavra: GENÉTICA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porém, perante este quadro comparativo, do antes e da actual generalidade dos portugueses há qualquer coisa que parece não bater certo. ALELUIA. Nem todos se enquadram nesta síntese. Como justificar a existência de uma minoria de portugueses do mais alto nível das gentes da Europa, quiçá do Mundo? Actualmente há os de todas as classes sociais, – inclusive entre os que decidem emigrar – e de todas profissões: políticos, militares, empresários, cientistas, médicos, juristas, desportistas, estudantes, escritores, artistas, mecânicos de rua, bate chapas, empregados da limpeza, etc, etc… excepções, que elevam bem alto a bandeira das quinas.&lt;br /&gt;Estes são os eleitos da «lei da meia dúzia» que, em termos estatísticos se calculam em cerca de trezentos milhares como aqui já demos alguns extraordinários exemplos. Acreditamos que este número tenha tendência a subir, um pouco mais devido à actual crise onde a «necessidade faz o engenho», muito especialmente pela juventude feminina.&lt;br /&gt;Estes eleitos são de fortíssima personalidade sabem o que querem e para onde vão. Não se deixam influenciar pelas “nuances” de certos: políticos, sindicatos ou associações. A eles cabe a responsabilidade de salvar Portugal. E, vamos indo… não tão bem como gostariam… mas até onde podem ir… Os que sobram não prestam: são entre 97% a 95% dos 10 milhões da população portuguesa do Continente.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim se justifica a IDIOSSINCRASIA DOS PORTUGUESES: O conjunto histórico de suas vivências.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMO SEREMOS…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Será que um processo de reconversão é irreversível? Totalmente creio que não – porque os “outros” não estarão parados – mas acreditamos que as “diferenças” poderão ser amenizadas. Ter-se-á que se banir para sempre os tais “brandos costumes”: Ter-se-á que acabar, (com bom senso: fatia a fatia como se corta o salame, durante os próximos anos), com as actuais mordomias: o salário mínimo; o subsídio de desemprego; as “baixas por simpatia”; as pontes dos dias feriados passarem para as segundas-feiras seguintes… etc, etc. Ter-se-á que honrar o trabalho: «pensar como um português, comportar-se como um inglês e trabalhar como um chinês», (sic) Stanley Ho; individualmente: «é glorioso ser rico», (sic) Deng Chiao Ping». Em resumo: acabar com os “braços caídos dos que não prestam”, fazendo uma grande «Revolução Patriótica de Bravos Costumes » a liderar pelo próximo Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A imediato…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tudo isto leva-nos a reflectir sobre o perfil do próximo Presidente da República, a eleger em Janeiro de 2006, que tem um Conselho de Estado para o aconselhar, um Governo para nos governar e um Parlamento para nos representar.&lt;br /&gt;Concretamente, sobre os actuais candidatos: é fundamental que seja um profissional político-diplomata para usar correctamente a sua dupla função de POLÍTICO e de CHEFE MILITAR com a experiência, já vivida, no actual turbulento Mundo em que vivemos. Acabar de vez com os tecnocratas que têm o seu precioso lugar noutros sectores da administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– EXTERNAMENTE: Ter amigos em todos os centros de decisão internacionais, melhor dizendo: nos que “mandam” em Portugal. Ser capaz, na defesa dos interesses de Portugal, de cumprir a sua função com total independência de individuais nobres qualidades de carácter: ser matreiro como Richelieu, viperino como Mazarin e hábil como Talleyrand.&lt;br /&gt;Terá de iniciar um novo futuro para a Península Ibérica: &lt;strong&gt;«a melhoria da vivência dos portugueses e espanhois, e excepcional presença na União Europeia e no Mundo, residirá numa União Ibérica constituída por estados federados das suas regiões do continente e ilhas.&lt;/strong&gt; A começar por ambos e pelas suas regiões autónomas: Madeira, Açores, Galiza, Bascos, Catalunha, e Canárias; evitando-se assim as respectivas independências e a total fragilização dos ancestrais Povos Ibéricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– INTERNAMENTE: Ser inteligente, ter bom humor, exemplificar individuais nobres qualidades de carácter numa sensata «magistratura de influência», com total independência partidária, para aplicar, com excepcional firmeza, uma «democracia musculada», isto é: «ser realisticamente autoritário» onde o povo ordenar. Ser determinado na evolução do Estado da Nação e no equilíbrio da «governação-oposição», para o bem-estar de todos os portugueses, através de inopinadas «presidenciais abertas», suficientemente incógnitas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATENÇÃO: Perante o actual Estado da Nação provocado pelas medidas de contenção do actual Governo, as manifestações: dos militares, de outras instituições de segurança, e, de civis; já se murmura na sociedade portuguesa, o anseio de uns e o temor de outros, de se estar já a germinar a “matéria explosiva de um Novo Golpe Militar”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Chefe Supremo das Forças Armadas terá de estar muito atento a uma «Consensual Intervenção Militar», no momento em que achar oportuno, e evitar uma drástica nova Abrilada.&lt;br /&gt;Terá que presidir a essa possibilidade apoiado pelas Chefias Militares e, muito especialmente, pelos voluntários jovens militares experientes em missões de risco no estrangeiro – que actualmente fazem parte da «lei da meia dúzia», e são principescamente pagos, como valentes mercenários – que não se irão conformar com a diferença salarial quando regressarem nem com o Estado da Nação que encontrarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A prazo…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Entretanto a LUSITÂNIA rejuvenescerá, como já sucedeu no passado pela força das leis da natureza, desta vez, pela mestiçagem dos mais notáveis do Mundo: inter-famílias e seus descendentes.&lt;br /&gt;«De Fortes Gentes para um Forte País» – a exemplo dos Estados Unidos da América do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-112998660770335190?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/112998660770335190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=112998660770335190' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112998660770335190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112998660770335190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/10/idiossincrasias-dos-portugueses.html' title='IDIOSSINCRASIAS DOS PORTUGUESES'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-112428815778264687</id><published>2005-08-17T07:14:00.000-07:00</published><updated>2005-08-17T07:15:57.790-07:00</updated><title type='text'>União Ibérica: Sim ou Não? E porquê? «Carta aberta à tese da União Ibérica»</title><content type='html'>&lt;a href="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/belmiro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/belmiro.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) Belmiro Vieira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis uma questão que, formulada inicialmente em ambiente restrito e de forma hesitante e quase a medo, ganhou, nos últimos tempos, amplitude e sonoridade públicas como testemunham muitas conversas de tertúlia que se vão escutando e bem assim os depoimentos que a Comunicação Social tem publicado…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é natural, não tem havido unanimidade nos argumentos e ilações contidos nessas conversas e depoimentos: há os que defendem, enfatizando a necessidade dessa união; como há também os que a julgam desfasada no tempo; e outros que a têm como impensável, por ser algo contra a natura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por nós, entendemos que, antes do mais, importa cogitar sobre o que realmente se quer significar com expressão união. Que não é, como erradamente pensam alguns, nem fusão nem simplesmente integração, com a consequente alienação da perda do que cada uma das partes tem como essencial. Mas sim uma associação feita de livre vontade e de comum acordo, com a finalidade de coordenar e financiar meios e esforços próprios, para assim aumentar as possibilidades de triunfo num mundo em permanente e feroz competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união, entendida assim, é um gesto, ou melhor, uma prática que se observa quotidianamente tanto na sociedade dos homens, como dos animais. Assim, por exemplo, o matrimónio de um homem com uma mulher é uma união, do mesmo modo que a constituição de uma empresa comercial, industrial ou agrícola formada por dois ou mais sócios, também o é. Em ambos os casos, as partes mantêm a sua personalidade, empenhando-se apenas em tarefas comuns, com vista a assegurar uma vida melhor ou mais possibilidades de lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pese embora ser uma prática que tem a ver com a própria natureza do homem, a união ou melhor dizendo a associação, torna-se muito mais viável quando os sujeitos são indivíduos actuando em grupo. No mundo actual, houve já ou estão ainda em curso, como é do conhecimento geral, alguns projectos de união ou associação ao mais alto nível, isto é, interessando a países ou estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deles seguramente os mais ambiciosos são os que respeita, à NATO e a chamada União Europeia nos quais Portugal é participe. Pois bem. Nenhum desses projectos, conseguiu até agora vingar de forma concludente. Muito pelo contrário: os indícios possíveis de recolher e analisar apontam para um rotundo fracasso a breve trecho. E quem tiver dúvidas, nesse particular, que faça um apelo à memória e relembre factos elucidativos de ocorrência recente, dos quais, o mais eloquente, tem a ver com as inúmeras fatais “fracturas” que a Operação Iraque” pôs a descoberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi aliás a perspectiva desse fracasso que fez que a Tese da União Ibérica, até então mantida sob reserva na mente de uns poucos, ganhasse maior pertinência ao ponto de poder ser oferecida a uma cogitação mais generalizada. Ela que, mais de que qualquer outra possível, tem condições para sobreviver e triunfar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que faz fracassar a NATO e torna impossível a União Europeia são, sem sombra de dúvida as notórias discrepâncias que existem entre os vários candidatos à associação. Discrepâncias que se relacionam com a origem e a vivência histórica de cada um deles: com o posicionamento geográfico, com usos e costumes, com formas de exprimir, etc… etc… Tudo, afinal, elementos profundamente caracterizantes, de cada um deles, e, por isso mesmo, não são fáceis de esquecer e muito menos de enterrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discrepâncias desse tipo ou mesmo semelhantes não existem nesta zona da Europa que dá pelo nome de Península Ibérica. Onde , ao contrário, há muita coisa de semelhante ou de comum: como o espaço geográfico; os meios de expressão herdados dos romanos e mesclados com contributos de outras origens; usos e costumes que, através dos tempos foram deixando pelos diferentes povos que por aqui passaram; e, “last but not least” – o último, mas não menos importante – o culto religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É certo que para alguns “Velhos do Restelo”, despidos do manto da valentia, haverá também que pôr na balança momentos de discordância expressos em gestos belicosos, que se verificaram no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamos, sinceramente, que essa argumentação é improcedente, já que tais discordâncias foram protagonizadas por um reduzido grupo de senhores feudais e não por maiorias populacionais, assim como a ênfase que se lhes deu, em determinado período da vida portuguesa, com vista a alimentar um patriotismo doentio em favor do fortalecimento do poder político, que felizmente se esvaiu.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, parece não haver dúvidas de que a união entre os que dão personalidade à Península Ibérica, as suas regiões, portuguesas e espanholas, é necessária e desejável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será ela – caso se venha a concretizar – uma força a considerar não só ao nível da Europa mas também á escala mundial sobretudo se, na sua formulação e funcionamento, não for esquecido o histórico relacionamento que os países ibéricos têm com a América Latina e com África.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Jornalista&lt;br /&gt;Foi publicado no “O Dia” em 12 de Maio de 2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-112428815778264687?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/112428815778264687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=112428815778264687' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112428815778264687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112428815778264687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/08/unio-ibrica-sim-ou-no-e-porqu-carta.html' title='União Ibérica: Sim ou Não? E porquê? «Carta aberta à tese da União Ibérica»'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-112331999585884222</id><published>2005-08-06T02:17:00.000-07:00</published><updated>2005-08-08T02:21:41.596-07:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (IV)</title><content type='html'>&lt;a href="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(*) MENDONÇA JÚNIOR &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é sabido tenho vindo a publicitar na Internet, a tese IBERISTA, com o fim de suscitar o debate, entre portugueses e espanhóis, para uma profunda e séria reflexão. Os resultados são deveras elucidativos e agrupam-se em três opiniões bem definidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que negam a tese – refugiando-se no tradicional “papão espanhol”, «De Espanha nem bom vento nem bom casamento» – chamando-me nomes feios e até de antipatriota. Daqueles, uma grande parte, “não dão a cara”: preferem o anonimato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que admitem a tese, numa forma íntima de parceria mas sem entrar em detalhes, em termos políticos, ou por ser “ainda prematura a sua reflexão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que aceitam a tese, revelando o seu entusiasmo, verbalmente ou por escrito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano passado, mais ou menos por esta altura,  recebi,  pelo  correio  postal,  da  Fundação Catalunha-&lt;br /&gt;-Portugal o seu Boletim Semanal do seu primeiro número, 1/09/2004, «…que pretende, como é lógico, dar uma maior visibilidade e projecção públicas às actividades e projectos desenvolvidos ao longo do ano». Com a revista, em separata, vieram intervenções do tema tratado no seu IIº Fórum da Comunicação, 9-11 de Julho de 2004, onde se debateram «As relações inter-peninsulares no quadro da União Europeia». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me mereceu especial atenção foi, o debate da tese federativa da União Ibérica, nos aspectos de controvérsia que já está despertando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Refiro-me, às intervenções de três portugueses que estavam presentes.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jaime Nogueira Pinto&lt;/strong&gt; referiu-se à publicação de um seu artigo: “O regresso dos reis” exprime o sentir da grande maioria dos portugueses que se recusam a aceitar que a única solução que nos pode restar é a integração no país vizinho». &lt;strong&gt;O que não é, com se sabe, o defendido pela tese.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mário Bettencourt Resendes&lt;/strong&gt; na sua síntese conclusiva  acrescentou: «Diria que, provavelmente, ainda não lá chegamos, mas muito do que ouvimos, ao longo do dia, indica-nos que podemos estar mais perto, e que é possível chegar a essa meta». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carlos Monjardino&lt;/strong&gt; – e Artur Suqué são co-presidentes da Fundação – observou: « Para contrapor esse sentimento não basta evocar o passado. É necessário oferecermos uma alternativa, um projecto de  futuro, dar-lhe sentido e razão. Caso  contrário, será difícil deter este nacional-pessimismo suicida». E completou dizendo: «Convém sermos realistas e corajosos e assumir que chegou a hora de analisar, com serenidade, pragmatismo e sobretudo visão do futuro, a espinhosa questão de sabermos se existe e é possível encontrar uma forma de convivência que não só ponha fim às querelas seculares entre povos, Nações, regiões e Estados Ibéricos mas que, acima de tudo, transforme em sinergia capaz de dar sentido às particularidades de cada um.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIO: As opiniões citadas revelam as suas bem vincadas carismáticas personalidades: Nogueira Pinto, gestor de empresas e colunista; Bettencourt Resendes, administrador de um diário nacional; Monjardino, empresário internacional e independente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramalho Eanes, numa carta, a mim dirigida, em 14/03/2003, opinou: «Discutir, seriamente, a hipótese Iberista seria, sempre, salutar para o país».&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-112331999585884222?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/112331999585884222/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=112331999585884222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112331999585884222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112331999585884222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/08/unio-ibrica-iv.html' title='UNIÃO IBÉRICA (IV)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-112116068313246127</id><published>2005-07-12T02:24:00.000-07:00</published><updated>2005-07-12T02:32:12.013-07:00</updated><title type='text'>FEDERAÇÃO IBÉRICA</title><content type='html'>&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/xavier.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;(*) Fernando Xavier de Brito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez sinto-me na obrigação de voltar a falar do assunto face à evolução dos acontecimentos.&lt;br /&gt;No primeiro artigo, procurei transmitir a ideia da constituição de uma Federação Ibérica demonstrando não só que tal facto de forma alguma constituía perda da nossa independência e muito menos falta de patriotismo.&lt;br /&gt;No segundo artigo, procurei mostrar quais as vantagens políticas, económicas e estratégicas, que essa Federação representava para a nossa posição internacional.&lt;br /&gt;As reacções não se fizeram esperar. Recebi várias cartas e telefonemas. A grande maioria foi de apoio, embora como seria de esperar, algumas houve que me consideraram anti patriota…E outras coisas mais. O que é interessante é que destes últimos, a maioria tinha fugido para o estrangeiro para não ir para o Ultramar e outros nada fizeram quando abandonámos as nossas Províncias Ultramarinas… Destes dois pecados redimi-me. Estive no Ultramar e estive onze meses preso a partir do 11 de Março…&lt;br /&gt;Portanto quanto a patriotismo estamos conversados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, nas guerras, já não há idealismo. Há sim, o vil e torpe olhar posto no lucro. &lt;br /&gt;Procura-se dominar economicamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face à situação económica que se vive neste momento, sem querer entrar em discussões se o aumento do IVA é a solução ou não, pois não sou economista, devo dizer pelo que me tenho apercebido, grande parte dos portugueses ir-se-ão abastecer mensalmente a Espanha onde o produtos são mais baratos e a diferença do preço do combustível acaba por compensar a deslocação.&lt;br /&gt;Desta forma iremos enriquecer o País vizinho, pois não creio que, neste caso, o patriotismo dos nossos concidadãos os leve ao sacrifício de comprar as coisas mais caras em Portugal se puder ir comprá-las a Espanha, isto sem contar com o passeio. Ou ainda ir lá passar as férias em vez de ir para o Algarve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que os nossos rios internacionais têm maior número de barragens em Espanha que em Portugal, estamos neste momento, em consequência da seca, sujeitos à água que deixem passar. Segundo se noticiou uma das barragens nacionais no Douro, que fornece 20% da electricidade para o País, está em vias de reduzir drasticamente a sua produção. &lt;br /&gt;Lá diz o velho ditado “Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte… Ou é tolo ou não tem arte”.  &lt;br /&gt;Se os interesses fossem comuns, como o que é próprio numa Federação, tal facto não se daria. Isto é apenas um pequeno exemplo &lt;br /&gt;Àqueles que se dizem patriotas e que sob essa capa não olham para o futuro dos seus filhos e netos, peço-lhes que meditem nisso. Metam a sua mão bem na consciência e digam o que fizeram na vida para bem do País e o que fizeram para evitar a desgraça em que caímos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-112116068313246127?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/112116068313246127/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=112116068313246127' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112116068313246127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/112116068313246127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/07/federao-ibrica.html' title='FEDERAÇÃO IBÉRICA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111822321090705744</id><published>2005-06-08T02:29:00.000-07:00</published><updated>2005-07-11T11:09:36.363-07:00</updated><title type='text'>A UNIÃO FAZ A FORÇA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;(*) Victor João Cordeiro Paixão &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/paixao.jpg"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impõe-se respigar algumas das diversas e responsáveis considerações traçadas por personalidades, dos mais diversos quadrantes, do tão momentoso problema da UNIÃO IBÉRICA.&lt;br /&gt;Todo o articulado do preâmbulo da Constituição Europeia, recentemente divulgado – e que aqui transcrevemos: «Persuadidos de que os povos da Europa continuando embora orgulhosos da sua identidade e da sua história nacional, estão decididos a ultrapassar as antigas discórdias e, a forjar o seu destino comum.» – se integra em absoluto numa hipotética versão para a UI. Dir-se-á que em relação à CE, digo, ao preâmbulo acima referido, apenas um grave hiato, na minha modesta opinião. Falta uma referência à religião, um importante pressuposto e que gerou diversas críticas em sectores da vida Nacional e Internacional. &lt;br /&gt;A propósito e ao juizo de reflexão sobre as diversas circunstâncias históricas dos dois Países, envolvidos na teses da UI, Portugal e Espanha, vale a pena evidenciar factos tão comuns e tão queridos como o espaço geográfico, os meios de expressão, usos e costumes e o culto religioso, já acima referido. &lt;br /&gt;Estes temas são muito bem evidenciados por um jornalista muito esclarecido: &lt;strong&gt;Belmiro Vieira&lt;/strong&gt;. Daqui lhe presto a minha homenagem pela forma inteligente com que aborda o problema, finalizando, como que um apelo ao necessário relacionamento, a que não são alheios os estreitos laços históricos, que nos unem a Espanha com a América Latina e África. No sentido de aclarar a proposta tão bem fundamentada pelo Coronel &lt;strong&gt;Mendonça Júnior &lt;/strong&gt;– grande arauto e corajoso impulsionador da ideia da UI – valerá a pena evocar algumas metáforas sobre o sentido de UNIÃO.&lt;br /&gt;A principal, em minha opinião, respeita ao casamento entre duas pessoas que não têm que abdicar das suas personalidades, desejos e ambição. Viverem em união implica, na verdade, algumas concessões múltiplas, mas não a abdicação da personalidade de cada um. E que dizer das diversas uniões que ao longo da História têm persistido e se têm cimentado, sem embargo das responsabilidades e convicções das partes componentes. &lt;br /&gt;Veja-se o exemplo, o já sublinhado em anteriores artigos, &lt;strong&gt;em exclusivo no “O Dia”, &lt;/strong&gt;a opinião de responsáveis no campo jornalístico, político e militar. Bastará um olhar retrospectivo, pela Europa, para a História da França, Itália, e Grâ-Bretanha, entre outros.&lt;br /&gt;Nas minhas cogitações guardo (para o fim) um grande desejo e expectativa. Qual a opinião de alguns ilustres pensadores da actualidade, tais como o Prof. &lt;strong&gt;Marcelo Ribelo de Sousa&lt;/strong&gt;, Prof. &lt;strong&gt;José Hermano Saraiva &lt;/strong&gt;e Prof. &lt;strong&gt;Freitas do Amaral&lt;/strong&gt;. Sem as subestimar, aguardo, também, a opinião daquele que considero um dos maiores estadistas portugueses da actualidade: o Prof. &lt;strong&gt;Adriano Moreira&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A projectada UI carece de uma reflexão muito profunda pois há que contabilizar, com todo o rigor o “Deve e Haver” que informa todo este processo. Seria fastidioso apontar, desde já, todas as vantagens, mais que evidentes, que tal união pressupõe. Porém há que ter em conta os benefícios que em ambos os sentidos se fariam sentir e sublinhar o enorme peso que na UI teriam os territórios insulares de ambos os países e os canais vivicadores dos territórios de Além-Mar de língua portuguesa e espanhola.&lt;br /&gt;Mais uma vez se invoca o significado do adágio « A União Faz A Força». &lt;strong&gt;Repete-se a afirmação sagrada da inviolabilidade da soberania de ambos os países&lt;/strong&gt;. É um princípio “SINE QUA NON” que nunca é demais referir na Constituição da UI sem beliscar a personalidade dos respectivos países. &lt;br /&gt;Para ambos a UI será , sem dúvida, e a todos os títulos, uma importantíssima mais-valia com reflexos e consequências positivas para a Europa e para todo o Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Licenciado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;br /&gt;Foi publicado no Jornal “O Dia” em 30/09/03.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111822321090705744?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111822321090705744/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111822321090705744' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111822321090705744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111822321090705744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/unio-faz-fora.html' title='A UNIÃO FAZ A FORÇA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111822289573382864</id><published>2005-06-08T02:20:00.000-07:00</published><updated>2005-06-09T11:51:30.426-07:00</updated><title type='text'>A UNIÃO EUROPEIA E A UNIÃO IBÉRICA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;(*) BELMIRO VIEIRA &lt;/strong&gt; &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/belmiro.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumpriram-se já a mais de cinco décadas e meia desde que a UE foi concebida pelo francês &lt;strong&gt;Robert Schumann&lt;/strong&gt; (1950), que tomou forte prática o projecto de unir a Europa, então profundamente dividida e ademais saída de uma longa e cruenta guerra mundial (1940/5), cuja causa principal havia sido precisamente a divisão que imperava entre grande parte dos países que dela faziam parte.&lt;br /&gt;Inicialmente, e como muitos, por certo, ainda se recordam, fez-se a Comunidade do Carvão e do Aço (CECA, 1951), mais tarde transformada em Comunidade Económica Europeia (CEE, 1957), na presumível crença de que o desenvolvimento económico e a conjugação de interesses comuns haveriam de evitar novos confrontos armados.&lt;br /&gt;Porém a, divisão do Mundo em dois blocos – o personaficado pelos Estados Unidos e era liderado pela União Soviética – que surgiu no termo da II Guerra Mundial (1940/5) e sobretudo do facto de ambos pretenderem de forma ostensiva impor o seu domínio aos restantes países, levou os europeus, forçados seguramente pelo instinto de sobrevivência, a tentar ganhar força, ampliando e dando conteúdo político ao seu projecto (CEE) que, como se disse, era inicialmente apenas de união pelo económico.&lt;br /&gt; Nasceu assim a chamada União Europeia (Maastricht, Dezembro de 1991), que procura, agora que se desfez a União Soviética e só resta um único candidato ao domínio mundial, impor-se e fazer-se respeitar. Não por via de confrontes de qualquer espécie mas sim e unicamente pela consideração que entende merecer e deseja. O que é justificado pela sua História, plena de feitos ímpares à escala mundial; pelos valores culturais que personifica e nela estão consagrados; e igualmente pelo direito de não aceitar a submissão, ela que ajudou tantos povos a se libertarem. &lt;br /&gt; O projecto da UE, como se sabe, está, neste momento, numa fase que se pode considerar crucial por via do o alargamento do número de países aderentes, que, dos actuais 15, passaram para os 25. O que, em termos práticos, significa coisas muito importantes, como mais carga financeira e menos fundos comunitários para cada um; mais dificuldades em conciliar posições e obter acordos. Dificuldades que alguns procuram contornar através de um projecto polémico que enfatiza a necessidade de criar um núcleo duro – o dos chamados grandes – para ditar leis e impor a obediência.&lt;br /&gt; Ninguém, de boa fé, pode negar o que, neste momento, se nota, por toda a Europa, mas com particular incidência nos países da zona meridional: uma clara ausência de entusiasmo pelo alargamento. Havendo mesmo muitos que pensam que o projecto da União está comprometido. &lt;br /&gt; Num artigo aqui publicado recentemente, anotamos factos e situações que, no entender de alguns analistas, punham em causa a viabilidade do projecto da UE, tal qual está concebido. &lt;br /&gt; Hoje, arrolamos e trazemos à consideração dos nossos leitores mais um rol deles. Que naturalmente, deverão ser objecto de reflexão neste momento em que anuncia a possibilidade de haver um referendo (finalmente a democracia) sobre a Constituição política da Europa dos 25. Ei-&lt;br /&gt;-los tal qual chegaram ao nosso conhecimento:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;UM CAVALO DE TRÓIA&lt;/strong&gt;: o general &lt;strong&gt;Charles de Gaulle&lt;/strong&gt; foi, durante todo o tempo em que esteve à frente dos destinos da França, um irredutível opositor à participação da Grã-Bretanha na UE ou, mais exactamente, na então CEE. Não porque considerasse a Grã-Bretanha um país não europeu, dado o seu isolamento geográfico do resto do continente, mas porque, no seu entender, os britânicos, uma vez ingressados, passariam a funcionar como um autêntico “Cavalo de Tróia”, introduzido pelos norte-americanos, com vista a boicotar a unificação desejada.&lt;br /&gt; O futuro havia de dar razão ao velho general. De facto a Grã-Bretanha, como membro efectivo que é actualmente da UE, tem-se mostrado mais do lado dos “ianquis” que dos seus sócios europeus. Provas disso são aos montes e quotidianas. &lt;br /&gt; A mais recente aconteceu quando os governos da França, da Alemanha e da Bélgica decidiram prosseguir diligências com vista à implementação do projectado sistema europeu de defesa. O que não só suscitou uma reacção contrária por parte de Washington, que considerou o projecto como uma ameaça à existência da NATO, como também da sua “caixa de ressonância” na Europa, ou seja, o primeiro-ministro britânico &lt;strong&gt;Tony Blair&lt;/strong&gt;, que fez saber que Londres jamais aprovará projectos europeus que prejudiquem a NATO.&lt;br /&gt; Pesem embora esta e outras traições – estamos a lembrar também do apoio que deu à invasão norte-americana do Iraque, ao arrepio da vontade da maioria dos seus parceiros europeus e bem assim do seu «não» temporário ao euro – Blair, e o seu país têm sido dos que mais benefícios têm, colhido da União, como por exemplo: não gastar um tostão com as despesas do alargamento; conseguir tratamento financeiro especial para os desempregados do seu país; anular o acordo sobre a fiscalidade dos bens e aforro para assim beneficiar os seus amigos da City; e – inacreditável mas verdadeiro – vêr, no âmbito do projecto da nova Constituição Europeia, os votos do seu país, no Conselho Europeu serem triplicados (passaram de 10 para 29), o que o coloca a par dos chamados «grandes», com papel decisivo em futuras deliberações.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;A MOEDA ÚNICA&lt;/strong&gt;: Quando foi introduzido, o euro foi publicamente apresentado como a moeda única da UE. Mas isso só foi verdade no papel, já que ele não era nem é ainda a moeda única, visto que em alguns países comunitários subsistem moedas diferentes a circular. Essa não plena aceitação do euro já era previsível, sabendo-se, como se sabia na altura do seu lançamento, que a União estava ainda longe de ser um facto consumado, o que naturalmente fazia prever desafeições, como viria a acontecer.&lt;br /&gt; Tais desafeições foram, aliás, objecto de prenúncios particularmente significativos. Lembramos-nos, ao acaso, de dois deles: um, feito por um grupo de deputados franceses do Parlamento Europeu, que, logo de início, garantia que o euro não seria nunca uma moeda única europeia, «nem nos 25, nem nos 15 e nem mesmo dos 11 da Eurolândia»; e o outro da responsabilidade do presidente da Reserva Federal Norte-Americana, que, informado que a moeda única estava a caminho, declarou à laia de profecia: «o euro virá, mas não triunfará».&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;«DURA LEX», SÓ PARA UNS: Theo Walund&lt;/strong&gt;, antigo ministro das finanças do Governo da RFA, numa entrevista concedida à agência noticiosa DPA, acusou abertamente os governos, do seu País e da França, de terem estabelecido entre si uma “aliança sacrílega” contra o Pacto de Estabilidade. Em termos concretos – explicou – essa aliança visa sensibilizar o Conselho da Europa para que faça vista grossa ao seu não cumprimento do Pacto, que deste modo, vê perigar o seu funcionamento.  Se, como diziam os romanos, «vera est fuga», não resta dúvida que a corrupção existe e funciona ao mais alto nível. Do mesmo modo que dúvida não existe de que, com isso, quem sai prejudicado são os chamados “pequenos países” como Portugal, onde a drª. Manuela Ferreira Leite deixou de dormir a pensar na forma de cumprir esse Pacto. Pois que, a procura da estabilidade, pode, pelo visto, conduzir à instabilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;FALHAS NOS OBJECTIVOS PROCURADOS&lt;/strong&gt;: No final do ano 2000, portanto quase meio século depois do arranque do projecto da União Europeia, havia, nos países que o integravam, 65 milhões de pessoas vivendo na pobreza absoluta. O país com mais pobres, era Portugal, com 24% da sua população, nessa condição; logo  seguido  da  Grécia  e  da  Irlanda,  com  21%; da Grã-&lt;br /&gt;-Bretanha, com 20%; e da Itália e da Espanha, com 19%. A Holanda, a Dinamarca e o Luxemburgo eram os que apresentavam menos pobres, 10%, 11%, 14%, respectivamente. &lt;br /&gt; A informação antes reproduzida foi extraída de um relatório oficial da Comissão Europeia, apresentando-se acompanhada de um comentário feito nestes termos: «a extensão da pobreza põe em causa a noção de uma Europa campeã da justiça social e da solidariedade».&lt;br /&gt; Outra notícia, esta proveniente da Itália e baseada num inquérito à opinião pública, ali realizado, assegurou, que nos anos de 02e 01, 90% dos italianos se viram mais pobres, devido à chegada da moeda única (o euro), que fez disparar os preços dos bens de consumo corrente. Acrescenta ainda a notícia que 58% dos inquiridos se pronunciaram a favor do retorno da lira como moeda nacional.&lt;br /&gt; Recorde-se, a propósito que, em 21 de Outubro de 2003 milhares de italianos participaram numa greve original, que consistiu em não comprar nada. Nesse dia, nos estabelecimentos de venda ao público, em sinal de protesto contra a exagerada subida de preços dos bens de consumo corrente, registada em todo o país, nos últimos dois anos anteriores. Isto é, após a introdução do euro.&lt;br /&gt; Como se intui, um dos objectivos da União foi promover o desenvolvimento económico dos países membros e, deste modo, proporcionar uma vida melhor a todos os cidadãos comunitários. Objectivo que, pelo visto, não está a ser alcançado; e nem tem perspectivas de o vir a ser a curto prazo, a avaliar pelo clima de recessão que se abate sobre quasi todos os países membros e que não dá mostras de reversão, pesem embora as promessas dos que têm a responsabilidade da condução da causa pública.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;SUBMARINOS VIGILANTES&lt;/strong&gt;: Notícia publicada em Junho de 1999 nas colunas do diário espanhol “El Mundo”, mas ainda com muita actualidade: «A administração norte-americana aceitou que Javier Solana abandone a secretaria geral da NATO para converter-se, no final do ano, em Chefe da Política Externa e da Segurança Comum da União Europeia, cargo conhecido como “Mister PESC”, na gíria diplomática comunitária. Confia, porém, em que o espanhol consiga, no exercício desse cargo, neutralizar toda e qualquer tentativa de criar um exército próprio e indepen-dente, que desafie a hegemonia da Aliança Atlântica e discrimine a indústria norte-americana. Isto de acordo com explicações que deram a este diário fontes diplomáticas dos Estados Unidos».&lt;br /&gt; Os norte-americanos importa a propósito observar – são de há muito conhecidos como gente que tem o culto da originalidade. Mas, francamente, essa de ter “submarinos” a operar em terra é demais... Tire-se-lhes, pois, o chapéu.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;BLOCOS E BLOQUEIOS&lt;/strong&gt;: Não constitui segredo para qualquer observador atento que, na actual composição da União Europeia, existem e funcionam blocos ou conjuntos de países que procuram, sempre que possível, actuar de forma singular. São por demais conhecidos. Vejamos, pois, os principais. &lt;br /&gt; Um deles, é o que é constituído pelos seis fundadores – Alemanha, França, Itália, Holanda, Bélgica e Luxemburgo – que são precisamente os mais ricos. Convencidos de que a antiguidade, como se diz, é um posto, ou melhor um trunfo, estão seguros de que numa parceria de ricos e pobres, o comando tem de pertencer aos primeiros. Eles procuram agir sempre de modo a impôr a sua vontade. Como aliás ficou sobejamente demonstrado quando da Cimeira de Nice que delineou os contornos da união alargada.&lt;br /&gt; A par deles, existe um outro bloco, apelidado de países de coesão, formado pela Espanha, Irlanda, Grécia e Portugal. Os quais são conhecidos, entre os seus pares, como os campeões do materialismo. Por causa da forma aguerrida como defendem os seus direitos em termos de fundos comunitários.&lt;br /&gt; Há ainda um terceiro grupo – Grã-Bretanha, Suécia, Dinamarca, Austria e Finlândia – a quem alguns apelidam de “eurocepticos”, dado o pouco empenho que evidenciam em projectos que visam a consolidação da união.&lt;br /&gt; O alargamento, trará para a comunidade grande parte dos chamados países do Leste Europeu. Os quais, ao que tudo indica, contam com a benção da Alemanha, que tem neles um mercado potencial e quase que exclusivo; portanto, um aliado. Factos que explicam que quase todos eles tenham sido beneficiados, no projecto da nova Constituição Europeia, com um acrescido peso específico em termos de votação; portanto, de decisão quanto aos problemas que venham a pôr-se no futuro.  Temos, assim, uma união recheada de blocos, nada recomendáveis, já que a sua existência facilita acções de bloqueio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;QUE FAZER NO FUTURO?&lt;/strong&gt; Perante o rol de factos e situações, acima referidos, parece não subsistir dúvidas de que o comboio da União Europeia não tem diante de si um trilho isento de dificuldades. Bem ao contrário: há curvas demasiadamente acentuadas para serem contornadas; há partes, do comboio, que deixam suspeitas de poder separar-se; subsistem e multiplicam-se lamentáveis erros de condução; há igualmente objectos estranhos, à beira do caminho, que podem obstruir, interrompendo a viagem.&lt;br /&gt; Pode acontecer, porém, que a viagem chegue ao seu destino sem incidentes. O que sinceramente todos desejamos. O futuro, por certo, se encarregará de nos esclarecer, a nós, portugueses, também viajantes nesse comboio. &lt;strong&gt;Até lá, bom seria que começássemos a pensar no que fazer&lt;/strong&gt;. É aqui, neste ponto, que nos vem à memória consciente a ideia que, nos últimos tempos, temos vindo a ventilar publicamente. Queremo-nos referir, concretamente, ao que tem sido apelidado de &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt;, que tantos engulhos tem causado a uns poucos, mas sem motivos justificados.&lt;br /&gt; Na nossa opinião, que tem suporte em outras bem mais consistentes e respeitadas, uma União Ibérica, formada em termos de uma Federação Ibérica, será não só desejável como possível. Refiro-me aos moldes em que a tese, que defendemos dessa união, tem vindo a ser publicada e que  repetimos: &lt;strong&gt;« A melhoria da vivência dos portugueses e dos espanhóis, excepcional presença na UE e no Mundo, residirá numa UNIÃO IBÉRICA constituída por estados federados das suas regiões e ilhas». &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De facto, e contrariamente ao que alguns possam pensar, nada obsta a que uma nova federação siga o exemplo das que já existem na União Europeia; que se formaram segundo o inegável princípio da &lt;strong&gt;«união faz a força», &lt;/strong&gt;tais como: Alemanha, Austria, Bélgica Suiça, e, até a Grã-Bretanha. Esta, segundo o mesmo princípio mas de regime monárquico, como se sabe. Porém se quisermos ir mais longe, mencionarei as federações da Austrália, Brasil, EUA, e muito recentemente a Federação Russa.&lt;br /&gt;Como certo, a Federação Ibérica, após a sua constituição e em pleno desenvolvimento, estará em condições de poder reforçar as actuais ou posteriores parcerias, sociedades, ou o que se lhe queira chamar, com os seus irmãos – em História, Língua, Usos e Costumes – da América Latina e da África. Como o exemplo da Grã-Bretanha que, sendo membro da União Europeia, lidera a «Comonwealth»; da França, que mantém e procura ampliar a Comunidade dos países da Francofonia ou até Portugal através da CPLP, de que também fazemos parte, mas, como se sabe, está financeiramente falida e politicamente estagnada. Tudo isto, seja qual for o futuro da União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIO: Curiosamente e com uma certa ironia, a Federação Ibérica será uma espécie de retorno ao século XV, do Tratado de Tordesilhas, mas agora, neste século XXI... portugueses, espanhóis, e os que lhes estão próximos, todos, de braço dado, directa e indirectamente, a fortalecer a União Europeia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM RECADO MUITO OPORTUNO&lt;/strong&gt;: «Ao longo da minha vida, fui confrontado com exemplos que sempre quis evitar. Assim, por exemplo, tive a oportunidade de conhecer muita gente rica, possuidora de fortunas fabulosas que no entanto não lhes serve para nada, porque não a podem ou não a sabem gastar. Daí, a minha convicção de que ser rico não é necessariamente ser feliz ou estar satisfeito».Quem assim se exprime é alguém que tem um certo conhecimento de causa, já que ele próprio é um multimilionário, com uma fortuna pessoal avaliada em 4 mil milhões de dólares, o que o coloca no grupo dos 100 mais ricos do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Stephan Schmidheiny&lt;/strong&gt; – assim se chama esse excêntrico milionário suíço – tem um pouco mais de 50 anos de idade e vive actualmente na Flórida. Passou alguns anos na América Latina e especialmente no Brasil, onde trabalhou como operário, antes de se meter nos negócios que lhe proporcionaram fortuna e fama; esta graças a uma certa originalidade através do «best selling book Changing Course: A global Business Perspective on Development».&lt;br /&gt;Numa extensa entrevista, dada há tempo, ao diário espanhol “El Mundo”, Schmidheiny deu algumas luzes sobre essa originalidade que consiste – acentuou – em privilegiar inversões que não se limitem apenas a garantir o lucro do capitalista-inversor. Mas sim, e principalmente, a melhoria das condições de vida dos que vivem ou operam nas áreas onde são aplicadas. Melhor dizendo, praticar a «venture philantropism» (filantropia inversora), que, no fundo, consiste em «ajudar a sociedade, educando-a e invertendo nela. Não se limitando apenas a obras de caridade».&lt;br /&gt;Concluiu com uma espécie de recado para os detentores do capital: «&lt;strong&gt;os empresários têm de compreender que importa participar na manutenção de uma ordem geral, porque sem cidadãos, sãos, educados, com um certo poder aquisitivo e uma participação democrática, não irão, no futuro, ter bons clientes que garantam a progressão dos seus negócios». &lt;/strong&gt;Um recado que – acrescentamos nós – assume uma actualidade flagrante, neste momento em que o que se está a fazer é precisamente o contrário, aqui e de um modo geral em todo o Mundo.&lt;br /&gt;Stephan Schmidheiny – industrial, e, Fundador e Presidente Honorário da “World Business Council for Sustainable Development (WBCSD)” – vive na Flórida, onde criou e tem estado a funcionar, desde 1994, a principal das suas empresas, que dá pelo nome de Fundação Avina. É especializada no patrocínio de projectos que visam o desenvolvimento económico e social em países da América Latina. A «Avina» – explicou o milionário no decurso da entrevista – não investe directamente, limitando-se a identificar lideres dentro da sociedade civil de cada país e ajuda-los, financeira e tecnicamente, nos seus projectos empresariais. Refira-se, a propósito, que a Avina está, neste momento, a apoiar cerca de duzentos projectos empresariais, na sua maioria respeitantes à América Latina, mas alguns oriundos de Espanha. &lt;br /&gt;No final da entrevista, o “campeão do investimento filantrópica” expôs uma ideia, que de seguro interessa dar a conhecer entre nós. Em termos concretos, disse: «Vejo que estão a ser construídas novas pontes entre Espanha, Portugal e a América Latina, tanto a nível económico como cultural. Há visivelmente e de novo a intenção de mutuamente se compreenderem. Eu gostaria muito sinceramente de partilhar nesse processo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMENTÁRIO&lt;/strong&gt;: Tão espontânea e clara disponabilidade para comparticipar e ajudar, por parte de quem tem experiência e meios mais que comprovados nesse sentido, não pode ser ignorada. Merece realce e apreço por parte de todos. Mas sobretudo, daqueles que, como nós, sonham com nações ibéricas – &lt;strong&gt;a União Ibérica, em termos de uma Federação Ibérica&lt;/strong&gt; – irmanadas com reflexos &lt;strong&gt;nas regiões da América Latina e da África&lt;/strong&gt;, que estão ligadas por afinidades que têm raízes na História, na língua, nos usos e costumes, e também, em interesses vitais de momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Jornalista&lt;br /&gt;Foi actualizado das publicações do Jornal “O DIA” nos dias 24 e 25 de Novembro de 2003&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111822289573382864?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111822289573382864/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111822289573382864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111822289573382864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111822289573382864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/unio-europeia-e-unio-ibrica.html' title='A UNIÃO EUROPEIA E A UNIÃO IBÉRICA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111808378756741858</id><published>2005-06-06T11:46:00.000-07:00</published><updated>2005-06-06T11:53:38.373-07:00</updated><title type='text'>BONS VENTOS DE ESPANHA</title><content type='html'>Mientras los publicitarios españoles, en su clásica prepotencia y miopía,  olvidan sistemáticamente al país vecino; sus clientes, los anunciantes españoles mantienen un interés permanente en Portugal, por el interesante mercado, por el talento de las agencias del país y la calidad de sus medios de comunicación. Portugal existe y ha desarrollado un mercado publicitario que, en muchas cosas, es superior al español. Claro que nosotros somos un país más grande, con más habitantes y más ricos dicen las cifras. Pero también es cierto que los publicitarios portugueses han tenido que echarle más talento, más audacia y menos fanfarronería al trabajo para poder sobrevivir. La capacidad internacional de los portugueses es uy superior a la de los españoles, su apertura a América, África y Asia así como el dominio de las lenguas, specialmente el inglés les hacen superiores.&lt;br /&gt;Los anunciantes piensan casi siempre en términos ibéricos, ¿no han observado el tan generalizado doble marcaje de los productos en ambas lenguas? Es claro que ellos tienen comportamientos diferentes a spaña en muchas cosas, han sido siglos de darnos la espalda, no reconociendo la comunidad ibérica como algo natural. Pero ahora en Portugal hay un nuevo grito de unidad, un movimiento centrífugo justamente opuesto al de los nacionalismos que vivimos en España. La idea es importante y frecuentemente comentada: si estuviéramos juntos Iberia sería un país de casi 60 millones de habitantes, con una voz en Europa superior a Italia, Gran Bretaña o incluso Francia y además con un potencial muy superior.&lt;br /&gt;En Portugal se habla de unirse con España mientras en Euskadi o en Cataluña se habla de separarse. La primera vez que lo escuché me parecía una broma, pero es un racional serio y realista, la unidad política e dos países puede parecer una utopía; pero sin duda mucho más práctica que la co-soberanía vascoespañola. Los portugueses lo comentan en prensa y debates, posiblemente habría mucho que ambiar antes de alcanzar ese sueño, pero lo que no cabe duda es que muchas empresas ya han convertido Iberia en una región única y desarrollan sus estrategias desde Madrid o Lisboa para toda la península, Tiene sentido, mucho más que mucha política española rancia y decimonónica.&lt;br /&gt;Yo, por mi parte, cada vez me siento más ibérico gracias a Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Escrito por Ángel Riesgo no jornal espanhol ABC em 02/06/2005&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111808378756741858?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111808378756741858/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111808378756741858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111808378756741858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111808378756741858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/bons-ventos-de-espanha.html' title='BONS VENTOS DE ESPANHA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111781172521890714</id><published>2005-06-03T08:13:00.000-07:00</published><updated>2005-06-04T11:44:14.523-07:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (3)</title><content type='html'>(*) MENDONÇA JÚNIOR &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – «Discutir, seriamente, a hipótese Iberista seria, sempre, salutar para o País». Assim opinou o General António Ramalho Eanes, em carta a mim dirigida em 14/03/2003.&lt;br /&gt;Pelo meu lado vou fazendo o que posso. Para já, julgo conveniente esclarecer, mais uma vez, que esta tese tem por fim discutir a formação de uma Federação das regiões da Península Ibérica que assim o decidirem. Nesse sentido vou seleccionando, em quatro grupos e com a maior isenção, trechos da Comunicação Social e opiniões escritas que me são dirigidas. Há quem julgue tratar-se de um tipo de “provocação de mal estar” entre as Regiões e os Estados em que estão integradas. Nada disso. É sim, em princípio, a chamada a um debate democrático, com vista a uma solução contra as independências, que já se desenham e as que subterraneamente estão em incubação. O que seria o prelúdio, do passado destino imparável da História – chacinas e destruições – de consequências debilitantes do multissecular princípio: «a união faz a força».&lt;br /&gt;Dir-se-á que a tese deste movimento é mais uma tentativa de conciliação entre os povos ibéricos, que cresceram da mesma raiz, continuarem orgulhosos da sua identidade e da sua História Nacional mas que agora estariam decididos a ultrapassar as antigas discórdias e a forjar um futuro comum».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VISÃO PORTUGUESA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – Em termos de um “ponto de situação” sobre a tese da UI, constato: &lt;br /&gt; – Uma minoria, que receia o “papão do espanhol”. Outros, em tom menos timoratos, interrogam-se sobre a sua conveniência numa União Europeia, de que já somos membros, que acreditam irá evoluir para uma federação europeia. Mas ficam perplexos e confusos com a existência, dos estados federados da Austria, Bélgica e Alemanha, confederação Suiça e até a da Grã-Bretanha. Há ainda, os que temem a perda da nossa soberania mas que aceitam a “perda imposta por Bruxelas”, justificando-a pelos ganhos políticos e financeiros que daí advêm. Finalmente há um quarto grupo, onde alguns hesitam em dar a cara publicamente, mas já se encontram a poucos passos dos que desassombradamente defendem esta tese. &lt;br /&gt; – Uma maioria, preocupada com os seus problemas de sobrevivência, que não demonstra qualquer interesse em debater a tese da União Ibérica mas que comenta, exaustivamente, que “tudo está mal no &lt;strong&gt;nosso querido país&lt;/strong&gt;”. Desinteresse esse, de total ausência de “auto estima”, indo ao ponto de se reflectir em manifestações de caracter nacional. O que sucedeu, DN 11/06/03, sob o título de «Bandeira esquecida», referindo-se ao «Dia de Portugal de Camões e das Comunidades» e que transcrevemos na íntegra: «GALEGO, Em dia de Portugal, não havia bandeiras nacionais no desfile da Avenida. O único manifestante com um pavilhão verde-rubro trazia-o vestido. Era um galego, que defende a união política entre a Galiza e Portugal. Esta actual realidade esconde da “luz da ribalta” o «Orgulho de ser Português» que temos que reavivar, combatendo o “lusopessimismo” tão oportunamente alertado por Durão Barroso: «o exagero de um conceito que alguém faz de si próprio! soberba, vaidade, altivez, pundonor, dignidade e brio». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE REPÚDIO: &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pereira Coutinho&lt;/strong&gt;, DN 24/02/03: «Existem cerca de 300 empresas portuguesas em Espanha e cerca de 3.000 empresas espanholas em Portugal, as quais são responsáveis pelo crescente domínio económico e financeiro espanhol no nosso país. Portugal, não pode nem deve colaborar com a estratégia hegemónica de Espanha. Portugal, tem de considerar a Espanha como um adversário e não como um parceiro económico ou estratégico. Portugal, não tem interesse em ser aliado da sua vizinha. Portugal, como país euro-atlântico, deve virar-se para o mar e não para Espanha, onde pode ser bloqueado e tratado com mais uma região espanhola».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alberto João Jardim&lt;/strong&gt;, DN 09/06/03: Quando perguntado, «O seu desejo é transformar a Madeira em estado federado, não é verdade?». Ao que, no “momento actual”, Alberto João respondeu: «o rótulo não me preocupa nada, até porque nalgumas matérias as regiões autónomas portuguesas têm mais poderes do que os estados federados».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – No entanto há quem considere esta resposta não coerente com outras declarações de “veladas ameaças” tais como: «(...) de só apoiar para Belém quem prometer referendar a Constituição que ponha fim ao contencioso das autonomias»; ou a exigência de um candidato da Madeira em lugar elegível no Parlamento Europeu. Alberto João não nos surpreende quando revela as suas insatisfações que o obrigam  a  ter  que  coroar  as  suas  presidências  de  um   modo   extra-&lt;br /&gt;-rotineiro. Presidências essas que têm sido acarinhadas pelo povo, transformando-o numa espécie de semi-deus – a Madeira de hoje é obra sua, ele é o criador. Insatisfações essas que parecem atormenta-lo como conseguir algo como uma “descolonização”. Será? E a seguir? Jardim, tem vindo a refutar, vigorosamente, a independência da Madeira. Resta-nos esperar para ver se o “momento actual” se mantêm. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE INDEPENDÊNCIA: &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – Contrariamente ao que sucede nos Açores onde há uma corrente, parece ser minoritária, que preconiza a independência. Corrente essa que poderá ser tomada a sério em leituras “nas entrelinhas”. Senão vejamos: Na sessão solene que assinalou o Dia dos Açores, o presidente do Executivo Regional, Carlos César, fez uma série de críticas: «dirigismo arrogante de Lisboa»; denunciou a «presença do ministro da presidência; «as ofensas legislativas e orçamentais de Lisboa egocêntrica» e os «lapsos a que os Açores têm sido votados».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE INTERESSE ACADÉMICO: &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Martins da Cruz&lt;/strong&gt;, ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros, num almoço na Câmara de Comércio e Indústria Luso Espanhola, DN 24/02/03: «Os investimentos espanhóis em Portugal são um desafio aos empresários portugueses para investirem em Espanha &lt;strong&gt;e não uma invasão».&lt;br /&gt;Eduardo Lourenço&lt;/strong&gt;, pensador por excelência de formação filosófica, em entrevista ao “DN” 22/05/03, «(   ) e o Portugal político e económico do século XXI, que caminhos?» respondeu: «Estamos na Ibéria. Tenho a impressão que os portugueses ainda não realizaram suficientemente até que ponto, desta vez, não podemos escapar ao olhar de Espanha, &lt;strong&gt;mas seria necessário que Espanha também não escapasse ao nosso olhar».&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge Sampaio&lt;/strong&gt;, Presidente da República de Portugal, num brinde ao Príncipe das Astúrias, DN 03/06/03: «Vossa Alteza é hoje a imagem da Espanha moderna, inovadora, vibrante e multifacetada que nos habituámos a admirar».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – No Dia Dos Açores, em Ponta Delgada, &lt;strong&gt;Jorge Sampaio&lt;/strong&gt;, foi o primeiro chefe de Estado a participar no dia da autonomia açoriana. Que admitiu poder evoluir. Nessa ocasião, o chefe de Estado, DN 10/06/03, disse que a «autonomia tem funcionado com toda a normalidade». Porém diz-se haver sonhos de retornados, de anteriores emigrações para Oeste, que defendem uma integração nos EUA… o que a União Ibérica procura evitar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jaime Ramos&lt;/strong&gt;, secretário geral do PSD/M, quando se despediu do Chão da Lagoa, 28/07/03:  «Assegurou que o povo da Madeira está preparado para tudo, que a revisão constitucional seria um passo em frente na conquista da libertação». Quer uma autonomia, num regime federal, onde todas as decisões serão tomadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE CONCORDÂNCIA: &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Victor Costa&lt;/strong&gt;, empresário de informática e artes gráficas, “O Dia” 28/02/03: «Em vez de criticarmos os tais “maus ventos” deveríamos fazer um bom casamento através de uma federação de estados formados pelas actuais regiões autónomas portuguesas e espanholas. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: As regiões portuguesas unidas seriam o maior estado federado, em área e população o que representaria mais votos, em temos democráticos. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;João Meira&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;empresário&lt;/strong&gt; de Seguros/Corretagem, “O Dia” 23/04/03: «A ideia nada tem contra o nosso Patriotismo. Considerando que Portugal e Espanha estão integrados na UE, justifica-se plenamente no sentido de um regime, de uma Federação de Estados (por exemplo: Alemanha, Austria, Austrália, ... para mencionar somente alguns) o que virá fortalecer a posição da Península Ibérica, perante exactamente a UE, cada vez mais ampliada e favorecendo a porta aberta da Europa para o Oceano Atlântico e países adjacentes, de importância vital para o Futuro. E porque é do Futuro que interessa tomar decisões – não permitindo que os Velhos do Restelo teimem em maltratar a nossa história – é que &lt;strong&gt;Quem de Direito tem a obrigação &lt;/strong&gt;de estudar, elaborar e levar avante tão importante como histórica decisão».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VISÃO ESPANHOLA: &lt;br /&gt;MJ&lt;/strong&gt; – Em termos de “ponto de situação”: já recebi, até hoje e com início do mês de Março de 2004 várias cartas das regiões autónomas espanholas: do Presidente Manuel Fraga Iribarne da Xunta de Galicia e uma de La Secretaria Particular Del Lehendakari Del Gobierno Vasco (Juan José Ibarretxe). Todas acusando a recepção dos artigos por mim publicados: «mi felicitación... se lo agradezco mucho» nas primeiras e « testimoniarle su consideración más distinguida» na última.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juan Carlos&lt;/strong&gt;, Rei de Espanha, acentuou, no acto da escritura do protocolo de cooperação do COTEX-Portugal com organismo congénere de Espanha, “DN” 03/05/03: «Com este acto abrimos formalmente uma nova via de cooperação entre os tecidos produtivos de Espanha e Portugal».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gobierno Vasco&lt;/strong&gt;, 29/05/03, «Saluda al Sr. José Maria de Mendonça Júnior, y le agradece las fotocopias de sus artículos publicados en la prensa que ha remitido al Lehendakari».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No “Lehendakari” basco, Juan José Ibarretxe &lt;/strong&gt;confirmou ontem, segundo o DN 24/07/03, «que o seu projecto de estado livre associado será debatido publicamente. Está também confirmado que o governo basco convocará um referendo de autodeterminação e assumirá todos os poderes correspondentes. A intenção do Governo Ibarretxe é reservar para si a prática da totalidade dos poderes do Estado, &lt;strong&gt;excepto da Defesa e parcialmente, os da Política Externa&lt;/strong&gt;...mas não apresenta aparentemente uma separação total da Espanha... A reacção das forças espanholas ao texto foi demolidora. O ex-primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, disse que o projecto «é um disparate» e que «a possibilidade de que prospere é zero”».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – Em linguagem realística aquele citado projecto, de Estado Livre Associado com Espanha, é, sem tirar nem pôr, o que define uma Federação &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Miquel Adrover&lt;/strong&gt;, segundo testemunho de Mário Rui Simões Rodrigues, “O Dia” 30/05/03: «Acho que nós, catalães estamos bem situados para falar, desde dentro, do que acontece no Estado espanhol, como ele se conduz perante as comunidades autónomas de fala não espanhola. «De Ponent, ni bon vent , ni bon casament. “Poente” diz-se, na nossa língua, “Ponent”. Nós temos a Espanha ao poente».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt; – Como acabamos de citar, da Catalunha chegam até nós “maus ventos”, curiosamente em termos idênticos aos da gíria de alguns temerosos do nosso Zé Povo, entre a região do Leste de Espanha (Catalunha) e a seu Oeste. &lt;br /&gt;A União Ibérica continuará a defender a sua tese… a sua concretização? Será realizada não sabe é quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;Actualizado de uma publicação no Jornal “O Dia” em 01/08/2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111781172521890714?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111781172521890714/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111781172521890714' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111781172521890714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111781172521890714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/unio-ibrica-3.html' title='UNIÃO IBÉRICA (3)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111765115109781963</id><published>2005-06-01T11:29:00.000-07:00</published><updated>2005-06-01T11:39:11.113-07:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA</title><content type='html'>(*) MENDONÇA JÚNIOR &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgo oportuno esclarecer que a minha tese sobre a União Ibérica – aqui publicitada com início em 2002 – nada tem a haver com qualquer «recuperação» das anteriormente falhadas. Desta vez, trata-se de envolver as três regiões, portuguesas (Continente, Madeira e Açores) e espanholas (Continente e as suas ilhas) num processo de soberania comum. Concretamente: &lt;strong&gt;«Uma federação de estados autónomos regidos por uma constituição de regime presidencialista». &lt;/strong&gt;Entretanto, nesta fase de debate continua-se a expor opiniões – de controvérsia, de independência, de interesse académico e de concordância – que se divulgam com a maior isenção e total livre arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VISÃO PORTUGUESA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DE CONTROVÉRSIA: General Silvino Silvério Marques&lt;/strong&gt;, em entrevista, “Diabo” 23/10/90, «Portugal é já, na Europa, uma região, das mais antigas, das mais consolidadas. Preservar a unidade de oito séculos daquilo que é hoje Portugal constitui a prioridade de uma política de independência nacional». Porém, mais adiante, parece ter dúvidas... &lt;strong&gt;ao admitir uma evolução&lt;/strong&gt;... Vejamos, o que o ilustre general diz: «A regionalização de Espanha, que se compreende face à variedade cultural que integra as suas parcelas, correspondeu às reivindicações das mesmas e foi julgada certamente como a melhor solução de manter uma unidade que de qualquer forma ficou mitigada. Não temos que intervir nos níveis para que eventualmente evolua a situação tomada, a menos que nos sintamos a ser envolvidos em tal evolução... &lt;strong&gt;Se isso acontecer, devemos responder na mesma moeda: não nos faltam situações e exemplos históricos que permitam apoiar ambições de crescente autonomia e de separatismo que tradicionalmente se têm revelado em relação a Castela».&lt;br /&gt;Doutor Paulo Portas, “El País 26/05/02:&lt;/strong&gt; «Lanzo duros ataques contra &lt;strong&gt;José Maria Aznar &lt;/strong&gt;cuando este se desplazó a Lisboa para apoyar en plena campaña electoral al ahora primer ministro, &lt;strong&gt;José Manuel Durão Barroso&lt;/strong&gt;. Portas criticó que Aznar viniera a Lisboa a dar lecciones de cómo dirigir el país y, en su habitual sono populista, exclamó: «Portugal no está en venta, senõr Aznar!”».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;General Carlos Azeredo&lt;/strong&gt;, extracto de carta a mim dirigida em 28/09/02: « Se quasi sempre estou de acordo com o que expões, mentira seria se Te dissesse que concordo contudo o que escreves, amizade e admiração aparte, incluindo a tua ideia, já velha, da “União Ibérica. E se não concordo, não é por tradição patrioteira, mas porque tenho meditado sobre o assunto à luz da História e sobretudo, em confronto com as realidades que continuam a reger as nações».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doutor Almeida Santos&lt;/strong&gt;, 2002/03: Numa primeira opinião expressa a dúvida: ...«faz sentido copiar uma união dentro de outra?». Mais tarde, num segundo contacto, considera a tese da União Ibérica, dentro da União Europeia uma «irrealista utopia»; acrescenta... «ao contrário: é a Espanha que vai desmembrar-se, talvez numa Federação de Estados Espanhois!»&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vice-Almirante António Emílio Ferraz Sacchetti&lt;/strong&gt;, Janeiro 2003, é contra «a criação de uma diluição da nossa Soberania»... acrescenta que a tese da UI «seria uma maneira de voluntariamente prejudicar o caracter e a identidade da unidade cultural e histórica portuguesa que, naquele mundo maior (UE) continuaremos a querer preservar e que até é imperioso reforçar». Porém, mais adiante, parece entrar em  contradição... Vejamos, o que o ilustre professor diz:  «As sub-regiões criadas na Europa, como a do Báltico, Europa Central e Europa do Leste, têm sido desvalorizadas à medida que se vão integrando na União Europeia e na NATO». &lt;br /&gt;Contradição essa, que nos parece ser evidente, porque a tese da UI defende a valorização e não o risco de uma desvalorização das regiões portuguesas que de “braço dado” com as regiões espanholas – que por si só, no seu todo (Espanha) já são reconhecidas, como a quarta maior potência europeia – se constituirão através de uma união federativa (União Ibérica) para um poderoso país ao nível da França ou Alemanha. &lt;br /&gt;Por outro lado, considera-se imprevisível a “diluição da Soberania” &lt;strong&gt;do nosso querido país&lt;/strong&gt;, como teme Sacchetti. Pela reconhecida razão que se verificou, em todos os países que se federaram e continuam a federar, por esse mundo fora. Onde sucedeu que o carisma (qualidade marcante) dos mais fracos passou a ser protegida pelos mais fortes com notável fortalecimento do conjunto. No “top” dos exemplos apontamos o que sucedeu aos EUA que, por via federativa, se encontra, actualmente, incapaz de refrear a seu engrandecimento – “a rebentar pelas costuras” – ao ponto de, agora, imperar no Planeta e não só... já se encontra no início da conquista e ocupação de objectivos astronáuticos. Convenhamos: por acreditar na ancestral verdade: «a união faz a força».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DE INDEPENDÊNCIA: Associação Fórum Açores Livres &lt;/strong&gt;(FAL), “DN” 03/11/02: Dá cobertura ao independentismo açoriano. Um dos seus objectivos é «debater os desafios que se colocam ao arquipélago e à sua história, sempre na perspectiva de que um dia os Açores poderão ser livres e soberanos».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José de Almeida&lt;/strong&gt;, “DN” 03/11/02, um dos sócios de peso da FAL: «Eu sou independentista e defendo a afirmação do estado açoriano. Queremos pensar os Açores livres e servir os Açores primeiro. Se com isso Portugal ficar também servido, melhor ainda. A Constituição não nos proíbe de defender esta causa só impede a sua defesa de forma organizada». JA, reafirma isto com a mesma convicção com que o fez no final da década de oitenta e era fundador da FLA (Frente de Libertação dos Açores) no período quente do pós 25 de Abril de 1974. Quando teve de enfrentar mais de cem processos espalhados pelos tribunais do país sob a acusação de independentismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DE INTERESSE ACADÉMICO: Doutor Mário Bettencourt Resendes&lt;/strong&gt;, Director do DN, 20/11/02: «Portugal e Espanha vivem, desde Janeiro de 1986, um período ímpar na história do relacionamento dos dois países ibéricos. As democracias da Península consolidaram, ao longo de quasi duas décadas, laços bilaterais que prevalecem sobre as diferenças de orientação política das respectivos governos. Os benefícios foram mútuos, embora a desproporção de meios tivesse criado uma situação de facto favorável à pujança económica espanhola».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doutor António Barreto&lt;/strong&gt;, sociólogo, DN 07/12/02: «Mas o fim não se evita se continuarmos a dizer, estupidamente, que um país com oito séculos não desaparece. Se olharmos para a História há dezenas de países que desapareceram. &lt;strong&gt;Era bom que os portugueses, se mentalizassem que Portugal pode mesmo desaparecer, que podem ser incluídos noutras realidades, e que podemos já não ter tempo para negociar soluções nem educar pessoal. O tempo pode faltar.&lt;br /&gt;Doutor Vasco Pulido Valente, DN 08/12/02: «Se António Barreto quer dizer que Portugal pode desaparecer como Estado, claro que sim. Perante a indiferença – e o aplauso – de quasi toda a gente, o que dantes se chamava a “soberania” portuguesa é dia a dia absorvida pela Europa, pela NATO e por uma multidão de organizações de beneficência duvidosa, que mandam cá dentro como em sua casa».&lt;br /&gt;Doutor Manuel Durão Barroso&lt;/strong&gt;, Primeiro-Ministro, em entrevista ao DN, 25/01/03: Afirma que «o mercado espanhol é prioridade».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;General António Ramalho Eanes&lt;/strong&gt;, Ex-Presidente da República, em carta a mim dirigida, 14/03/03: «Acuso a recepção de uma fotocópia do seu interessante trabalho sobre a União Ibérica (III). &lt;strong&gt;Felicito o camarada Mendonça Júnior, principalmente pela “provocação” saudável que este trabalho constitui&lt;/strong&gt;. Creio bem que só os povos capazes de uma reflexão filosófica séria sobre a sua tradição e circunstancialismo presente (envolvente) conseguem reorientar-se e desenhar estradas de futuro. É assim porque, como dizia Ortega y Gasset, os povos não o são porque a cada momento se fazem ou desfazem pela – ou pela falta de – inteligência, vontade e acção dos seus filhos.&lt;br /&gt;Interessante seria reflectir por que razão o Iberismo voltou a ser discutido, em todas as situações de crise nacional. &lt;strong&gt;Discutir, seriamente, a hipótese Iberista seria, sempre, salutar para o País. No mínimo, essa discussão levaria os portugueses, indirectamente, a : primeiro, a definirem, com rigor, o que querem e podem ser no futuro; depois, e em consequência, a estabelecer um grande propósito nacional, a exigir a definição das consequentes estratégias, a fiscalizar a sua gestão, a pagar conscientemente os custos que elas, seguramente, implicariam.&lt;br /&gt;Continuar nesta modorra, não estabelecer Grandes Opções Estratégicas de Segurança Nacional, não cuidar de atribuir meios aos subsistemas sociais, e de exigir, para eles, a definição e a aplicação de uma estratégia é, seguramente, caminhar de crise em crise até, pelo menos, à completa integração económica na Espanha&lt;/strong&gt;. Remeto-lhe fotocópia da opinião que esta questão mereceu a Pulido Valente (a 16 de Fevereiro de 2003), expressa em coluna trimestral no Diário de Notícias».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doutor Vasco Pulido Valente&lt;/strong&gt;, DN 16/02/03: «Duas dúzias de empresários ouviram muito «incomodados» o primeiro-ministro dizer que considerava a integração económica da Península «uma inevitabilidade». Portugal e a Espanha pertencem à União Europeia e à União Económica e Monetária (moeda única) e, ainda por cima, são uma particular espécie de vizinhos, que formam uma unidade geográfica visível, (...) &lt;strong&gt;O que interessa hoje é que a progressiva integração com a Espanha (e não só a económica) aproveite o país. O incurável provincianismo português talvez seja curável, se as pessoas circularem e viverem num mundo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE CONCORDÂNCIA: Jornalista Bélmiro Vieira&lt;/strong&gt;, em “Carta Aberta: &lt;strong&gt;«União Ibérica: sim ou não e porquê», &lt;/strong&gt;são as questões que Belmiro interroga numa sintética mensagem publicada no “O Dia”, 12/05/03. Começa por as situar dizendo: «Eis uma questão que, formulada inicialmente em ambiente restrito e de forma hesitante e quasi que a medo, ganhou, nos últimos tempos, amplitude e sonoridade públicas como testemunham muitas conversas de tertúlia que se vão escutando e bem assim os depoimentos que a Comunicação Social tem publicado».&lt;br /&gt;Aborda frontalmente, o incontroverso real significado da expressão, &lt;strong&gt;UNIÃO&lt;/strong&gt;, que formula a tese, em debate, da UNIÃO IBÉRICA: «como uma associação feita de livre vontade e de comum acordo, com a finalidade de coordenar e financiar meios e esforços próprios, para assim aumentar as possibilidades de triunfo num mundo em permanente e feroz competição». Acautela, intenções de soberania contra natura: «...as partes mantêm a sua personalidade, empenhando-se em tarefas comuns, com vista a assegurar uma vida melhor...». Refere, que perante as discrepâncias «que a Operação Iraque pôs a descoberto na NATO e EU» – perspectivando o fracasso de ambas – sublinha: «há na Península Ibérica muita coisa de semelhante ou de comum: como o espaço geográfico; os meios de expressão herdados os romanos e mesclados com contributos de outras origens; usos e costumes que, através dos tempos foram deixados pelos diferentes povos que por aqui passaram; e, “last but not least” – o último, mas não o menos importante – o culto religioso». &lt;br /&gt;Termina: &lt;strong&gt;« Assim sendo, parece não haver dúvidas de que a união entre os que dão personalidade à Península Ibérica, as suas regiões portuguesas e espanholas, é necessária e desejável. Será ela – caso se venha a concretizar – uma força a considerar não só ao nível da Europa mas também à escala mundial sobretudo se, na sua formulação e funcionamento, não for esquecido o histórico relacionamento que os países ibéricos têm com a América Latina e com a África».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VISÃO ESPANHOLA&lt;br /&gt;Josep M. Vallès&lt;/strong&gt;, “El País”, Madrid 19/11/02: &lt;strong&gt;«A evolução da Espanha das autonomias pede também que este debate se faça num clima federal.&lt;/strong&gt; Há sinais favoráveis para isso, pese embora a gesticulação unitária de quem os percebe e quer contestá-los, entrando em iniciativas de óbvia teatralidade. Quem se refere ao novo federalismo sabe que o termo “federal” evoca hoje uma concepção da política em que a unidade – de indivíduos, de povos – se faz a partir do reconhecimento da pluralidade e da diversidade».&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carlos Carderera&lt;/strong&gt;, embaixador de Espanha em Portugal, em entrevista ao DN 21/01/03: «Temos pontos de vista diferentes Portugal pretende manter a rotatividade (UE). Espanha não». Porém, rematou: &lt;strong&gt;«Lisboa e Madrid estão no mesmo barco»&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manuel Fraga Iribarne&lt;/strong&gt;, Presidente da “Xunta de Galicia”, em carta a mim dirigida, 28/01/03: acusa a recepção «de su artículo periodístico “União Ibérica (III)... a favor de la oportunidad de una “union europea” como forma de reforzar la mutua presencia de ambos países ibéricos en Europa y el Mundo». Termina: «Le agradezo mucho su gentileza y le envio mi felicitación y un cordial saluto». Assina com um «muito obrigado» escrito à mão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*) Coronel de Cavalaria.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Foi publicado no Jornal “O Dia” em 23/05/2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111765115109781963?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111765115109781963/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111765115109781963' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111765115109781963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111765115109781963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/06/unio-ibrica.html' title='UNIÃO IBÉRICA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111748008404594939</id><published>2005-05-30T12:06:00.000-07:00</published><updated>2005-05-30T12:08:04.050-07:00</updated><title type='text'>Nuestros Hermanos</title><content type='html'>JOSÉ CRAVEIRO (*) &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/craveiro.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre no básico sentido de querer ver objectivamente e de maneira desassombrada a evolução sócio-económica Luso-Espanhola, verifico hoje que se tornam imparáveis os laços existentes, a avolumarem-se cada vez mais, numa irreversível onda de crescendo, que talvez em concreto não se poderá que deixemos de “ver”, “ouvir”, ou “aperceber”. &lt;br /&gt;Chegou a altura dos portugueses notarem e começarem a sentir que, os “Nuestros Hermanos”, como jocosamente lhes chamamos, têm de começar a ser considerados realisticamente os “nuestros hermanos”, em toda a acepção da palavra.&lt;br /&gt;É evidente que no campo governamental e social há uma aproximação manifesta numa procura mútua de bom entendimento e salvaguarda de especiais atenções: veja-se recentemente a última agraciação do nosso presidente da república com o prémio Carlos V, acto ao qual presidiu o rei de Espanha, Don Juan Carlos.&lt;br /&gt;Mas, se bem que este relacionamento amistoso seja basicamente essencial, é no campo negocial do mercado ibérico que essa vertente conjuntural de cooperação se manifesta mais acentuadamente, num mercado de alta finança cuja economia bipartida nos projecta já para um panorama de interesse nacional.&lt;br /&gt;São muitos os investimentos espanhois em Portugal nos sectores estratégicos onde a “cedência” económica nos irá permitir novos investimentos financeiros, onde o capital escasseia, permitindo assim uma compensação de mútua vantagem.&lt;br /&gt;No campo petrolífero temos uma Repsol a investir em grande no nosso mercado com a compra dos postos da Shell, assim como a Borealis implantada no complexo petroquímico de Sines e que afinal já não nos pertencia.&lt;br /&gt;A EDP e a PT são dois núcleos fortes onde a intervenção espanhola já se faz sentir com resultados engrandecedores, cujo expansionismo é manifestamente benéfico na conjuntura económica portuguesa. Estas operações não nos tornam dependentes em função desta nova economia, pois que é largamente previsível o quanto poderemos privilegiar nestas opções, num critério “à la longue”.&lt;br /&gt;Mas não são somente os espanhois a investir no nosso mercado económico, pois que, dentro de um âmbito possível, também compensatoriamente fazemos a nossa expansão no computo ibérico, com realce para o investimento do grupo BES de 11 milhões de euros na compra do banco Inversion, numa boa tomada de posição. Ainda no sector financeiro lembremos que Américo Amorim vinculou a sua posição no Banco Popular Espanhol, no qual ficou agora com uma quota de 5,1%. &lt;br /&gt;Também, em relação à nossa albufeira do Alqueva, estão-se a definir conjunturas de interligação turística através da criação duma associação luso-espanhola, cuja rentabilidade se prevê assaz compensadora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Temos de alargar as nossas limitativas condições económicas em relação ao país onde confinamos 50% de fronteira, num todo chamado Península Ibérica. &lt;br /&gt;Precisando da união económica com a nossa vizinha Espanha, saibamos ainda aproveitar o estarmos na U.E. e tenhamos a capacidade de tirar o proveito que daí possa advir, unindo-nos e defendendo a nossa economia, com o apoio do país vizinho, para o nosso próprio engrandecimento. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(*) Engenheiro&lt;br /&gt;Foi publicado no Jornal “O Dia” em 16/12/2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111748008404594939?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111748008404594939/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111748008404594939' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111748008404594939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111748008404594939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/05/nuestros-hermanos.html' title='Nuestros Hermanos'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111728125750220229</id><published>2005-05-28T04:52:00.000-07:00</published><updated>2005-05-28T04:54:17.510-07:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA</title><content type='html'>(*)MENDONÇA JÚNIOR &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esta tese diz respeito às regiões autónomas de Portugal e de Espanha sem bulir com o cariz independente multissecular tradicional das nações de cada Estado. Trata-se, de uma «união faz a força», pela constituição de um grande novo país que poderá chamar-se Federação Ibérica. &lt;br /&gt; A razão de ser desta tese foi inicialmente publicitada em 02/04/02 e continuada sempre em exclusivo aqui no “O Dia”. Foi fruto da vertiginosa quebra da auto-estima de ser português sobre a triste realidade do nosso querido país.  Hoje, faço uma síntese de algumas opiniões publicitadas nas  primeiras semanas deste ano. O que continua a motivar as minhas crónicas.&lt;br /&gt; Publicadas no “Expresso” 24Jan2004 e sintetizadas no “Público” no dia seguinte: &lt;br /&gt; – «Portugal é hoje um país atordoado, perplexo, hesitante sobre o rumo a seguir. Ser português é muito perigoso», José António Saraiva.&lt;br /&gt; – «Devíamos dividir Portugal em duas ou três regiões e fazer um povo novo, juntando-nos rapidamente a Espanha», José Manuel de Mello. &lt;br /&gt; – « Se Portugal não estivesse na União Europeia, estavam criadas todas as condições para um golpe de Estado», Manuel Monteiro. &lt;br /&gt; Publicada no “Diário de Notícias” 30Jan2004 e transcrita da “Visão”:&lt;br /&gt; – «A desorientação das nossas elites permitem – quem tal imaginaria? – que algumas pessoas comecem a pensar em Espanha como a solução dos nossos problemas», Mário Soares.&lt;br /&gt; Publicada no “Correio da Manhã” 01Fev2004:&lt;br /&gt; – «Portugal caminha alegremente por um enorme precipício num jeito cambaleante, desajeitado e semi-inconsciente muito próprio dos ébrios que meteram a boca na torneira do tonel e beberam até perderem o norte... a coisa está preta», Emídio Rangel. &lt;br /&gt; Publicada no “Público”01Fev2004:&lt;br /&gt; – «Cada vez é maior o número de concidadãos nossos que pensam que se nos unificarmos com os espanhois teremos um nível de vida muito melhor, para além de perspectiveis credíveis de futuro...de qualquer forma algo tem de ser feito, porque, como estamos, não vamos aguentar muitos anos, isso é pacífico e consensual», Augusto Kuttner Magalhães.&lt;br /&gt; Perante este quadro, que se tem vindo a agravar, temo, que se complete uma descolonização considerada «exemplar» por Mário Soares, mas «a pior de todas» por Paulo Portas – por que já passei por essa situação que cicatrizes e condecorações não apagam – que envolva os Açores e a Madeira. Por isso, nasceu a ideia de se tentar evitar a repetição de um pesadelo que reduziu Portugal do Minho às Selvagens. O objectivo é bem claro, altamente patriótico, e com a intenção do nosso jardim à beira mar plantado continuar ligado aos seus territórios atlânticos e respectivas zonas marítimas que, como se sabe, são um dos grandes garantes da nossa incontestável importância internacional. &lt;br /&gt; Em suma, trata-se de manter o que resta do nosso querido país – continente e autonomias – numa federação de estados como fizeram muitos outros países em temporárias idênticas situações de fragilidade.  O que será um passo vital para a sobrevivência da nossa continuidade histórica. &lt;br /&gt;Para a solução deste novo desafio, a união de Portugal – na situação em que se encontra e da qual não se prevê que sejamos capazes de alterar, sejamos realistas – com outro Estado, seria, sem dúvida, no plano meramente teórico, uma opção de debate nacional. Para a pôr em prática, não é preciso ir muito longe. Espanha tem idêntico problema com as suas autonomias. Onde a Galiza, Países Bascos, Canárias e a Catalunha estão muito adiantados nas suas revindicações de independência. &lt;br /&gt;Assim, se os portugueses e os espanhois se juntarem numa parceria federativa, passaríamos a ser mais de cinquenta milhões, para maximizar uma maior felicidade de vivência interna comum e de acrescido poder na União Europeia onde, no mínimo, o peso demográfico é de grande valor. &lt;br /&gt; «Prever longe e decidir curto», sempre foi um dos princípios basilares para se alcançar o patamar de uma estratégia vencedora. Este caso não foge à regra. As reacções entre o encontro de um passado conservador e as modernas liberais tendências da globalização dos novos Ventos da História, sempre foram objecto de um certo melindre que, mais uma vez, se confirma por uma mini sondagem, por mim efectuada.&lt;br /&gt; De repúdio: Salta á vista, de imediato, uma fortíssima ausência de valentia provocada pelo terror do “o papão espanhol” e, em termos mais comedidos, de outras, que «nuestros hermanos estão economicamente a engolir-nos». Também as há, em tom de bravata arruaceira, numa vã tentativa de olvidar o tom das anteriores, «Aljubarrota». E ainda, de um pequeno grupo que se interroga sobre a validade de uma federação dentro de outra a constituir na Europa; ouvidando os exemplos que já existem da Austria, Alemanha e Bélgica.  Nalguns casos tecem-se opiniões, de vertente insultuosa, contra mim e contra a tese; provêm geralmente de pessoas de avançada idade.&lt;br /&gt; De independência: José de Almeida do «Forum Açores Livres», admite a independência da região autónoma dos Açores. O presidente da Xunta de Galicia, Manuel Fraga Iribarne: « Le agradezo mucho el envio de ambas publicaciones»; La Secretaria Particular del Lehendakari del Gobierno Vasco, acusa gentilmente a recepção da tese da União Ibérica. &lt;br /&gt; De interesse académico: Foram assim classificadas, por defenderem uma salutar abertura com os nossos vizinhos espanhois, sugerindo o General Ramalho Eanes que a tese da UI mereceria um franco debate nacional.&lt;br /&gt; De concordância: Têm vindo a aumentar sobre todas as outras. Com referências «de colaboração internacional, mais abrangente, que inclui a América Latina e a África Lusofona». &lt;br /&gt; COMENTÁRIO: Acredito, com o devido respeito por todas as opiniões, que a UI tem pernas para andar... só não sei quando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Coronel de Cavalaria&lt;br /&gt;Foi publicado no Jornal “O Dia” em 03/03/2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111728125750220229?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111728125750220229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111728125750220229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111728125750220229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111728125750220229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/05/unio-ibrica.html' title='UNIÃO IBÉRICA'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111640887416947054</id><published>2005-05-18T02:33:00.000-07:00</published><updated>2005-05-18T02:34:34.176-07:00</updated><title type='text'>Portugal “quase mendigo” e a União Ibérica</title><content type='html'>(*) Mendonça Júnior &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em referência aos «Palpites», e sob a isenção do meu caro DN, respondo à pergunta: «Que significa para si as datas de 25 de Abril e 1º de Maio?».&lt;br /&gt; – 25 de Abril: «A transformação de um glorioso Portugal do Minho a Timor num quase mendigo de Portugal de Trás-os-Montes às Selvagens».&lt;br /&gt; – 1º de Maio: «Festejos de uma vã tentativa de esconder dos trabalhadores a perda de um mundo de postos de trabalho no Ultramar».&lt;br /&gt;Esperança: residirá no apelo de Jorge Sampaio – mais vale tarde do que nunca – de «fazer de Portugal um país de inovadores e de inovação», através do COTEX-Portugal, protocolo de cooperação acabado de assinar com organismo congénere de Espanha.&lt;br /&gt;Ao que Juan Carlos acrescentou: «com este acto abrimos formalmente uma nova via de cooperação entre os tecidos produtivos de Espanha e Portugal». &lt;br /&gt;O que, segundo nós, reforçará os primeiros passos de uma realística União Ibérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Coronel de Cavalaria &lt;br /&gt;Publicado no Diário de Notícias em 03/05/2003.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111640887416947054?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111640887416947054/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111640887416947054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111640887416947054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111640887416947054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/05/portugal-quase-mendigo-e-unio-ibrica.html' title='Portugal “quase mendigo” e a União Ibérica'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111632351224062849</id><published>2005-05-17T02:47:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T02:51:52.246-07:00</updated><title type='text'>DE ESPANHA... SOPRA JÁ UM BOM VENTO</title><content type='html'>(*)JOSÉ CRAVEIRO &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/craveiro.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Chavão da frase feita pelos, Velhos do Restelo, Monárquicos Presumidos e Saudosistas atávicos, “ DE ESPANHA NEM BOM VENTO NEM BOM CASAMENTO”, começou desde algum tempo (após o 25 de Abril ?) a perder a voz da aceitação e a liquefazer-se no conceito dos portugueses acerca de “nuestros hermanos”. E porquê? &lt;br /&gt;Desde logo, após a nossa Revolução dos Cravos, começamos a sentir uma nova aceitação, no âmbito dum nascer duma nova política democrática, onde o povo português, pelo feito em si, aparece agora com foros de herói, pela sua nova vitória política de manifesta tendência social.&lt;br /&gt;Depois, com a nossa adesão à UE, abrem-se finalmente as fronteiras e a livre circulação de pessoas e bens, a ideologia democrática, agora instaurada em ambos os países – com os respectivos  entendimentos governamentais – com o bom contacto social entre estes povos, onde preside uma mútua receptividade, vieram finalmente dar-nos uma abertura duma mentalidade que melhor se enquadra com uma panorâmica. Onde a juventude de hoje se vai libertando de conceitos ultrapassados e decadentes, de falsos e aleivosos patriotismos. Onde o desrespeito pelos nossos vizinhos, foi ao ponto de estabelecer equiparações da nossa vitória futebolística no Euro 2004, com a batalha de Aljubarrota, o que é triste. &lt;br /&gt;Facto é que começa agora a constatar-se a realidade de um Bloco Económico entre Portugal e Espanha, que certos portugueses não querem admitir, fugindo às realidades de hoje, na tentativa de “tapar o sol com a peneira”.&lt;br /&gt;As três mil (!) ou mais empresas espanholas que no momento actual negoceiam em Portugal, são o espelho inegável dessa verdade: bancos, empresas de grandes grupos económicos, associações imobiliárias e turísticas – veja-se a venda de Vilamoura à Prasa – estão-se sediando no nosso país e absorvendo negócios, que, à partida, provocam uma acentuada melhoria económica para o nosso mercado de oferta, cujos negócios indiciam uma boa recuperação financeira bem compensatória.&lt;br /&gt;A contrapartida é fraca e o nosso investimento em Espanha, talvez salvo as petrolíferas, não ultrapassam as oitocentas empresas de pequeno e médio valor, número este com drástica tendência a diminuir.&lt;br /&gt;Agora, com a entrada dos dez novos países na UE torna-se ainda mais problemático, à priori, o equilíbrio económico dos 15 países já componentes, onde uma futura mão de obra altamente competitiva. poderá fazer baixar a resposta do equilíbrio.&lt;br /&gt;Infelizmente sabemos que Portugal é um país pobre no âmbito da economia, e a Espanha, embora pesa a verdade, é um país moderadamente rico onde a expansão financeira já não cabe somente nas suas fronteiras, estendendo os seus tentáculos para a economia portuguesa onde tem progredido e dado frutos com os quais compartilhamos. &lt;br /&gt;E tudo isto a processar-se dentro dum entendimento e mútua vontade de boa colaboração, com a paternidade de ambos os governos.&lt;br /&gt;Posto isto é bom que nos lembremos que os subsídios da UE irão num próximo futuro diminuir acentuadamente e depois... teremos de contar somente com as nossas capacidades, ou com uma resposta económica onde uma parceria nos possa ajudar. E essa parceria económica poderão vir ser os espanhois. &lt;br /&gt;Saibamos portanto aproveitar esta boa embalagem do potencial económico espanhol que se vai estendendo no nosso país, para que num futuro próximo possamos contar com ele, numa parceria para melhor podermos enfrentar as dificuldades que vêm ai. Patriotismo, é também sabermos procurar o nosso bem-estar, sem abdicar do que nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Engenheiro &lt;br /&gt;Publicado no Jornal “O Dia” em 05/08/2004&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111632351224062849?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111632351224062849/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111632351224062849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111632351224062849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111632351224062849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/05/de-espanha-sopra-j-um-bom-vento.html' title='DE ESPANHA... SOPRA JÁ UM BOM VENTO'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111597770825461416</id><published>2005-05-13T02:45:00.000-07:00</published><updated>2005-05-13T06:47:07.233-07:00</updated><title type='text'>UNIÃO IBÉRICA (III)</title><content type='html'>(*) Ruy Secca Correia de Freitas &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/Ruy.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repito-me, porque nada mudou no nosso Portugal. O passado do nosso País, foi talhado com sofrimento, sangue suor e lágrimas, por verdadeiros Portugueses. Homens de ideologias diferentes e credos, mas irmanados pelo mesmo desejo de honrar Portugal.&lt;br /&gt;O que hoje praticamente não existe.&lt;br /&gt;O Povo português, não está suficientemente instruído e protegido, ignorando as armadilhas de palavras altissonantes mas vazias de sentido. &lt;br /&gt;A democracia, exige o respeito pelos direitos humanos, que devem respeitar a sua opinião quando expressa com clareza e alicerçada em regras bem definidas e respeito pelas leis, que a regem.&lt;br /&gt;A mente humana não se pode desenvolver com falsas e utópicas imagens de confiança, que escondem a parte cruel e difícil da vida.&lt;br /&gt;Quanto mais eficientes formos em nos isolar destas emoções, mais criativos e fortes nos tornaremos para melhorar as nossas condições de vida.&lt;br /&gt;Portugal tem hoje inúmeras ajudas do exterior. Continua porém subdesenvolvido e sem capacidade de enfrentar o futuro e a competição dos seus parceiros europeus, que se avizinha a passos agigantados.&lt;br /&gt;As nossas exportações decairam de uma maneira assustadora e as importações aumentaram, A dívida externa cresceu bastante. &lt;br /&gt;Todos são levados para greves e não para o trabalho, necessário ao futuro de Portugal e sua salvação da derrocada, que se avizinha. Greves, punhos no ar e palavrões, nada remedeiam!. Não querem apertar o cinto? Muito bem. Preparem-se para daqui a cinco ou seis anos, não necessitarem de o fazer, porque não terão barriga para segurar as calças. &lt;br /&gt;A Espanha está muito melhor do que nós, em todos os aspectos. Condições de trabalho, vencimentos melhores em muitos casos vida mais barata.&lt;br /&gt;Porquê? É fácil de compreender se não forem atrasados mentais! Porque eles trabalham com convicção. Exportam mais do que importam, não se endividam, têm melhor serviço social e não andam constantemente de punhos no ar por dá cá aquela palha e a destruir as empresas aonde trabalham.&lt;br /&gt;Nestas condições, como acima referi, dentro de pouco tempo as nossas, vão na sua maioria abrir falência ou desaparecer de Portugal. O que já está a acontecer.&lt;br /&gt;É isso que desejam? O futuro, o vosso futuro, está nas vossas mãos! Não tenham ilusões nem escutem a conversa fiada dos sócios-comunas e companhia, que nada fizeram pelo nosso País enquanto no Governo.&lt;br /&gt;É altura de pensar seriamente, enquanto é tempo, numa Federação com a Espanha, que ultimamente nos tem ajudado bastante. Termos só uma única voz, (repito-me), em Bruxelas, ir-nos-á auxiliar bastante. &lt;br /&gt;A União Ibérica será a nossa salvação do isolamento económico em que estamos a viver e sem voz activa, às esmolas, que recebemos de Bruxelas. Damos graças a Deus, por termos como companheiros de desgraça, a Alemanha e a França embora estes Países possuam condições favoráveis a uma saída mais rápida do buraco orçamental porque as suas classes trabalhadoras são muitíssimo mais profissionais e com conhecimentos técnicos ao bom funcionamento das empresas.&lt;br /&gt;Quando o governo socialista do engº Guterres, “terminou”, as suas informações eram falsas. Verificou-se depois de uma análise mais pormenorizada, pelo Durão Barroso. Desta maneira, o buraco orçamental tinha aumentado cerca de três vezes mais o que tornou a situação difícil de resolver.&lt;br /&gt;Pergunto: &lt;br /&gt;Nestas circunstâncias o que vai fazer o actual governo socialista para manter o prometido, se não existe um tostão para pagar os compromissos da Nação Portuguesa? Dos bolsos de quem? Vamos ser nós, os contribuintes, a pagar as suas asneiras? &lt;br /&gt;Portugal tornou-se o País mais pobre economicamente da União Europeia, ficando em 15º lugar, porque não se soube aproveitar os benefícios, que eles nos deram. Com o alargamento das Nações para a UE, oito delas são mais pobres, que o nosso Portugal, que por isso será menos beneficiado. Com será possível, que o nosso País não venha a sofrer nas “mesadas” que recebe? Concordo plenamente com a Drª Manuela Ferreira Leite ao afirmar que Portugal não pode crescer de forma autónoma. Os investimentos estrangeiros deixaram de escolher Portugal.&lt;br /&gt;Sózinhos, não vamos a lado nenhum. Temos que pensar seriamente na União Ibérica como única solução para o nosso problema. Ter uma só voz! Que possamos ter a percepção necessária para saber onde estivemos, a visão necessária para sabermos para onde vamos e o discernimento necessário para sabermos agir no momento crucial. E viva a União Ibérica!&lt;br /&gt;Oitenta e três anos vividos em diferentes Países do Mundo, deram-me a prática suficiente e razoável para o conhecer parte das suas gentes. Hoje, com a internete, televisões, jornais e outros equipamentos informáticos, tecnicamente julgamos conhecê-lo. Não é bem assim. A prática ensina muito e a teoria ajuda. &lt;br /&gt;Temos de considerar seriamente todos estes pensamentos para que possamos escolher o que de melhor a vida tem para nos oferecer e não nos deixarmos levar por falsas e ocas promessas. &lt;br /&gt;Jesus Cristo sofreu e sacrificou o corpo, ao tentar salvar o Mundo. Contudo, ao longo dos séculos, com extraordinárias inovações e técnicas avançadas, existem mais mal do que benefícios. O espírito humano, continua voltado para a crueldade e incompreensão. Aqueles, que praticamente destruíram o Mundo com falsas ideias, sejam da Esquerda ou da Direita, estão a pagar o mal que semearam. &lt;br /&gt;Na Rússia ou América, vivem-se momentos de angústia e desespero. O mesmo que sofremos umas décadas atrás. Lá diz o ditado: “cá se fazem cá se pagam”!&lt;br /&gt;O assassino, atirador furtivo, que causou mais de uma dezena de mortos na América, transmitiu para os paranóicos não só daquele País como de outras partes do Mundo, uma falsa mensagem de coragem e heroicidade, levando-os a praticar os mesmos actos de crueldade assassina. Na Rússia, assistiu-se ao sequestro de setecentas pessoas e ás mortes que se seguiram. &lt;br /&gt;Aqui estão razões, mais que suficientes, pelas quais devemos ponderar, no que venho dizendo e escrevendo; SÓZINHOS, não iremos longe!&lt;br /&gt; O Mundo em que vivemos é um beco sem saída. O seguro morreu de velho.  Não se esqueçam! VIVA A UNIÃO IBÉRICA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Jornalista, “Master Printer of the Technical College of Graphic Arts of London”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111597770825461416?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111597770825461416/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111597770825461416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111597770825461416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111597770825461416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/05/unio-ibrica-iii.html' title='UNIÃO IBÉRICA (III)'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11488543.post-111143805993285353</id><published>2005-03-21T12:33:00.000-08:00</published><updated>2005-05-13T02:51:14.746-07:00</updated><title type='text'>IBERISMO</title><content type='html'>(*) Mendonça Junior &lt;img src="http://uniaoiberica.no.sapo.pt/coronel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;1 – VISÃO PORTUGUESA&lt;/strong&gt;. A razão de ser desta tese nasceu, quando foi por mim iniciada neste jornal, &lt;strong&gt;“O Dia” 02/10/02&lt;/strong&gt;, provocada pelos últimos suspiros do governo socialista, culminados com a sua expressão «pântano», e à constatação pelo governo que o substituiu – à medida que ia tomando conhecimento da situação herdada – da sua surpreendente expressão: «Portugal está de tanga...», chegando ao extremo, na voz de notáveis comentadores, do grito lancinante: «está nu...».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas houve mais. A chamada à realidade foi geral. A anterior situação de «vacas gordas» foi obrigada a «apertar o cinto». Emergiram juízos muito maus para a nossa auto estima com repercussão interna e internacional. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Férteis são hoje as insinuações de incapacidade de, sozinhos, não nos sabermos ou não nos podermos governar, no actual regime democrático.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;J. A. de Vasconcellos e Sá&lt;/strong&gt;: «(...) não percebem a gravidade dos factos dos quais poderá resultar o indesejável regresso a um regime autoritário?!».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Victor Constâncio&lt;/strong&gt;: «Em 1999, a produtividade portuguesa representava 65%,7 da média europeia, e poderá aumentar se os seus níveis se mantiverem; são valores abaixo dos níveis grego e espanhol, relegando a economia portuguesa par a cauda da tabela da produtividade da UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vasconcelos e Sá, docente do ISEG&lt;/strong&gt;: «A principal causa do deficiente nível de vida dos portugueses é a produtividade que é a mais baixa da UE qualquer que seja o indicador escolhido».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. Pulido Valente&lt;/strong&gt;: «Dia a dia rebentam escândalos da mais variada espécie, Portugal se não está ainda literalmente de tanga está de rastos, não há dinheiro para nada».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F. Louça&lt;/strong&gt;: «Durão Barroso vai à Madeira inaugurar, pela segunda vez, o aeroporto internacional do Funchal com centenas de convidados, aviões fretados, almoçaradas, mostrar que em tempos difíceis há dinheiro para gastar com os amigos».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Hermano Saraiva&lt;/strong&gt;: «Vejo o país à beira da falência».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lima Viana&lt;/strong&gt;, num breve apontamento no “O Diabo”, 15/10/02, disse que um jornalista nascido na Alemanha e que vive há mais de 20 anos em Portugal lhe dizia: «não compreender como é que Portugal não anda para a frente. A falta de educação e civismo; a falta de cultura; a falta de iniciativa continuam a ser uma constante. Os dinheiros, os milhões, que vieram da CEE e continuam a vir da UE para o desenvolvimento da agricultura, da pesca, da industria foram todos, ou quasi, para abater barcos e fábricas e não para os substituir por outros mais modernos. Só a cidade de Vigo, na Galiza, tem uma frota pesqueira igual ou maior que a de Portugal inteiro. Em relação à agricultura, a fruta, os legumes até os tomates que comemos... vem tudo de Espanha. Os portugueses especializaram-se em greves e deixaram de trabalhar. Por qualquer fronteira por que entremos em Espanha vemos campos e campos, de pomares, de vinhas de pastagens».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mendonça Júnior&lt;/strong&gt;: A propósito nós recordamos que, nestes últimos quasi três decénios, todos os nossos maiores da administração, sindicatos e demais orgãos representativos do nosso querido país, como os primeiros responsáveis pela formação do patriotismo dos portugueses, repetem em refrão de cada frase: «portugueses, sois livres» mas nunca lhes ouvimos dizer: «portugueses, é preciso trabalhar».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tristes os comentários que também incluem o nosso Presidente da República – figura cimeira socialista – que, como se sabe, acima da sua qualidade de cidadão é o Supremo Magistrado da Nação e o Comandante Supremo das Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. Pulido Valente&lt;/strong&gt;: (...Jorge Sampaio) não goza em Portugal da menor autoridade, é um espectador passivo, que não se compromete».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. Jorge Silva&lt;/strong&gt;: «(...) mas penso que o Presidente deve concretizar o que entende por excesso de linguagem. De contrário, continuaremos no domínio da generalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Cunha e Silva&lt;/strong&gt;: «Sampaio nunca foi o mestre da clareza. A sua magistratura de influência sempre sacrificou a acutilância das intervenções cirúrgicas. É o mestre da crítica ambígua, do “looping semântico”, da acrobacia retórica. Só assim se entende que, perante as mesmas palavras, os mesmos recados, o Governo e Oposição tenham entendimentos completamente diversos. Sampaio desenvolveu uma retórica do silêncio e transformou a Presidência numa sinfonia atonal».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luís Delgado&lt;/strong&gt;: «O PR falou, naquela sua forma intrincada e difícil de perceber, das nossas dificuldades comuns, particularmente económicas, deixando antever, com já tinha feito em Itália, que é&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;preciso rigor, mas moderado, para não afectar ainda mais o País. &lt;strong&gt;Pena é que esse rigor e vigilância presidencial, não tivesse sido aplicado, em devido tempo, a Guterres e ao Governo socialista. Nessa altura, o PR nunca se mostrou preocupado com o que nos estava a acontecer. (...)&lt;/strong&gt; ou se remete a um silêncio tumular e esquece-se das suas funções (o abandono das FA durante anos é um exemplo), ou, de repente, acorda, mas virado ao contrário, e dispara um “Scud” politicamente errático. &lt;strong&gt;Sampaio&lt;/strong&gt; sempre alterou entre a lassidão do deixa andar, para não provocar ondas, e a intervenção amargurada e repentina, quando entende que os seus poderes estão em causa».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Walter Ventura: «Sampaio&lt;/strong&gt;, por mais que se esquive, por mais que se esconda atrás de frases redondas (sem ponta por onde se pegue), os sarilhos vão ter com ele».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luís de Camões&lt;/strong&gt;: «O fraco rei faz a fraca gente».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: Alguém com perfil de Ramalho Eanes seria uma excelente opção. Por ser de uma força anímica, e, suficientemente inteligente, capaz de perceber o que a seguir se cita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C. Galvão de Melo&lt;/strong&gt;: “O Diabo”, 26/11/02: O Chefe, &lt;strong&gt;(Sampaio)&lt;/strong&gt; a qualquer nível da hierarquia, é sempre o primeiro e o último responsável por tudo o que se fez ou não se fez quando devia ter sido feito. Aquele que esta verdade não entender e assumir não pode ser Chefe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MJ: O que não sucede, como sabemos, com Jorge Sampaio e que comentamos, nem sempre “à boca pequena”, pelo respeito que nos deve merecer a Primeira Figura da Nação, que teria de ser de acordo com o seu constante sublinhar que é o «presidente de todos os portugueses». Será? A dúvida é reforçada todos os dias! E porquê? Porque &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Jorge Sampaio, mesmo sem uma real forte batuta disciplinadora, não sabe ditar com isenção, bom senso e coragem, em espaço e tempo, sem ser ditador.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mas então, como justificar o seu elevado índice de popularidade? A razão parece ser muito simples e que se sintetiza uma expressão da gíria popular: “é um gajo porreiro”, à qual se acrescenta, de um finíssimo trato e notável senso de humor. E mais, o seu incansável esforço nas &lt;strong&gt;Presidências Abertas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São uma modalidade de intervenção presidencial, inventada por &lt;strong&gt;Mário Soares&lt;/strong&gt;, com o fim de mostrar as fragilidades nacionais. Foram, a seu tempo, também, para alfinetar o governo de Cavaco Silva. Aprovadas por &lt;strong&gt;Jorge Sampaio&lt;/strong&gt;, – à imagem dos «ouvidores do rei», – são actualmente muito positivas mas continuam a proporcionar um segundo benéfico objectivo – como regra de crítica à governação – através de um hábil empolamento das queixas do Zé Povo. De tudo isto, não esquecer que aos assessores do PR, cabe uma importante responsabilidade. Apostarei, que a única observação que se atreverão a fazer não irá muito longe de qualquer coisa como: “Senhor Presidente, saiba Vossa Excelência que, respeitosamente, os sapatos de golfe de bicos «rosa» que usou ontem lhe ficavam melhor...(!?)”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante o quadro pessimista citado, calculem, há quem defenda a entrega total do &lt;strong&gt;nosso querido país....&lt;/strong&gt; (? !). Isto é, passarmos a ser mais uma província dos “nuestros hermanos”, – baseados em razões históricas dos primórdios da nossa independência, – o que, para nós, está totalmente fora de questão. Outros vão mais longe. Dir-se á, quasi em termos de facto consumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;J. Hermano Saraiva: «Vejo o país à beira da falência».&lt;/strong&gt; Estamos em risco de ser uma província de Espanha? Respondeu: &lt;strong&gt;«Já somos. Por enquanto, há uma independência formal mas em breve, por uma conflagração que se adivinha, seremos um Estado Ibérico. Já não temos meios para nos bastarmos a nós próprios. É como um doente em quem cessou a produção de glóbulos vermelhos.&lt;/strong&gt; Portugal voltaria a lutar pela independência? Respondeu: &lt;strong&gt;«Já ninguém luta. A independência é quando há um projecto. Qual é hoje o projecto nacional português? Os portugueses perderam tudo! Então o país foi-se abaixo! Este país está a desaparecer! Perdeu-se a independência. Portugal morreu, foi isso».&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: Mas será tanto assim? É lugar comum ouvir-se que o trabalhador português é exemplar no estrangeiro. Porém, os próprios explicam essa verdade: «Lá, não se brinca em serviço. Lá, não há facilidades em atestados médicos ou absentismos...». Lá, funciona o chicote... a porta aberta do despedimento». O que se confirma. O nosso “camone”, aqueles que regressam em “vacances” definitivas, pôem logo uma mão e a outra atrás, com as palmas viradas para cima, juntando-se alegremente (febras e vinho) às manifestações revindicativas e greves para exigir mais pão e menos trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quasi totalidade dos portugueses já nascem cansados e... sem um estímulo... “deitam-se”. É evidente que nem sempre o conseguem como na caricatura «daquele que lavrava a sua terra sentado porque já tinha experimentado faze-lo deitado... e não resultava».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua eficiência genética já não é a de antanho, Tem vindo a deteriorar-se desde o século XVII, pelas guerras, doenças, isolamento, consanguinidade. Todos os índices comparativos da Europa o confirmam. A prova real do valor de um povo, suas qualidades e defeitos medem-se quando é sujeito ao risco máximo da sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luís Mira&lt;/strong&gt;, DN 21/02/02: «Qual foi o teatro de guerra, onde as &lt;strong&gt;Forças Armadas portuguesas&lt;/strong&gt; tenham participado em defesa do país e que não tenham fugido derrotadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: De tudo isto concluímos que não é possível aos os cerca de 300.000 a 500.000 portugueses do continente de todas as classes sociais do melhor que há a nível europeu, Cm 21/01/99, conseguirem-se orientar, para uma feliz vivência; nos restantes nove milhões onde imperam uns tantos e muitos “deficientes”. Refiro-me a tantos e tantos responsáveis pelo nosso baixo estrato concorrencial onde imperam: os “pé-rapados”, incapazes do mais pequeno sacrifício patriótico (mesmo que temporário); os do “colarinho branco”, que fogem ao fisco; os que, nos passeios, “cospem para o ar” e não limpam os “dejectos dos seus animais de estimação; os que, nas estradas, “matam e morrem”... Isto para mencionar, os que enegrecem o orgulho de ser português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: há que melhorar a raça complementada pela educação. Um processo que levará gerações. Até lá, os tais “geneticamente privilegiados” terão que negociar com os seus conterrâneos, sabiamente, com a maior firmeza, mas atenção... moldados no tradicional “coitadinho” e “brandos costumes” para evitar a anarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém nos últimos anos, através da imigração de povos do Leste, tem surgido a esperança, que se vislumbra pelos adultos, seus descendentes e cruzamentos com os indígenas lusos. Não é nada de admirar nem de ficar chocado. Isto sucedeu nos países desenvolvidos. Se quiserem recordar exemplos mais espectaculares olhem para os EUA e para a Austrália. Aqui, por favor, Amigos! Tenhamos o bom senso de substituir o racismo por realismo. O momento é demasiado sério para se compadecer com controvérsias demagógicas. Trata-se de encarar a suprema verdade da natureza da melhoria evolutiva das espécies na qual a humana não é excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após estas dolorosas opiniões, profunda reflexão e com o maior respeito pela idiossincrassia dos portugueses, – temperamento peculiar de cada indivíduo, – especialmente dos que sempre viveram em Portugal Continental – onde a pressão dos 800 anos da nossa História são o bálsamo que sustém o consolo e o orgulho, que o presente renega todos os dias, não dando muitas esperanças para encarar o futuro das tempestades dos “novos ventos contemporâneos – cheguei a uma conclusão. Que é nosso dever encarar a crise, com dor e desespero de causa, é certo, por uma opção regeneradora, tal qual outros povos o fizeram em situações idênticas, quando decidiram unir-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sabemos, há vários tipos de uniões. Contudo , Amigos, um alerta. Para além do muito que há a ganhar, há sempre um tanto a perder, como sucedeu na nossa entrada na UE. Onde a concorrência é já muito grande e irá aumentar muito em breve com a entrada do Leste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o que fazer? Com quem nos unir? Academicamente, passaríamos a ser o 51º estado federado dos EUA? Que já se encontram nas Lages onde, podeis crer, de lá nunca mais sairão! Ou da Grã-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Bretanha, facilitada pela aliança, apesar das más lembranças, com a Inglaterra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi por uma união com os nossos vizinhos. Não por um confronto directo das suas soberanas independências, – que nem sempre deixaram de se envolver em sérias crispações, – mas, pelas suas respectivas regiões, num novo ganho global através de uma tese a Federação de Estados, a &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt;, a debater no &lt;strong&gt;“O Dia”.&lt;/strong&gt; Até porque, ambos, já vão dando um ar da sua graça. Do lado de lá, como prova o Fax Nº 2002/3204 da Conselheria de Economia e Comercio da Embaixada de Espanha-Lisboa, 04/09/02, que transcrevo: «No entanto, estimamos que são à volta de 2.500 as empresas instaladas em Portugal com participação de capital espanhol, nos sectores mais variados: construção, serviços financeiros e de seguros, industria e distribuição, sendo que em muitas situações se trata de pequenas delegações abertas em Portugal par facilitar a distribuição de produtos espanhois para este país. Do lado de cá, porque já não estamos totalmente a dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Martins da Cruz&lt;/strong&gt;: «poderão ser ainda numericamente poucas as empresas portuguesas em Espanha, mas nos últimos cinco anos elas fizeram investimentos superiores a dois milhões de euros». Além de que, acrescentou o nosso ministro dos Negócios Estrangeiros: &lt;strong&gt;«cada português gasta por ano mil euros em produtos espanhóis, três vezes mais do que gasta em produtos franceses e sete vezes mais do que gasta em produtos alemães. E que os nossos investimentos líquidos em Espanha são já superiores aos espanhois em Portugal».&lt;/strong&gt; O nosso ministro finalizou: «o futuro não é apenas a instalação de empresas portuguesas e catalãs em um ou outro lado da fronteira, mas que a instituição deve servir para juntos ensaiarmos caminhos fora da península a fim de se explorar, em conjunto, mercados terceiros, onde a nossa mais valia conjunta fará sentir-se».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge Sampaio&lt;/strong&gt;, sustenta serem oportunas parcerias privadas: «quer no contexto peninsular quer dirigidas a mercado de terceiros. Há que valorizar positivamente a importância e o potencial que nos oferece este mercado aberto e esta nova dimensão económica e empresarial». Isto afirmado no dia, 05/10/02, em que homenageou, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, Rodriguez Ibarra o presidente da Junta da Extremadura da província espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F. Xavier de Brito&lt;/strong&gt;: «A existência de uma federação dava a possibilidade à actual Espanha resolver as tendências independentistas dum País Basco, duma Catalunha, duma Galiza e de outras, teria maior facilidade com os países do nosso ex-Ultramar através de Portugal, veja-se as dificuldades que espanhois e brasileiros têm tido para se implementarem».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: Entretanto temos vindo a assinalar algumas opiniões de duvida, preocupação, e de repúdio. São as que mais nos interessam nesta fase. Concretamente de certos políticos e de alguns militares. Será por temerem vir a ganhar menos, – subsídios e altos salários, – das suas actuais missões ao estrangeiro? Mas, há razões, que merecem o maior respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carlos Gomes&lt;/strong&gt; no “O DIA”: «(...) a actual geração está prestes a desbaratar oitocentos e sessenta anos de História (...) num projecto que mais não visa do que o nosso suicídio enquanto nação livre e soberana».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: Nesta última síntese vislumbram-se duas razões contrárias ao desenvolvimento da tese da &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt;, ainda minoritária mas a provocar profundas reflexões,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São elas: a &lt;strong&gt;«perda da memória das glórias do passado»,&lt;/strong&gt; o que é altamente contrariado, pela intocabilidade dos acontecimentos relevantes da nossa História, de que todos nos orgulhamos; &lt;strong&gt;«a perda da soberania»,&lt;/strong&gt; o que é altamente contrariado, pelo exemplo, que alegremente já demos, da nossa geral aceitação à União Europeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a elas juntarmos a falta de coragem, de certos portugueses, temos o quadro negativo completo: o &lt;strong&gt;«mêdo do papão espanhol»,&lt;/strong&gt; o que é altamente contrariado, pela nossa geral aceitação no que estamos aceleradamente a importar, dos “maus ventos e casamentos...” Resumidamente: os investimentos (mais produtivos), os serviços (mais eficientes), os produtos (mais baratos), a criação de postos de trabalho (mais selectivos e melhor remunerados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a evidente contradição entre o peso dos pontuais confrontos do passado, de má memória, e as mordomias do presente e as que se avizinham. O que será resolvido, pela &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt;, por um ganho de uma maior soberana independência através da «união faz a força». O que em termos de «ovo de Colombo» será &lt;strong&gt;irmanando a visão histórica dos povos ibéricos, de maneira que vá ao encontro dos desejos ou exigências das populações envolvidas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concretamente: o território continental português, o &lt;strong&gt;nosso querido país&lt;/strong&gt;, onde não há tendências separatistas, será um dos estados federados, &lt;strong&gt;Lusitânia&lt;/strong&gt;; no continente espanhol, os estados federados serão os actuais, País Basco, Catalunha, Galiza, Andaluzia; a porta estará aberta para os outros inclusivé para a Castela Monárquica; as ilhas de ambos os países, Açores, Madeira, Canárias e Baleares, juntar-se-ão, também, como estados federados da &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vantagem incomparável &lt;strong&gt;evitar-se-ão fugas independentistas&lt;/strong&gt;. Será uma saída, sim, “dos filhotes das casas dos seus progenitores”, mas, para toda a família passar a viver no mesmo castelo, de condomínio fechado, para uma nova vida, sob os seus distintos mantos das glórias do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;R. Correia de Freitas&lt;/strong&gt;: «Água mole em pedra dura tanto bate até que fura».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ&lt;/strong&gt;: Aqui está, Amigos, «a razão de ser» da tese da União Ibérica que está a ter uma aceitação muito acima do que se esperava. Veremos quanto ao futuro que aqui no “O Dia” reportaremos. À medida que os dias passam, as reacções a favor, “boca a boca”, aumentam assim como, ainda timidamente, na nossa Comunicação Social. Já estamos a ser ávidamente questionados para se saber o que se pensa do “lado de lá da fronteira”. Fronteira essa que, como sabemos, só virtualmente existe por força da: «livre circulação de pessoas e bens» dos povos da UE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – &lt;strong&gt;VISÃO ESPANHOLA&lt;/strong&gt;. Não é propósito da tese da &lt;strong&gt;União Ibérica&lt;/strong&gt; “meter a foice em ceara alheia”, para além de análises comuns de generalidade. Por agora reportamos um interessante indício, que se verga perante o tal «peso do confronto histórico» mas, curiosamente, sugere uma maior aproximação nos termos que defendemos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jordi Pujol&lt;/strong&gt;: «(...) a Península tinha dois sentimentos negativos, a arrogância de Castela e a suspeição de Portugal». Porém no DN, 17/10/02, quando o entrevistador &lt;strong&gt;Carlos Albino&lt;/strong&gt; afirmou: &lt;strong&gt;«Em Portugal há uma corrente, parece que minoritária, que preconiza um federalismo ibérico»&lt;/strong&gt;, o Chefe do Governo da Catalunha disse não aceitar... retorquindo que a &lt;strong&gt;Fundação Catalunha-Portugal&lt;/strong&gt;, – presidida por Artur Suqué e secretariada por Carmo Dalmau, – sugere que «para além do conhecimento recíproco para uma maior cooperação (com a Catalunha), teremos uma actuação conjunta com países terceiros». Mais adiantou, que já estão no Brasil e no México, «mas estamos ausentes de Angola; para nós África passa por Portugal e não rejeitamos a ideia da fundação ter a possibilidade de entrarmos no continente africano».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MJ:&lt;/strong&gt; Para finalizar, por hoje, um alerta de &lt;strong&gt;Carlos Azeredo&lt;/strong&gt;, através de um extracto de uma carta que transcrevo na integra, com a sua autorização: «Antes de terminar, quero dizer-Te que, porque Te conheço e sei que amas o nosso Portugal, não me escandalizei com as tuas opiniões sobre a União Ibérica, mas não podes estranhar que quem não saiba das tuas qualidades se admire de ver &lt;strong&gt;um Militar que jurou defender a sua Pátria “até à última gota de sangue”, preconizar tal união».&lt;/strong&gt; Ao que eu respondo: Senhor General, é exactamente isso que, novamente, eu estou a fazer, agora, trocando a espada pela pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(*)Coronel de Cavalaria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicação no Jornal “O Dia” em 10/01/2003.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11488543-111143805993285353?l=uniaoiberica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/feeds/111143805993285353/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11488543&amp;postID=111143805993285353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111143805993285353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11488543/posts/default/111143805993285353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://uniaoiberica.blogspot.com/2005/03/iberismo.html' title='IBERISMO'/><author><name>blogger</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
